Mundo Grupos organizam tributo a professor francês decapitado; 11 pessoas foram presas

19:40  18 outubro  2020
19:40  18 outubro  2020 Fonte:   reuters.com

Novo manto do Santa Cruz traz presas da cobra coral na barra do uniforme

  Novo manto do Santa Cruz traz presas da cobra coral na barra do uniforme Novo manto do Santa Cruz traz presas da cobra coral na barra do uniformeO clube já disponibilizou a venda das camisas para os sócios do clube e posteriormente vai liberar a compra para os demais torcedores. A ação do marketing do Santa Cruz tem o objetivo criar um fidelização com os associados.

PARIS (Reuters) - Uma 11ª pessoa foi detida neste domingo, disse a polícia francesa, enquanto autoridades investigavam o assassinato de Samuel Paty, um professor de história que foi decapitado por um suposto islâmico em um ataque que chocou o país.

A revista satírica Charlie Hebdo, cujos escritórios foram atacados em um assassinato em massa há cinco anos, estava entre os grupos que organizavam uma homenagem a Paty em Paris à tarde.

O professor de 47 anos foi morto na sexta-feira em frente à sua escola em um subúrbio de Paris. O agressor --de 18 anos, nascido na Rússia e de origem chechena-- foi morto a tiros pela polícia logo após o ataque.

O professor havia mostrado a seus alunos neste mês cartoons do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do Profeta é uma blasfêmia.

(Por Sybille de La Hamaide)

Após homenagem nacional a professor decapitado, França espera ações concretas contra terrorismo .
A França amanheceu emocionada, após a homenagem nacional na noite de quarta-feira (21) na Universidade Sorbonne, em Paris, ao professor Samuel Paty, assassassinato por um islamita radical na semana passada. Os jornais franceses que chegaram às bancas nesta quinta-feira (22) tratam da luta do governo contra o terrorismo e trazem detalhes inéditos sobre a investigações do atentado. "E agora, o que fazemos?": é essa a manchete de capa do jornal Le Figaro. Exibindo uma foto da homenagem nacional a Samuel Paty, com a bandeira francesa em primeiro plano, o diário afirma que "o país espera ações concretas para barrar a ascensão do islamismo radical".

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