Mundo Polícia israelense prende sabotadores de protestos contra Netanyahu

03:30  18 outubro  2020
03:30  18 outubro  2020 Fonte:   msn.com

Morte de engenheiro negro por policial no RS gera indignação e movimento Black Lives Matter local

  Morte de engenheiro negro por policial no RS gera indignação e movimento Black Lives Matter local Gustavo Amaral foi confundido com um bandido e morto em abril deste ano no interior gaúcho. Ninguém foi punido e caso foi arquivado.Ele dirigia o carro da empresa a caminho do trabalho em Marau, no noroeste do Rio Grande do Sul, junto com outros três colegas quando parou em uma barreira policial na estrada.

Cerca de 200 manifestantes se reuniram à frente da residência de Netanyahu , de acordo com a mídia local. A mídia local informou que eclodiram confrontos entre polícia e manifestantes depois que os policiais alertaram os ativistas de que eles estavam violando as restrições de distanciamento social.

Milhares de pessoasmanifestarm-se em Telaviv contra a solução política. O executivo de coligação foi a solução encontrada para fazer face ao surto de covid-19 em Israel . Mas o compromisso político não agradou aos opositores de Netanyahu , que, pela segunda vez em menos de uma semana

A polícia israelense informou ter detido várias pessoas que atacaram os manifestantes com gás lacrimogêneo durante os protestos contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu neste sábado (17) nas principais cidades do país.

Manifestantes israelenses, usando máscaras devido à nova pandemia de coronavírus, participam de um protesto contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Tel Aviv, 17 de outubro de 2020 © JACK GUEZ Manifestantes israelenses, usando máscaras devido à nova pandemia de coronavírus, participam de um protesto contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Tel Aviv, 17 de outubro de 2020

Manifestações contra o primeiro-ministro têm ocorrido todos os sábados desde julho, inclusive em frente à sua residência oficial em Jerusalém, onde vários milhares de pessoas se reuniram neste sábado, de acordo com a imprensa israelense.

Líbano e Israel iniciam negociações inéditas para discutir fronteiras marítimas

  Líbano e Israel iniciam negociações inéditas para discutir fronteiras marítimas Líbano e Israel, dois países vizinhos oficialmente ainda em guerra, realizaram nesta quarta-feira (14) a primeira rodada de negociações, apoiadas pelos Estados Unidos, para discutir os limites de suas fronteiras marítimas, com o objetivo facilitar a prospecção de hidrocarbonetos, como o gás O encontro, que Washington classifica com uma iniciativa "histórica", ocorreu nas instalações da Organização das Nações Unidas (ONU) em Naqoura, cidade fronteiriça no sul do Líbano.

De acordo com órgãos de comunicação social locais, este sábado à noite registou a maior adesão aos protestos que já se fazem sentir desde há cinco meses. Notícias relacionadas. Manifestações contra Benjamin Netanyahu em Israel .

O primeiro-ministro israelita assumiu a liderança rotativa do novo governo de emergência. Milhares de pessoasmanifestarm-se em Telaviv contra a solução

Benjamin Netanyahu enfrenta acusações de corrupção e críticas por como seu governo administrou a nova pandemia de coronavírus.

A polícia disse em um comunicado que deteve "suspeitos" em vários lugares, a quem acusou de disparar gás lacrimogêneo contra manifestantes.

A manifestação deste sábado foi a primeira desde que o governo decidiu na quinta-feira suspender as restrições que haviam sido aprovadas no âmbito do confinamento, e que proibiam manifestações a mais de um quilômetro de casa.

O confinamento, o segundo no país desde o início da pandemia, foi imposto em setembro devido ao ressurgimento das infecções.

Neste sábado, os manifestantes agitaram bandeiras nacionais e usaram máscaras com as palavras "ministro do crime".

À noite, eclodiram confrontos com manifestantes marchando por uma área não autorizada, bloqueando o tráfego e atacando as forças de segurança, disse a polícia em um comunicado, acrescentando que três pessoas foram presas.

Vários milhares de pessoas também estavam concentradas na cidade de Tel Aviv, muitas delas famílias, descobriu um fotógrafo da AFP.

dms/dwo/pjm/bc/jvb/cc

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Sudão e Israel fecharam um acordo nesta sexta-feira (23) para normalizar suas relações, sob os olhos atentos do presidente americano, Donald Trump, uma aproximação histórica celebrada por aliados do Oriente Médio e duramente criticada pelos palestinos e pelo Irã. Sudão aceitou um acordo de paz e normalizou (sua relação) com Israel", tuitou Donald Trump.O Sudão é o terceiro país árabe a anunciar desde agosto o estabelecimento de relações com o Estado judeu, depois dos Emirados Árabes Unidos e o Bahrein.

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