Mundo Comitê do Senado dos EUA aprova intimações de CEOs do Facebook e do Twitter

18:55  22 outubro  2020
18:55  22 outubro  2020 Fonte:   reuters.com

Suprema Corte dos EUA: Senado ouve juíza conservadora de Trump em meio à polêmica

  Suprema Corte dos EUA: Senado ouve juíza conservadora de Trump em meio à polêmica Começam nos Estados Unidos nesta segunda-feira (12) as audiências do Senado para a nomeação da juíza Amy Coney Barrett, indicada por Donald Trump para a Suprema Corte. O procedimento é criticado pelos democratas, que exigem que a posse se realize após a eleição do 3 de novembro. A oposição relembra que em fevereiro de 2016, a nove meses da eleição presidencial, Barack Obama quis indicar um nome para a mais alta instância jurídica e foi impedido pelo líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, que hoje comanda a confirmação em tempo recorde da juíza antiaborto Amy Coney Barrett.

Por Nandita Bose

. © Reuters .

WASHINGTON (Reuters) - O Comitê Judiciário do Senado dos Estados Unidos votou pela intimação dos principais executivos do Twitter e do Facebook depois que as plataformas de mídia social decidiram bloquear notícias do New York Post que faziam alegações sobre o filho do candidato democrata à presidência Joe Biden.

A presidente do comitê, Lindsey Graham, disse esperar que as intimações deem ao painel alguma "vantagem para garantir o testemunho (dos CEOs)" se eles não comparecerem e testemunharem voluntariamente.

Os presidentes-executivos do Facebook e do Twitter testemunharão sobre as alegações de preconceito contra conservadores em uma data que ainda não foi determinada. As empresas têm sofrido fortes críticas dos conservadores por causa de sua decisão de colocar alertas nas duas matérias do New York Post indicando disseminação de desinformação, além de suas tentativas de reprimir a distribuição das matérias.

Os CEOs do Facebook e do Twitter, juntamente com o chefe do Google, da Alphabet, também testemunharão perante o Comitê de Comércio do Senado em 28 de outubro sobre uma lei que protege as empresas de internet.

O presidente Donald Trump e muitos parlamentares republicanos continuaram a criticar as empresas de tecnologia por reprimirem as vozes conservadoras. Ambas as audiências têm como objetivo debater o assunto.

As gigantes das redes sociais realmente 'jogam contra' os republicanos? .
Muitos americanos conservadores acusam Facebook e Twitter de ser parciais e praticar moderação injusta contra eles; mas até que ponto isso é verdade? Seus principais executivos serão questionados por senadores no Congresso dos Estados Unidos sobre se estão abusando de seu poder.Para os republicanos, esta é a oportunidade que estavam esperando. Duas semanas atrás, o Twitter impediu que usuários postassem links para uma reportagem investigativa do jornal New York Post criticando Joe Biden.

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