Mundo Protesto em Nápoles contra medidas anti-Covid tem confrontos

02:00  24 outubro  2020
02:00  24 outubro  2020 Fonte:   ansabrasil.com.br

Manifestantes da Universidade de Artes na Hungria recebem ordem para encerrar protesto

  Manifestantes da Universidade de Artes na Hungria recebem ordem para encerrar protesto Manifestantes da Universidade de Artes na Hungria recebem ordem para encerrar protestoBUDAPESTE (Reuters) - O reitor da Universidade de Teatro e Artes Cinematográficas da Hungria (SZFE), Gábor Szarka, ordenou que estudantes e funcionários acabassem com um protesto até o final desta sexta-feira, após a imposição de um conselho nomeado pelo governo que, segundo manifestantes, enfraquece a autonomia da escola.

Em Londres, dezenas de pessoas protestaram em julho contra o uso obrigatório de máscaras em lojas e supermercados britânicos. Muitos levantavam cartazes e faixas sugerindo, por exemplo, que medidas preventivas contra o novo coronavírus serviam na verdade para "controlar mentes".

Covid -19 'rouba' emprego a brasileiros em Portugal. Atrasos no novo estúdio adiam regresso de Cristina Ferreira. Conheça as novas musas do futebol. Milhares de pessoas juntaram-se este sábado em Trafalgar Square, Londres, no Reino Unido, para protestar contra as novas medidas de restrição

(ANSA) - Centenas de pessoas se reuniram no Largo San Giovanni Maggiore, em Nápoles, para protestar contra o toque de recolher e as novas medidas de restrição contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2), incluindo um possível lockdown, anunciadas em toda a região da Campânia.

Os manifestantes, que convocaram o ato nas redes sociais, exibem uma faixa com a frase "Você nos fecha, você nos paga", atacando o governador da Campânia, Vincenzo de Luca, e o governo do primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte.

O grupo também acendeu sinalizadores e bombas de fumaça. "A saúde vem em primeiro, mas sem dinheiro não dá para cantar na missa", afirmam os cidadãos.

Protesto contra violência policial na Nigéria é reprimido a tiros; ONU condena ação

  Protesto contra violência policial na Nigéria é reprimido a tiros; ONU condena ação A terça-feira (20) foi uma noite sangrenta em Lagos, capital econômica da Nigéria. Um protesto pacífico com cerca de mil pessoas, organizado para denunciar a violência policial no país, foi reprimido a tiros. Ao menos uma pessoa morreu e 25 feridos foram encaminhados a hospitais da cidade. O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Antonio Gutierres, condenou os incidentes e pediu o fim da violência e de abusos policiais no país. O governo havia declarado um toque de recolher na cidade para tentar evitar a continuidade de manifestações como a de terça-feira, que se repetem no país desde o início de outubro.

Assista #AOVIVO manifestantes se aglomerando e protestando contra medidas tomadas pelo governo alemão para prevenção da COVID -19. Ela reúne sites na Internet em 32 idiomas, centrados em vários países e regiões, emissoras de rádio analógica e digital em russo, inglês e francês e em

Cidades do Reino Unido, da Alemanha, de França e de Itália foram palco de protestos contra as restrições impostas pelas autoridades para travar o contágio

Apesar de carreatas e procissões estarem atualmente proibidas na região, as pessoas, em sua maioria jovens, cruzaram a Piazza Plesbicito entoado cânticos contra as autoridades e seguiram rumo a sede do governo.

Momentos de tensão entre os manifestantes e os policiais foram registrados na via Santa Lucia, após encontrarem uma barricada de agentes na rua. Bombas de papel e fumaça e fogos de artifício foram arremessados contra os carabineiros, que responderam com gás lacrimogêneo.

Mais cedo, o governo da Campânia, terceira região mais populosa da Itália cuja capital é Nápoles, informou que pretende decretar lockdown nas próximas horas. Com 5,8 milhões de habitantes, o território italiano vem sendo um dos principais focos de disseminação de Sars-CoV-2. (ANSA)

Itália apura envolvimento de torcidas organizadas em desordens .
País tem registrado protestos contra medidas restritivas    Nos últimos dias, cidades como Roma, Turim, Milão e Nápoles têm registrado protestos violentos e até saques por parte dos manifestantes, que criticam o decreto do primeiro-ministro Giuseppe Conte que ordena o fechamento de bares e restaurantes às 18h, além de proibir o funcionamento de cinemas, teatros, piscinas e academias.

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