Mundo Opositora bielorrussa diz sentir-se segura na UE após recusa à sua extradição

22:41  06 março  2021
22:41  06 março  2021 Fonte:   afp.com

EUA entregam ao Japão dois acusados por fuga de Ghosn, diz fonte

  EUA entregam ao Japão dois acusados por fuga de Ghosn, diz fonte EUA entregam ao Japão dois acusados por fuga de Ghosn, diz fonteBOSTON (Reuters) - Um pai e um filho norte-americanos acusados de ajudarem Carlos Ghosn, ex-presidente da Nissan Motor a fugir do Japão foram entregues nesta segunda-feira às autoridades japonesas para serem extraditados dos Estados Unidos, disse uma fonte familiarizada com o assunto.

A líder opositora bielorrussa Svetlana Tikhanovskaya declarou neste sábado (6) que se sente em segurança na União Europeia (UE), após a recusa de um dos membros do bloco, a Lituânia, a extraditá-la para seu país.

A líder opositora bielorrussa Svetlana Tikhanovskaya participa de manifestação em Lisboa, em 6 de março de 2021, em solidariedade a presos políticos em Belarus © PATRICIA DE MELO MOREIRA A líder opositora bielorrussa Svetlana Tikhanovskaya participa de manifestação em Lisboa, em 6 de março de 2021, em solidariedade a presos políticos em Belarus

"Sinto-me fisicamente em segurança na União Europeia", declarou Tikhanovskaya em Lisboa, aonde viajou para um encontro com membros da comunidade bielorrussa na capital portuguesa, onde foi celebrada uma manifestação de apoio aos presos políticos que reuniu uma centena de pessoas.

Jornalista e médico bielorrussos são condenados à prisão em Belarus

  Jornalista e médico bielorrussos são condenados à prisão em Belarus Uma jornalista bielorrussa e um médico foram condenados à prisão nesta terça-feira (2) pelas suas revelações sobre a morte de um manifestante da oposição após ser preso. O governo do presidente Alexander Lukashenko reprime desde o ano passado um movimento de protestos surgido após a polêmica reeleição em agosto do chefe de Estado, que governa desde 1994. Katerina Borisevich, de 36 anos, jornalista do portal independente Tut.by, e Artiom Sorokin, médico de 37 anos, foram declarados culpados por "revelar um segredo médico com circunstâncias agravantes" após um julgamento a portas fechadas.

Tikhanovskaya buscou refúgio na Lituânia após a repressão desencadeada em Belarus pelos protestos provocados pelas polêmicas eleições de 2020.

O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, foi reeleito nas eleições de agosto, um resultado que não foi reconhecido nem pela União Europeia, nem pelos Estados Unidos.

As autoridades lituanas repudiaram taxativamente o pedido bielorrusso na sexta-feira.

"Todo mundo entende que esta demanda tem motivações políticas", disse a opositora.

A procuradoria bielorrussa pediu a extradição de Tikhanovskaya por crimes contra a ordem pública e a segurança.

Durante sua estadia em Lisboa, Tikhanovskaya foi recebida pelo primeiro-ministro português, Antonio Costa.

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