Mundo: Protestos contra Maduro mobilizam universitários na Venezuela - PressFrom - Brasil

MundoProtestos contra Maduro mobilizam universitários na Venezuela

18:32  12 fevereiro  2019
18:32  12 fevereiro  2019 Fonte:   brasil.rfi.fr

Rússia denuncia 'ingerência' europeia após reconhecimento de Guaidó

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Os Estados Unidos convocou nesta quinta-feira (24), uma reunião no Conselho de Segurança da ONU para tratar da crise na Venezuela . Durante protestos contra

Opositores se reúnem em protesto contra Maduro na Venezuela — Foto: REUTERS/Adriana Loureiro. Os partidários do chefe de Estado também se mobilizaram em Caracas. As duas manifestações foram convocadas para começar ao mesmo tempo (12h pelo horário de Brasília), e a

Protestos contra Maduro mobilizam universitários na Venezuela © REUTERS/Manaure

Essa terça feira (12) será mais uma vez marcada por manifestações populares na Venezuela e uma queda de braço entre o opositor e presidente interino autoproclamado Juan Guaidó e o presidente Nicolás Maduro.

"É hora de se unir e lutar", escreveu Guaidó, o líder da oposição, em uma mensagem no Twitter.

Muitos jovens da Universidade Central da Venezuela se preparam para a participar da manifestação, como o estudante universitário Luís, que se tornou voluntário para a organização dos protestos. “Quando Guaidó lançou a página recrutando voluntários, ela ficou sobrecarregada na mesma hora. Aqui na universidade muitos se inscreveram para ajudar na logística, tanto na rua quanto nas redes sociais”, completa.

Dez dissidentes das Farc são mortos em operação militar na Colômbia

Dez dissidentes das Farc são mortos em operação militar na Colômbia Dez dissidentes das Farc são mortos em operação militar na Colômbia Dez dissidentes da ex-guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), entre eles um dos líderes que recusou o acordo de paz de 2016, foram mortos durante uma operação militar, informou o governo neste sábado (2). Rodrigo Cadete, de 52 anos, dos quais quase 40 em rebelião armada contra o Estado, foi morto pelas forças especiais do Exército e da polícia em Caquetá (sul do país), de acordo com o ministro da Defesa, Guillermo Botero.

Jovens venezuelanos organizaram uma vigília na terça-feira para recordar as pessoas mortas em protestos e os presos políticos. Enquanto isso, continua a disputa entre o presidente Nicolás Maduro e o opositor Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino por quase 50 países.

Da redação – Neste sábado (02), ocorrem gigantescos protestos em toda a Venezuela em apoio ao presidente legítimo Nicolás Maduro e contra o golpe em andamento promovido pela direita patrocinada pelos Estados Unidos, e contra a possível invasão do imperialismo para destruir as organizações

O campus localizado no coração da capital Caracas está mais vazio do que de costume. Maria, 22 anos, conta que muitos colegas deixaram os estudos depois do início da violência no país. “Quase todos os meus amigos se foram por causa da insegurança e da violência”, relata a jovem. “Estão tirando o nosso futuro”, disse a estudante entrevistada pela RFI. “Nós jovens temos que lutar por nossa liberdade”, completou.

Ajuda humanitária

A disputa de poder entre Guaidó e Maduro se concentra essa semana principalmente na questão da ajuda humanitária. Carregamentos de alimentos e remédios estão bloqueados há cinco dias em um depósito no lado colombiano da fronteira com a Venezuela.

"Estamos voltando para as ruas para exigir a entrada da ajuda humanitária que salvará vidas de mais de 300.000 venezuelanos em perigo ", disse Guaidó, que deu sinal verde para a entrada dos carregamentos. Porém, Nicolás Maduro considera que a ajuda humanitária representa uma intervenção militar da parte dos Estados Unidos.

Trump afirma que invadir Venezuela ‘é uma opção’

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A oposição saiu às ruas nesta quarta-feira em uma nova jornada de protestos em toda a Venezuela para exigir a saída do presidente Nicolás Maduro , em meio a uma nova escalada de tensões, após o Tribunal Supremo de Justiça aprovar uma investigação contra o líder oposicionista Juan Guaidó.

EM REPRODUÇÃO: Mundo. Protestos e manifestações contra Maduro agitam Venezuela . Venezuela : Santos Silva diz que parlamento tem "legitimidade eleitoral intocável".

“Um genocídio silencioso acontece na Venezuela e o que a comunidade internacional pretende garantir de maneira justa e ordenada é que os venezuelanos tenham acesso aos alimentos que tanto necessitam”, afirma a ex-deputada do movimento Vente Venezuela, Maria Corino Machado.

Guaidó convocou seus partidários a saírem às ruas na tentativa de convencer as Forças Armadas a liberarem a entrada dos caminhões com suprimentos no país. O opositor vai liderar a manifestação na zona leste de Caracas, mas os protestos foram convocados em todo o país.

A divergência sobre a entrada da ajuda humanitária na Venezuela acontece em plena crise econômica, com escassez de remédios e alimentos, em um país afetado pela hiperinflação. Segundo as Nações Unidas, mais de 2 milhões de venezuelanos já fugiram do país desde 2015. O número representa 7% da população da Venezuela.

Representante do Movimento pela Democracia e a Inclusão, Nicmer Evans, contesta o segundo mandato de Nicolás Maduro, iniciado em 10 de janeiro.  “Somos um governo de oposição ao governo de Maduro, ao que resta do chavismo no governo”, explica. “Somos parte do movimento amplo Venezuela Livre e assumimos que Juan Guaidó, como presidente da Assembleia Nacional, estava na obrigação de aplicar o artigo 233 da Constituição porque, em 20 de maio, as eleições foram ilegais”, completa.

Maduro rejeita ultimato europeu: 'Não darei o braço a torcer por covardia'

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O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela se declarou presidente interino do país. Juan Guaidó foi imediatamente reconhecido pelos estados unidos e pelo brasil. Pelo segundo dia seguido, as ruas da Venezuela tiveram protestos contra e a favor do presidente Nicolás maduro , que foi

Atos pró- Maduro . Além dos protestos contra o regime, a Venezuela contou também com atos de apoio ao regime. Milhares de simpatizantes do governo venezuelano saíram às ruas para comemorar os 20 anos da chamada Revolução Bolivariana, promovida pelo ex-presidente Hugo Chávez, morto

O artigo prevê que o presidente da Assembleia Nacional pode assumir o governo do país em caso de falta do presidente da República seja por morte, renúncia, incapacidade física e mental, entre outros casos.

Imperialismo

Em resposta à manifestação convocada por Guaidó, Nicolás Maduro pretende reunir jovens de esquerda em uma passeata contra a "intervenção imperialista" na Praça Bolívar, centro de Caracas, onde o governo recolhe assinaturas de repúdio ao presidente americano Donald Trump.

“É importante dizer aos companheiros das Forças Armadas que ainda preservam valores de soberania que não é preciso a chegada de estrangeiros para que o império tome o controle, pois já somos controlados pelo império russo, chinês e o governo cubano”, diz Evans. “Se queremos evitar o imperialismo no país, a primeira coisa a fazer é retirar esse governo que entregou o controle de nossas matérias-primas a empresas russas, chinesas e turcas de maneira antinacionalista”, conclui.

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Vídeo: Elefante agarra adolescente que tirava selfie na Tailândia (Via KameraOne)

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Os protestos foram convocados pelo líder opositor, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, como parte de uma estratégia de pressionar o chavismo dentro e fora da Venezuela . Entenda o motivo das manifestações contra Maduro na Venezuela .

Espanha e Reino Unido reconhecem Guaidó como novo presidente interino da Venezuela.
Espanha e Reino Unido reconhecem Guaidó como novo presidente interino da Venezuela . O Reino Unido anunciou seu posicionamento pelo Twitter. "Nicolas Maduro não organizou novas eleições no prazo de oito dias que havíamos determinado. O Reino Unido e seus aliados europeus reconhecem @jguaido como presidente constitucional até que novas eleições possam ser realizadas”, escreveu o ministro das Relações Exteriores, Jeremy Hunt.

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