Mundo 29% querem vacina dos EUA; só 9% dizem preferir imunizante da China

12:10  30 outubro  2020
12:10  30 outubro  2020 Fonte:   poder360.com.br

'Não será comprada', diz Bolsonaro sobre vacina chinesa

  'Não será comprada', diz Bolsonaro sobre vacina chinesa Em texto, Bolsonaro desautoriza o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Mensagem foi publicada no Facebook, em resposta a um comentário sobre o anúncio do Ministério da Saúde sobre aquisição de 46 milhões de doses da Coronavac , vacina da farmacêutica chinesa Sinovac que será produzida pelo Instituto Butantã. "Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da Ditadura chinesa", comentou um usuário. O presidente respondeu: "NÃO SERÁ COMPRADA", em caixa alta.

Um dirigente dos EUA minimizou a importância das ameaças da China em concretizar as ameaças Um dirigente dos EUA desconsiderou na quarta-feira o risco de Pequim concretizar as ameaças de O governo de Taiwan disse , na altura, que a recente proposta de compra de mísseis e outras armas

Mas queria que o site publicasse textos com opiniões diferentes e desse liberdade para os leitores decidissem quem está certo. No texto, Gleen relembrou a própria trajetória como jornalista, desde quando era colunista, e citou que sempre pediu liberdade para escrever o que quisesse , com

Pesquisa PoderData mostra que 29% dos brasileiros preferem tomar uma vacina contra covid-19 que seja feita nos Estados Unidos. Outros 20% afirmam que, se pudessem, escolheriam 1 imunizante que fosse feito por países da Europa.

Entre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, 33% preferem a vacina dos Estados Unidos e só 2% a da China © Pixabay/Edição Poder360 Entre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, 33% preferem a vacina dos Estados Unidos e só 2% a da China

O percentual dos que optam por vacinas desenvolvidas por farmacêuticas da China ou Rússia é menor, 9% e 3%, respectivamente.

Todas as taxas tiveram variação dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito de 17 a 19 de agosto.

Autoridades criticam Bolsonaro por veto à compra da vacina chinesa

  Autoridades criticam Bolsonaro por veto à compra da vacina chinesa Acordo previa 46 milhões de doses. Vacina é desenvolvida pela SinovacA reportagem do Poder360 apurou que Bolsonaro enviou mensagens a ministros com o seguinte teor: “Alerto que não compraremos vacina da China. Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19“. O presidente e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), são desafetos políticos.

Bingham disse em entrevista à BBC escocesa que estava otimista com a descoberta de uma vacina que "protegeria algumas pessoas da infecção e poderia reduzir a gravidade dos sintomas", mas é improvável que as primeiras sejam capazes de proteger a população inteira contra a infecção.

Bingham disse em entrevista à BBC escocesa que estava otimista com a descoberta de uma vacina que "protegeria algumas pessoas da infecção e poderia reduzir a gravidade dos sintomas", mas é improvável que as primeiras sejam capazes de proteger a população inteira contra a infecção.

  29% querem vacina dos EUA; só 9% dizem preferir imunizante da China © Fornecido por Poder360

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 26 a 28 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 488 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os brasileiros que representem de forma fiel o conjunto da população.

Como disputa entre Bolsonaro e Doria pode atrasar imunização dos brasileiros contra covid-19

  Como disputa entre Bolsonaro e Doria pode atrasar imunização dos brasileiros contra covid-19 Disputa com governador põe em risco verba de R$ 80 milhões para fábrica de vacinas do Instituto Butantan. Ideal seria investir no maior número possível de vacinas, dizem especialistas.Com apenas 67 caracteres, o presidente dinamitou um acordo de cerca de R$ 2 bilhões de reais. O Ministério da Saúde planejava a aquisição de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em conjunto com o Instituto Butantan, uma instituição pública do governo de São Paulo. O acordo tinha sido anunciado na tarde desta terça (20), pelo ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello.

Muçulmano, Jelloule se diz chocado com o atentado: "Isso não é o Islã. Eu conheço o Corão de cór, e não é isso que ele prega", disse . Ainda de acordo com a prima, a família só foi avisada que Simone era uma das vítimas às 18h30 (14h30 horário de Brasília).

Secretário de Estado dos EUA alerta contra ameaça da China à liberdade e diz : ‘O mundo livre deve triunfar sobre essa nova tirania’ O Secretário de Estado

O levantamento foi feito logo depois da repercussão do embate entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Adversários ferrenhos, o presidente e o tucano divergem sobre a obrigatoriedade da vacina.

Além disso, em 21 de outubro, em ato contrário à vacina da China, o Bolsonaro cancelou 1 acordo firmado pelo Ministério da Saúde para aquisição de 46 milhões de doses da CoronaVac, imunizante contra covid-19 desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Frente à resistência do governo federal, Doria decidiu fechar o contrato pela compra da CoronaVac. Das 46 milhões de doses do imunizante, 40 milhões serão produzidas no Brasil. Na última 4ª feira (28.out.2020), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a importação de matéria-prima da China para produção da vacina.

Bolsonaro cita “descrédito” com a China ao justificar veto à CoronaVac

  Bolsonaro cita “descrédito” com a China ao justificar veto à CoronaVac Diz que não tomará a vacina. Manterá Pazuello na SaúdeEm entrevista na noite desta 4ª feira (21.out.2020) à rádio Jovem Pan, o presidente disse que não tomará a vacina chinesa, que está na 3ª e última fase de testes, realizados em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Por isso, a administração de Xi Jinping prefere ver o aplicativo ser banido nos Estados Unidos do que permitir a venda para alguma empresa do país. Recentemente, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China subiu o tom contra os Estados Unidos.

Uma sofisticada campanha de hackers lançada a partir de computadores na China invadiu operadores de satélites, empresas de defesa e de telecomunicações nos Estados Unidos e no sudeste da Ásia, informaram pesquisadores de segurança da Symantec nesta terça-feira (19).

Os temas repercutiram fortemente na mídia, principalmente de forma negativa. Em grupos de WhatsApp, pipocaram vídeos de supostos médicos e profissionais de saúde –criticando e elogiando o governo.

Após a mobilização de partidos, tanto a obrigatoriedade da vacina quanto a desistência da compra da CoronaVac pelo governo federal serão analisadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

O PoderData também mostrou que 56% dos brasileiros defendem a obrigatoriedade da vacina e 36% são contra essa medida.

  29% querem vacina dos EUA; só 9% dizem preferir imunizante da China © Fornecido por Poder360

A divisão de pesquisas do Poder360 também indica que 63% dos brasileiros “com certeza tomariam” a vacina contra o coronavírus caso ela já estivesse disponível.

Estratificação

O PoderData separou o recorte da pesquisa por sexo, idade, região, escolaridade e renda. Observam-se os maiores percentuais de preferência nos seguintes grupos e regiões:

  • Vacina feita na China: homens (10%); pessoas de 60 anos ou mais (15%); os que têm ensino superior (12%); moradores do Nordeste (12%); e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (19%);
  • Vacina feita nos Estados Unidos – homens (32%); pessoas de 16 a 24 anos (43%); os que têm só o ensino fundamental (33%); moradores da região Norte (43%); e os desempregados ou sem renda fixa (33%);
  • Vacina feita na Europa – homens (25%); os que têm de 25 a 44 anos e os que têm 60 anos ou mais (22% em cada estrato); os que têm ensino médio e superior (26% em cada estrato);  moradores do Sul (27%) e os que ganham mais de 10 salários mínimos (43%);
  • Vacina feita na Rússia – mulheres (4%); os que têm de 16 a 24 anos e de 45 a 59 anos (3% em cada estrato); os que têm apenas o ensino fundamental (3%); moradores do Centro-Oeste (10%); e os desempregados ou sem renda fixa (4%).

Leia a estratificação completa no infográfico abaixo:

Covid-19: que vacinas estão à frente na corrida?

  Covid-19: que vacinas estão à frente na corrida? Há três fases de teste pelos quais potenciais vacinas devem passar antes de serem enviadas às autoridades reguladoras para aprovação. Veja quais são os projetos mais promissores. © Wang Zhao/AFP/Getty Images A CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac Biotech, é uma das vacinas inativadas na corrida Em 21 de janeiro, antes mesmo que a epidemia tivesse sido notada em outras partes do mundo, pesquisadores na China publicaram a sequência do genoma do coronavírus. Começava então a corrida por uma vacina. A primeira candidata começou os testes em humanos em 16 de março.

Historiadora diz que Presidente quebrou a confiança que a Europa tinha no seu país. Além disso, a ação estruturante dos EUA tem sido frequentemente unilateral e a desconsiderar consensos internacional. MacMillian tem uma visão semelhante: "Não quero dar muito crédito ao Trump, mas

Meteorologia. 29 OUTUBRO 2020. Pompeo alertou para a "agressividade" da China no mar do Sul da China , que Pequim reivindica quase na totalidade, apesar dos protestos dos países vizinhos. Até então, a política dos EUA consistia em insistir que as disputas marítimas entre a China e os seus

  29% querem vacina dos EUA; só 9% dizem preferir imunizante da China © Fornecido por Poder360

Atualmente, estão sendo realizados 4 estudos clínicos de vacinas contra o coronavírus no Brasil, todos estão na 3ª e última fase de testes. Eis quais são:

  • Vacina de Oxford – produzida pelo laboratório sueco AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, da Inglaterra;
  • CoronaVac – desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan;
  • Vacina BNT162b1 – desenvolvida pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech e pela farmacêutica norte-americana Pfizer;
  • Vacina Jansen-Cilag – produzida pela farmacêutica belga Janssen, do grupo norte-americano Johnson-Johnson.

No mundo, a 1ª vacina que recebeu aprovação regulatória foi a da Rússia: a Sputinik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Moscou. Na última 3ª feira (27.out.2020), o país pediu à OMS (Organização Mundial da Saúde) a aprovação do uso emergencial do imunizante.

VACINA X BOLSONARO

O presidente Jair Bolsonaro e parte da sua base de apoio, inclusive seus filhos, glorificam rotineiramente a aproximação da administração federal com o governo dos Estados Unidos, que antecipou em julho a compra de US$ 1,95 bilhão em vacinas da Pfizer e BioNTech.

Bolsonaro, no entanto, ainda não manifestou nenhuma preferência sobre alguma vacina, mas se disse contrário à da China. Na última 2ª feira (26.out.2020), o presidente ainda defendeu o investimento no tratamento da doença ao invés da produção de 1 imunizante contra o coronavírus, que já matou mais de 158,4 mil pessoas no país.

Fórum dos Leitores

  Fórum dos Leitores Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.Contra o povo

“Não é mais fácil e até mais barato investir na cura do que na vacina?”, questionou seus apoiadores. “Pelo que tudo indica, todo mundo que tratou precocemente com uma destas 3 alternativas aí [hidroxicloroquina, ivermectina e o vermífugo Anitta] foi curado”, disse.

O posicionamento do presidente parece influenciar os que avaliam positivamente seu trabalho individual na Presidência. Dos que acham o Bolsonaro “ótimo” ou “bom”, 33% preferem tomar uma vacina feita nos Estados Unidos e só 2% preferem 1 imunizante produzido pela China.

Já dos que acham o presidente “ruim” ou “péssimo”, 29% preferem uma fórmula desenvolvida na Europa. Outros 18% preferem a produção chinesa e 2% preferem uma feita na Rússia.

  29% querem vacina dos EUA; só 9% dizem preferir imunizante da China © Fornecido por Poder360

Considerando a avaliação do governo federal em geral, dos que aprovam o governo, 36% têm preferência por uma vacina norte-americana e só 2% optam pela russa.

Entre os que desaprovam o governo, 29% preferem 1 imunizante produzido na Europa, 18% a dos EUA, 17% a da China e só 2% querem a da Rússia.

PODERDATA

Leia mais sobre a pesquisa PoderData:

  • Governo Bolsonaro é aprovado por 48% e desaprovado por 42%, mostra PoderData;

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56% acham que vacina contra a covid-19 deve ser obrigatória; 36% são contra .
Bolsonaristas rejeitam mais a medida. Leia o levantamento do PoderData.Os que disseram que a imunização deverá ser compulsória, mas só em pessoas do grupo de risco são 3%.

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