Mundo Colômbia se compromete com CIDH a esclarecer homicídios durante protestos

07:10  11 junho  2021
07:10  11 junho  2021 Fonte:   afp.com

Colômbia: CIDH avaliará mais de 500 casos de violações de direitos humanos

  Colômbia: CIDH avaliará mais de 500 casos de violações de direitos humanos A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) avaliará 584 suspeitas de violações de direitos humanos no contexto dos sangrentos protestos na Colômbia. A maioria dos casos está nas mãos do poder público, conforme relatado pela Ouvidoria nesta segunda-feira (7). Por Astrid Pilpe, da redação da RFI O povo colombiano vive mais de um mês de sangrentas manifestações que eclodiram em 28 de abril em resposta ao aumento de impostos promovido pelo presidente Iván Duque, decisão depois descartada sob pressão de centenas de milhares de pessoas nas ruas.

El gobierno de Colombia se comprometió con la Comisión Interamericana de Derechos Humanos ( CIDH ) a investigar 21 homicidios ocurridos durante las cruentas protestas antigubernamentales, al cierre este jueves de la visita extraordinaria del organismo para evaluar la situación tras casi mes y medio de crisis. El presidente Iván Duque está "totalmente comprometido en que se sigan haciendo todas las investigaciones ( ) sobre las causas de la muerte de esas 21 personas que tristemente ya se ha comprobado que fallecieron como consecuencia de estas protestas", expresó la vicepresidenta y

A CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos) irá avaliar 584 supostos casos de violação dos direitos humanos durante os protestos na Colômbia , a maioria pelas forças públicas, anunciou a Defensoria do Povo hoje. O escritório da Defensoria entregou à comissão, em visita ao país, um As manifestações acontecem diariamente, com intensidades diferentes e confrontos violentos entre civis e as forças públicas. A polícia está na mira da comunidade internacional, que denuncia excessos por parte da mesma. A CIDH , com sede em Washington e vinculada à OEA (Organização dos Estados

O governo da Colômbia se comprometeu nesta quinta-feira com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) a investigar 21 homicídios ocorridos durante os protestos contra o governo, ao final da visita extraordinária da comissão para avaliar a situação no país após mais de um mês de crise.

(9 jun) Polícia controla manifestantes (não fotografados) durante protesto contra o governo em Medellín © JOAQUIN SARMIENTO (9 jun) Polícia controla manifestantes (não fotografados) durante protesto contra o governo em Medellín

O presidente Iván Duque está "totalmente comprometido com o prosseguimento de todas as investigações sobre as causas da morte dessas 21 pessoas, que, infelizmente, comprovou-se que ocorreu em consequência desses protestos", expressou a vice-presidente e chanceler, Marta Lucía Ramírez, após reunião com membros da CIDH em Bogotá.

Comissão Interamericana de Direitos Humanos vai à Colômbia em meio a protestos contra governo

  Comissão Interamericana de Direitos Humanos vai à Colômbia em meio a protestos contra governo Comissão Interamericana de Direitos Humanos vai à Colômbia em meio a protestos contra governoPor Luis Jaime Acosta

Manifestantes con pancartas y banderas de Colombia reciben a la Comisión Interamericana de Derechos Humanos ( CIDH ), en Bogotá.Carlos Ortega / EFE. La histórica visita de la CIDH a Colombia se concretó tras el rechazo inicial del Gobierno de Iván Duque, que no la consideró necesaria. Después de recibir críticas de la comunidad internacional y la dimisión de la ministra de Relaciones Exteriores, el Ejecutivo nombró a la vicepresidenta Ramírez como nueva canciller, lanzó una ofensiva diplomática en Estados Unidos y aceptó la visita de la CIDH , aunque con condiciones.

Bogotá, 8 jun (EFE).- La Comisión Interamericana de Derechos Humanos ( CIDH ) empezó este martes su visita de trabajo de tres días a varias ciudades colombianas donde recopilará testimonios de violaciones de derechos humanos durante las protestas, con una primera reunión con el presidente de Colombia , Iván Duque. Los manifestantes han convocado frente al hotel donde se concentrará la CIDH un "gran plantón artístico" para recibir y acoger esta misión que se espera dé un escrito neutral y objetivo de lo que ha sucedido en el país durante seis semanas de protestas. EFE. ime/ocm/lll/rrt.

A delegação chegou ao país no domingo para analisar denúncias de violações dos direitos humanos na capital, Bogotá, nas cidades de Cali, Popayán e no município de Tuluá. Também se reuniu com Duque, o Ministério Público, organizações civis, vítimas e o comando da polícia, questionada pela dura repressão às manifestações.

A ONU, os Estados Unidos, a União Europeia e ONGs internacionais denunciaram os graves excessos cometidos pelas forças públicas. Ao menos 61 pessoas morreram desde o início dos protestos, em 28 de abril, segundo autoridades e a Defensoria do Povo, que entregou mais de 500 denúncias de violações dos direitos humanos à CIDH.

Os protestos acontecem diariamente, com alguns dias mais intensos do que os outros. A CIDH, sediada em Washington e vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), analisará todas as informações recebidas e emitirá "uma declaração pública com observações e recomendações", segundo sua presidente, Antonia Urrejola.

A chanceler Marta Lucía expressou que receberá as recomendações da comissão “com a maior disposição para continuar melhorando, a fim de que o Estado colombiano seja sempre um Estado garantidor do respeito aos direitos humanos”.

jss/lda/lb

Dois civis mortos e um policial baleado em novos protestos no sudoeste da Colômbia .
Pelo menos dois civis foram mortos e um policial foi baleado durante um confronto entre as forças de segurança e manifestantes na cidade de Cali, epicentro do surto social que deixou pelo menos 61 mortos em mais de um mês de protestos na Colômbia. - Mortes e bloqueios - Com essas mortes, o número total de vítimas durante os protestos chega a 61 (59 deles civis), de acordo com uma contagem feita pela AFP a partir de fontes oficiais. O Ministério Público colombiano afirma que 20 dessas mortes estão relacionadas aos protestos. Por sua vez, a ONG Human Rights Watch afirma ter "denúncias credíveis" sobre 67 mortes ocorridas desde o início dos protestos.

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