Mundo Legislativo boliviano recomenda julgamento contra presidente interina por violência de 2019

12:06  30 outubro  2020
12:06  30 outubro  2020 Fonte:   msn.com

Vou renegociar contratos de gás com Brasil, diz futuro presidente da Bolívia

  Vou renegociar contratos de gás com Brasil, diz futuro presidente da Bolívia 'Foi acertado com governo ilegítimo'. Afirma que Morales não terá cargo. Quer reativar a demanda interna“Principalmente porque não era uma atribuição de Añez. O governo brasileiro deve entender, uma vez que apoiou este governo ‘de facto’, que falta legitimidade a esse acordo. Queremos revisar os atuais contratos e fazer isso do ponto de vista de uma relação de 2 governos que foram eleitos de modo democrático”, afirmou.

21.nov. 2019 - A presidente da Bolívia, Jeanine Áñez, durante uma entrevista Imagem: Lokman Ilhan/Anadolu Agency via Getty Images. O governo Áñez baixou um decreto para organizar os atos de posse do governo ao esquerdista Arce, vencedor das eleições gerais do último dia 18 deste mês.

1 de 1 Ex- presidente da Bolívia, Evo Morales, em foto de dezembro de 2019 — Foto: Agustin Marcarian/Reuters. Em 6 de julho passado, a Procuradoria Geral da Bolívia tinha acusado Morales de supostos crimes de terrorismo e seu financiamento e voltou a pedir sua prisão preventiva.

A Assembleia Legislativa da Bolívia, controlada pelo partido do ex-presidente Evo Morales, aprovou na quinta-feira a recomendação de um julgamento de responsabilidades contra a presidenta interina Jeanine Áñez e seus ministros pelos conflitos sociais do ano passado, que deixaram mais de 30 mortos.

A senadora conservadora Jeanine Áñez assumiu a presidência interina da Bolívia após a renúncia de Evo Morales © - A senadora conservadora Jeanine Áñez assumiu a presidência interina da Bolívia após a renúncia de Evo Morales

"A #ALP (Assembleia Legislativa Plurinacional) aprova relatório final sobre os massacres de Senkata, Sacaba e Yapacaní, que recomenda um julgamento de responsabilidades de Jeanine Áñez por genocídio e outros delitos", anunciou o Senado no Twitter.

Evo Morales pede renúncia de Almagro à OEA ou processo de destituição

  Evo Morales pede renúncia de Almagro à OEA ou processo de destituição O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, pediu nesta quinta-feira (22) a renúncia de Luis Almagro da secretaria-geral da OEA, ao defender que o triunfo eleitoral de seu Movimento ao Socialismo (MAS) no domingo demonstrou que não houve fraude nas eleições de 2019. Luis Arce e David Choquehuanca, que integraram a chapa para presidente e vice do Movimento ao Socialismo, venceram no domingo, ainda no primeiro turno, as eleições presidenciais da Bolívia com supervisão da OEA e da União Europeia com 54% dos votos.

Na quarta-feira (13), milhares de bolivianos , dentre eles representantes de grupos indígenas, saíram às ruas da capital da Bolívia para apoiar o

Desembargador Ricardo Roesler, que é presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e do tribunal de A defesa nega que houve crime de responsabilidade. Será instaurado um julgamento contra Oito dias depois, em 30 de julho, o legislativo abriu oficialmente o processo. A equidade foi concedida em setembro de 2019 . O TCE mandou suspender o pagamento do aumento em maio.

Em uma sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado, os parlamentares aprovaram a medida com dois terços dos integrantes presentes, depois que uma comissão de inquérito apresentou o relatório com a recomendação de julgamento.

Também aprovaram "processos penais contra 11 ministros e ex-ministros por violação de direitos garantias", completou o Senado.

Uma comissão legislativa controlada pelo partido Movimento Ao Socialismo (MAS) de Morales investigou por vários meses os incidentes registrados em vários pontos do país entre outubro e novembro de 2019. O relatório foi apresentado na terça-feira, a pouco mais de uma semana da posse do presidente eleito Luis Arce, também do MAS.

Uma investigação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) estabeleceu que durante os incidentes foram registradas 35 mortes, com atos graves na localidade de Sacaba, na região central de Cochabamba, e na zona de Senkata, na cidade de El Alto, vizinha de La Paz.

Evo Morales deixa a Argentina rumo à Venezuela

  Evo Morales deixa a Argentina rumo à Venezuela O ex-presidente boliviano Evo Morales, refugiado na Argentina, viajou na sexta-feira (23) de forma repentina para a Venezuela. Ele embarcou em um avião da companhia estatal venezuelana Conviasa, colocado à disposição pelo regime de Nicolás Maduro. Paralelamente, em La Paz, o Tribunal Supremo Eleitoral da Bolívia anunciou oficialmente a vitória do presidente eleito, Luis Arce, por 55,1% dos votos no primeiro turno. Márcio Resende, correspondente em Buenos AiresO ex-líder boliviano partiu da Argentina com destino à Venezuela sem anúncio prévio e sem que se saiba por quanto tempo ficará fora do país onde está refugiado.

Associações judaicas criticam governadora interina de SC por não dizer se é contra nazismo. A Confederação Israelita do Brasil (Conib) e a Associação Israelita Catarinense (AIC) pediram na quarta-feira (28) que a governadora em exercício de Santa Catarina, Daniela Reinehr (sem partido)

Em entrevista à Sputnik, Luis Arce afirmou que o presidente norte-americano, Donald Trump, vê a Bolívia, como toda a América Latina, como um quintal.

Após as eleições presidenciais de 20 de outubro de 2019 - que depois foram anuladas - foram registrados protestos da oposição em todo o país com denúncias de fraude a favor do então presidente Morales, que aspirava ser reeleito até 2025.

Os primeiros confrontos envolveram civis e depois manifestantes contra policiais e tropas das Forças Armadas em várias regiões. Morales renunciou em 10 de novembro e partiu para o exílio, primeiro no México e depois na Argentina.

A presidente do Senado, Eva Copa, do MAS, explicou que o relatório de recomendações será enviado ao MP, Procuradoria e Controladoria, para que considerem os processos de maneira separada.

Copa espera que a decisão final sobre o eventual julgamento de responsabilidades fique para o próximo Congresso, que iniciará a legislatura na próxima semana, novamente com maioria do MAS.

A chanceler Karen Longaric citou a possibilidade de julgamento em uma nota enviada na quinta-feira para ONU, União Europeia e Organização dos Estados Americanos (OEA), para denunciar um comportamento antidemocrático do futuro governo Arce.

Ela afirmou no texto que espera que as organizações adotem ações para prevenir atos "autoritários" do governo Arce.

jac/rsr/fp

'Convívio democrático avançou na Bolívia', diz presidente interina em sua última mensagem .
A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, afirmou nesta quinta-feira que a democracia avançou no país durante a sua gestão, de um ano, a três dias de entregar o cargo ao esquerdista Luis Arce. Há divergências de ideias, visões e interesses, mas ambos os lados sabem que o caminho para resolver essas diferenças é a democracia", declarou Jeanine em sua última mensagem à nação, transmitida pela TV. "Parto com a alegria de saber que entrego um sistema que respeita o voto popular, a lei e a liberdade política", assinalou a presidente interina, que assumiu o cargo em 12 de novembro de 2019, dois dias após a renúncia do esquerdista Evo Morales em meio a uma convulsão soc

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