Mundo Dois jornalistas espanhóis e um irlandês são mortos em Burkina Faso

00:26  28 abril  2021
00:26  28 abril  2021 Fonte:   afp.com

Policia dispersa jornalistas em manifestação antirracista nos EUA

  Policia dispersa jornalistas em manifestação antirracista nos EUA A polícia dispersou vários jornalistas na sexta-feira nos arredores de Minneapolis, nos Estados Unidos, durante manifestações de protesto contra a morte de Daunte Wright nas mãos de uma policial branca durante uma blitz de trânsito. É também nesta grande metrópole do norte dos Estados Unidos que é julgado Derek Chauvin, o ex-policial branco acusado do assassinato de George Floyd no ano passado. Pouco antes da entrada em vigor do toque de recolher às 22h (03h GMT) decretado pelas autoridades, a polícia deu ordem por alto-falante para que a multidão se dispersasse antes de colocar várias dezenas de policiais em equipamento de choque.

Três jornalistas , incluindo dois espanhóis e um irlandês , foram raptados. Os raptores conseguiram levar equipamento militar. Estão em curso operações de busca", afirmou uma fonte militar, que solicitou o anonimato, em declarações à agência de notícias espanhola Efe. De acordo com fontes locais e de segurança, um cidadão do Burkina Faso também desapareceu após o ataque, que deixou também três pessoas feridas. Os dois espanhóis e o irlandês dados como desaparecidos são " jornalistas e formadores que trabalham para uma ONG que opera na área da proteção do ambiente", de acordo

"Três jornalistas , incluindo dois espanhóis e um irlandês , foram raptados. Os raptores conseguiram levar equipamento militar. Estão em curso operações de busca", afirmou uma fonte militar, que solicitou o anonimato, em declarações à agência de notícias espanhola Efe. O Governo espanhol também confirmou esta terça-feira o desaparecimento de dois dos seus nacionais após o ataque, na segunda-feira, a uma patrulha contra a caça ilegal, composta por militares do Burkina Faso e guardas-florestais e que era acompanhada por um espanhol e um irlandês . " Dois cidadãos espanhóis que estavam

Dois jornalistas espanhóis e um irlandês que estavam desaparecidos em Burkina Faso foram assassinados por homens armados que os sequestraram na segunda-feira em uma região com intensa atividade de caça ilegal, informaram fontes oficiais nesta terça (27).

A patrulha © OLYMPIA DE MAISMONT A patrulha "foi alvo de um ataque na região de Fada N'Gourma-Pama", informou um funcionário local Mapa de Burkina Faso localizando as cidades de Fada N'Gourma e Pama, onde desapareceram dois espanhóis, um irlandês e um burkinês em 26 de abril de 2021. © Paz PIZARRO Mapa de Burkina Faso localizando as cidades de Fada N'Gourma e Pama, onde desapareceram dois espanhóis, um irlandês e um burkinês em 26 de abril de 2021.

"Confirma-se a pior das notícias", assegurou o chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, ao informar pelo Twitter sobre o assassinato dos jornalistas espanhóis David Beriáin e Roberto Fraile.

Consequências regionais pouco claras após morte de Déby no Chade

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Two Spanish journalists killed in Burkina Faso attack. Todo el cariño para los familiares y allegados de David Beriain y Roberto Fraile, asesinados en Burkina Faso . Y nuestro reconocimiento a quienes, como ellos, realizan a diario un periodismo valiente y esencial desde las zonas de conflicto.

“Temos dois cidadãos espanhóis desaparecidos”, confirmaram fontes do ministério espanhol das Relações Exteriores, destacando que estão em contato com as autoridades locais e com as famílias. Segundo fontes locais e de segurança, entre os desaparecidos há também um irlandês e um burkinês. O ataque deixou também três pessoas feridas. Os ocidentais desaparecidos eram “ jornalistas -instrutores que trabalham para uma ONG de proteção do meio ambiente”, disse fonte de segurança burkinesa. O ataque foi obra de homens armados que circulavam em duas vans e cerca

O Ministério de Relações Exteriores da Irlanda, sem dar detalhes, disse que "esteve em contato com a família do cidadão irlandês e proporcionou todo o apoio consular possível".

"É muito lamentável, os três ocidentais foram executados por terroristas", declarou à AFP um alto funcionário dos serviços de segurança em Burkina Faso.

Os dois espanhóis e o irlandês acompanhavam uma patrulha contra a caça ilegal quando foi atacada na segunda-feira na região de Fada N'Gourma-Pama, no leste do país africano.

Segundo testemunhas, os três europeus e um burquinense - que continua desaparecido - foram sequestrados e eram intensamente procurados nesta terça-feira cedo pelas forças de segurança de Burkina Faso.

O ataque, que também deixou três feridos, foi uma obra de homens armados que circulavam em duas caminhonetes e uma dezena de mortos, segundo fontes de segurança, destacando que os autores do ataque levaram armas e material, inclusive duas caminhonetes e um drone.

Coluna Baloncesto (24/04/2021)

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- Repórteres experientes -

A ministra espanhola de Assuntos Exteriores, Arancha González Laya, explicou durante coletiva de imprensa que os dois jornalistas espanhóis estavam "trabalhando em um documentário sobre as operações que Burkina Faso organiza para proteger os parques nacionais" e "seus recursos naturais contra a caça ilegal".

González Laya informou que Beriáin era originário de Pamplona em Navarra (norte) e Fraile, de Baracaldo, no País Basco (norte).

Beriáin, ex-jornalista de guerra da CNN+ (braço espanhol da CNN, que deixou de operar em 2010), tinha fundado a produtora "93metros", especializada em "grandes formatos documentais que dão acesso a mundos clandestinos", segundo sua conta no Linkedin.

Fraile, que segundo veículos espanhóis tinha sido ferido em 2012 na Síria, trabalhava "há pouco" para o canal de televisão CyLTV (canal de Leão e Castela), segundo um tuíte do veículo mostrando fotos do jornalista atrás de uma câmera.

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Burkina Faso is a landlocked country in West Africa that covers an area of around 274,200 square kilometres (105,900 sq mi) and is bordered by Mali to the northwest, Niger to the northeast

Les autorités espagnoles ont confirmé la mort des deux journalistes espagnols pris en otages dans l'est du Burkina Faso le 26 avril. Selon Reuters, leur confrère irlandais également enlevé est aussi décédé.

O chefe de governo espanhol expressou no Twitter seu "reconhecimento àqueles que, como eles, realizam diariamente um jornalismo corajoso e essencial nas zonas de conflito".

O chefe de política externa da União Europeia, Josep Borrell, disse que "os terroristas mostraram mais uma vez sua covardia e seu rosto criminoso: os defensores de um obscurantismo que aniquila toda a liberdade de expressão".

"Esta tragédia confirma os grandes perigos que enfrentam os jornalistas no Sahel", disse em Paris Christophe Deloire, secretário-geral da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

- Ataques jihadistas frequentes -

Nos últimos anos ocorreram vários sequestros de estrangeiros em Burkina Faso.

Um casal de australianos foi sequestrado em Djibo, na fronteira com o Mali e o Níger, na noite de 15 de janeiro de 2016, durante uma ação aparentemente coordenada com atentados em Uagadugu.

Essa noite, os jihadistas abriram fogo em cafeterias, restaurantes e hotéis da avenida Kwame-Nkrumah, o centro da vida noturna de Uagadugu, deixando 30 mortos e 71 feridos.

Os sequestradores entregaram a mulher, Jocelyn Elliot, às autoridades nigerinas aproximadamente um ano depois. O homem continua desaparecido.

Em dezembro de 2018, um casal ítalo-canadense desapareceu na rodovia entre Bobo-Dioulasso e Uagadugu. Foi libertado no vizinho Mali, depois de mais de um ano de cativeiro.

Desde 2015, os ataques jihadistas são cada vez mais frequentes no país.

A princípio, os ataques atribuídos a grupos jihadistas - como o Grupo de Apoio ao Islã e os Muçulmanos (GSIM), afiliado à Al Qaeda e o Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS) - tiveram como cenário o norte do país, na fronteira com o Mali.

Mas, com o tempo, se espalharam para a capital e outras regiões, principalmente do leste e do noroeste.

Desde 2015, as ações violentas dos jihadistas deixaram mais de 1.200 mortes e mais de um milhão de deslocados.

ab-stb/ybl/erl/tjc/mis/mvv

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A China está cada vez mais fechando suas portas para a imprensa estrangeira, janela fundamental para entender o complexo país, alerta o analista Jeremy Goldkorn.E a situação só está piorando: no ano passado, o país expulsou pelo menos 18 correspondentes estrangeiros. Neste mês, o jornalista da BBC John Sudworth se juntou ao grupo de jornalistas que tiveram de deixar a China continental. Ele se mudou para Taiwan em meio a assédio e perseguição pelas autoridades.

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