Mundo Bélgica volta a ter governo de maioria depois de mais de 600 dias

15:16  30 setembro  2020
15:16  30 setembro  2020 Fonte:   dw.com

De 'cristofobia' a Amazônia: os sete pontos polêmicos do discurso de Bolsonaro na ONU

  De 'cristofobia' a Amazônia: os sete pontos polêmicos do discurso de Bolsonaro na ONU Presidente brasileiro foi o primeiro a falar na Assembleia Geral da ONU, realizada virtualmente neste ano por causa da pandemia. Como a BBC News Brasil adiantou, Bolsonaro se concentrou em defender sua gestão da pandemia de coronavírus e as ações em prol do meio ambiente. E acusou a imprensa, os governadores, o protecionismo de outras nações e os "interesses escusos" de organismos internacionais pelas críticas que sua gestão tem recebido tanto pelo alto número de vítimas - são 137 mil mortos por covid-19 no país - quanto pelas queimadas nas regiões amazônicas e pantaneiras.

GOVERNO ISENTA PESSOAS DO PAGAMENTO DA CONTA DE LUZ - Продолжительность: 12:18 VALTER DOS SANTOS 293 853 просмотра. Quando vamos voltar á vida normal? (# 600 ) cartão cidadão é o único que eu tenho posso receber com ele?

O Reino da Bélgica possui um primeiro-ministro que perfaz o papel de chefe de governo do país, um parlamento nacional, e três parlamentos regionais. É uma nação que funciona plenamente nas leis do parlamento, tendo o rei como o chefe de Estado.

Sete partidos concordaram em formar novo governo. País vinha sendo liderado por premiês sem maioria no Parlamento desde dezembro de 2018, num impasse que persistiu mesmo após eleições em maio do ano passado.

Apesar do gesto, a nova coalizão tem potencial de frustrar a parcela flamenga do país © picture alliance/A.A.I./G. Lacz Apesar do gesto, a nova coalizão tem potencial de frustrar a parcela flamenga do país

Sete partidos políticos belgas anunciaram nesta quarta-feira (30/09) que concordaram em formar um governo de coalizão com maioria no Parlamento, quase 500 dias depois das eleições parlamentares de maio de 2019, e mais de 600 dias após a última coalizão dessa natureza ter comandando o país.

É falso que Argentina é o segundo país do mundo em número de mortos por Covid-19

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A lista de 2015 abrange oito chefes de Estado e uma rainha, que governam países com PIBs que somam 9,1 trilhões de dólares e possuem mais 600 milhões O mês de maio em imagens. Escândalo na Fifa. A Fifa começou a viver, dois dias antes de seu congresso anual em Zurique, a maior crise de

Manifestantes voltaram a tomar as ruas de Paris e outras cidades francesas contra políticas do governo de Emmanuel Macron pelo quarto final de semana seguido. As novas manifestações ocorrem apesar de o presidente ter suspendido temporariamente um aumento de impostos sobre combustíveis.

A chamada coalizão Vivaldi anunciada hoje reúne liberais, socialistas e verdes das regiões de língua flamenga e francesa, bem como dos democratas-cristãos da região flamenga.

A Bélgica é linguisticamente dividida entre Flandres, de língua holandesa (chamada de flamenga no país), no norte, e a Valônia, de língua francesa, no sul. Bruxelas, por sua vez, é uma espécie de ilha bilíngue na parte flamenga. Há ainda uma minoria que fala alemão no sudeste do país.

O novo governo deve substituir a premiê Sophie Wilmès, que vinha liderando o país de maneira provisória desde o final de outubro de 2019 graças à organização de duas coalizões minoritárias, a última delas montada em março deste ano, já em meio à pandemia de coronavírus, que afetou duramente o país. A Bélgica tem uma das maiores taxas de mortalidade por covid-19 do mundo. Nesta quarta-feira, o número de óbitos no país número ultrapassou a marca de 10 mil.

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A história da Bélgica remonta de antes da origem do moderno Estado com esse nome em 1830. A história da Bélgica confunde-se com a de seus vizinhos: Países Baixos, Alemanha, França e Luxemburgo.

A educação na Bélgica é regulada e , em sua maior parte, financiada por, uma das três comunidades: flamenga, francesa e germanófona. Todas as três comunidades possuem um sistema unificado de escolas com poucas diferenças entre uma comunidade e outras.

O país organizou eleições em 26 de maio de 2019, mas elas não resultaram num vencedor claro, como é comum na política belga. Antes disso, o país já vinha sendo liderado por coalizões minoritárias desde dezembro de 2018, quando o então premiê Charles Michel anunciou que havia perdido o apoio de membros da sua aliança em meio a um disputa sobre o pacto global sobre migração da ONU.

Michel ainda ficaria de maneira provisória no cargo até outubro do ano seguinte, até ser substituído pela liberal francófona Sophie Wilmès, que também não conseguiu formar uma maioria.

O impasse finalmente acabou durante uma sessão de negociação final liderada pelo liberal de língua holandesa Alexander De Croo e pelo socialista francófono Paul Magnette. As últimas conversações duraram quase 24 horas, e só terminaram quando as partes chegaram a um acordo sobre o orçamento do país.

"Os grandes obstáculos políticos ficaram para trás, e estou feliz por termos conseguido criar um programa com sete parceiros", disse o negociador democrata-cristão Servais Verherstraeten.

Apesar do gesto, a nova coalizão tem potencial de frustrar a parcela flamenga do país, já que os partidos de Flandres que foram incluídos na coalizão representam menos da metade dos eleitores da região.

O nacionalista Partido Nova Aliança Flamenga (N-VA), que obteve a maior parcela dos votos em 2019 (16%), não está representado na nova coalizão, assim como partido de extrema direita Vlaams Belang, que obteve 12%. Em 2018, a saída do N-VA do governo liderado por Michel em meio à disputa pelo pacto da ONU havia precipitado o impasse para a formação de um novo governo de maioria que se arrastou por quase dois anos.

JPS/ap/dpa/rtr

Mais de 149 mil estrangeiros são beneficiários do auxílio emergencial .
Destes, 42,5 mil são venezuelanos. Mais de 18,5 mil moram em Roraima. Entre os municípios, Pacaraima lideraOs dados são da Caixa Econômica Federal e foram disponibilizados com exclusividade ao Poder360.

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