Mundo: Protestos contra Maduro mobilizam universitários na Venezuela - PressFrom - Brasil

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18:32  12 fevereiro  2019
18:32  12 fevereiro  2019 Fonte:   brasil.rfi.fr

Rússia denuncia 'ingerência' europeia após reconhecimento de Guaidó

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Os Estados Unidos convocou nesta quinta-feira (24), uma reunião no Conselho de Segurança da ONU para tratar da crise na Venezuela . Durante protestos contra

VENUZUELANOS FIZERAM PROTESTO CONTRA POSSE DE MADURO # Venezuela #RiodeJaneiro Fonte: GloboNews – Jornal GloboNews. Alta inflação | Crise na Venezuela - Продолжительность: 6:37 Jornalismo TV Cultura 52 188 просмотров.

Protestos contra Maduro mobilizam universitários na Venezuela © REUTERS/Manaure

Essa terça feira (12) será mais uma vez marcada por manifestações populares na Venezuela e uma queda de braço entre o opositor e presidente interino autoproclamado Juan Guaidó e o presidente Nicolás Maduro.

"É hora de se unir e lutar", escreveu Guaidó, o líder da oposição, em uma mensagem no Twitter.

Muitos jovens da Universidade Central da Venezuela se preparam para a participar da manifestação, como o estudante universitário Luís, que se tornou voluntário para a organização dos protestos. “Quando Guaidó lançou a página recrutando voluntários, ela ficou sobrecarregada na mesma hora. Aqui na universidade muitos se inscreveram para ajudar na logística, tanto na rua quanto nas redes sociais”, completa.

Espanha e Reino Unido reconhecem Guaidó como novo presidente interino da Venezuela

Espanha e Reino Unido reconhecem Guaidó como novo presidente interino da Venezuela Espanha e Reino Unido reconhecem Guaidó como novo presidente interino da Venezuela . O Reino Unido anunciou seu posicionamento pelo Twitter. "Nicolas Maduro não organizou novas eleições no prazo de oito dias que havíamos determinado. O Reino Unido e seus aliados europeus reconhecem @jguaido como presidente constitucional até que novas eleições possam ser realizadas”, escreveu o ministro das Relações Exteriores, Jeremy Hunt.

A Venezuela enfrenta numa grave crise econômica, social e política que se aprofundou no início deste ano, quando, em 10 de janeiro, Maduro tomou posse para um segundo mandato, após eleições que não foram reconhecidas pela oposição e pela maior parte da comunidade internacional.

Opositores se reúnem em protesto contra Maduro na Venezuela — Foto: REUTERS/Adriana Loureiro. Os partidários do chefe de Estado também se mobilizaram em Caracas. As duas manifestações foram convocadas para começar ao mesmo tempo (12h pelo horário de Brasília), e a

O campus localizado no coração da capital Caracas está mais vazio do que de costume. Maria, 22 anos, conta que muitos colegas deixaram os estudos depois do início da violência no país. “Quase todos os meus amigos se foram por causa da insegurança e da violência”, relata a jovem. “Estão tirando o nosso futuro”, disse a estudante entrevistada pela RFI. “Nós jovens temos que lutar por nossa liberdade”, completou.

Ajuda humanitária

A disputa de poder entre Guaidó e Maduro se concentra essa semana principalmente na questão da ajuda humanitária. Carregamentos de alimentos e remédios estão bloqueados há cinco dias em um depósito no lado colombiano da fronteira com a Venezuela.

"Estamos voltando para as ruas para exigir a entrada da ajuda humanitária que salvará vidas de mais de 300.000 venezuelanos em perigo ", disse Guaidó, que deu sinal verde para a entrada dos carregamentos. Porém, Nicolás Maduro considera que a ajuda humanitária representa uma intervenção militar da parte dos Estados Unidos.

Maduro rejeita ultimato europeu: 'Não darei o braço a torcer por covardia'

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São Paulo – Protestos violentos irromperam em Caracas, capital da Venezuela , na segunda-feira, depois que alguns membros das forças armadas realizaram um motim contra o governo do presidente Nicolás Maduro . Segundo o Ministério da Defesa da Venezuela , um “pequeno grupo” de guardas

Venezuela tem novos protestos após mais um apagão no país. Leia também: Venezuela vive nova onda de protestos após Guaidó perder os direitos políticos. Na véspera (30), Juan Guaidó, o autoproclamado presidente interino da Venezuela , havia pedido aos cidadãos contrários ao regime

“Um genocídio silencioso acontece na Venezuela e o que a comunidade internacional pretende garantir de maneira justa e ordenada é que os venezuelanos tenham acesso aos alimentos que tanto necessitam”, afirma a ex-deputada do movimento Vente Venezuela, Maria Corino Machado.

Guaidó convocou seus partidários a saírem às ruas na tentativa de convencer as Forças Armadas a liberarem a entrada dos caminhões com suprimentos no país. O opositor vai liderar a manifestação na zona leste de Caracas, mas os protestos foram convocados em todo o país.

A divergência sobre a entrada da ajuda humanitária na Venezuela acontece em plena crise econômica, com escassez de remédios e alimentos, em um país afetado pela hiperinflação. Segundo as Nações Unidas, mais de 2 milhões de venezuelanos já fugiram do país desde 2015. O número representa 7% da população da Venezuela.

Representante do Movimento pela Democracia e a Inclusão, Nicmer Evans, contesta o segundo mandato de Nicolás Maduro, iniciado em 10 de janeiro.  “Somos um governo de oposição ao governo de Maduro, ao que resta do chavismo no governo”, explica. “Somos parte do movimento amplo Venezuela Livre e assumimos que Juan Guaidó, como presidente da Assembleia Nacional, estava na obrigação de aplicar o artigo 233 da Constituição porque, em 20 de maio, as eleições foram ilegais”, completa.

Ao menos 28 haitianos morrem em naufrágio nas Bahamas, diz Marinha

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O autoproclamado presidente interino da Venezuela , Juan Guaidó, anunciou neste sábado (2) uma nova Ao pedir a seus seguidores para "continuarem mobilizados nas ruas", Guaidó convocou duas "mobilizações Opositores se reúnem em protesto contra Maduro na Venezuela — Foto

A Venezuela voltou a sofrer, nesta sexta-feira, um grande apagão, na véspera dos protestos convocados pelo líder opositor Juan Guaidó contra a situação caótica do país, que atribui ao governo do presidente Nicolás Maduro , escreve a France Press. Caracas e outras grandes cidades da

O artigo prevê que o presidente da Assembleia Nacional pode assumir o governo do país em caso de falta do presidente da República seja por morte, renúncia, incapacidade física e mental, entre outros casos.

Imperialismo

Em resposta à manifestação convocada por Guaidó, Nicolás Maduro pretende reunir jovens de esquerda em uma passeata contra a "intervenção imperialista" na Praça Bolívar, centro de Caracas, onde o governo recolhe assinaturas de repúdio ao presidente americano Donald Trump.

“É importante dizer aos companheiros das Forças Armadas que ainda preservam valores de soberania que não é preciso a chegada de estrangeiros para que o império tome o controle, pois já somos controlados pelo império russo, chinês e o governo cubano”, diz Evans. “Se queremos evitar o imperialismo no país, a primeira coisa a fazer é retirar esse governo que entregou o controle de nossas matérias-primas a empresas russas, chinesas e turcas de maneira antinacionalista”, conclui.

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Vídeo: Elefante agarra adolescente que tirava selfie na Tailândia (Via KameraOne)

Israel começa a construir barreira na fronteira com a Faixa de Gaza

Israel começa a construir barreira na fronteira com a Faixa de Gaza Israel começa a construir barreira na fronteira com a Faixa de Gaza , e vai erguer uma barreira de aço galvanizado de seis metros de altura que percorrerá todo o comprimento do território. O Ministério da Defesa de Israel publicou uma declaração neste domingo afirmando que havia iniciado a construção de uma barreira sobre o solo que complementa o muro subterrâneo, cujo objetivo é impedir túneis do Hamas abaixo da fronteira. A construção da cerca vem após meses de protestos em massa de palestinos em Gaza ao longo da fronteira. Quase 190 palestinos foram mortos por fogo israelense desde o início, em março.

Dia de protestos contra e a favor do governo na Venezuela . Opositores e apoiadores do regime de Nicolás Maduro foram às ruas neste sábado (9) para protestar na Venezuela , em meio ao agravamento da crise no país

Os protestos foram convocados pelo líder opositor, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, como parte de uma estratégia de pressionar o chavismo dentro e fora da Venezuela . Entenda o motivo das manifestações contra Maduro na Venezuela . Mais conteúdo sobre

Justiça venezuelana proíbe Juan Guaidó de deixar o país.
Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, que é alinhado com o regime chavista, também congelou bens do líder oposicionista

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