Mundo Maratonistas encerram participação brasileira no atletismo no último dia de Jogos Paralímpicos

23:55  04 setembro  2021
23:55  04 setembro  2021 Fonte:   estadao.com.br

Terceiro dia da Paralimpíada tem Petrúcio Ferreira e Daniel Dias; confira os destaques

  Terceiro dia da Paralimpíada tem Petrúcio Ferreira e Daniel Dias; confira os destaques Brasil estreia no vôlei sentado e tem jogos importantes no goalball, confira todos os brasileiros que terão disputasQuer se manter informado, ter acesso a mais de 60 colunistas e reportagens exclusivas?Assine o Estadão aqui!

O melhor tempo brasileiro , do jovem Thomaz Moraes, de 20 anos, foi de 47s87, enquanto Petrúcio Ferreira fez 48s04. O marroquino, com a melhor marca da categoria, conseguiu incríveis 47s38. Além dos dois medalhistas, o também brasileiro Lucas de Sousa Lima ficou na sétima posição. Mais cedo, nos 200 m T11 feminino, o Brasil também conquistou uma dobradinha. Thalita Simplício fez tempo de 24s94 ficou com a prata e Jerusa dos Santos, com 25.19, ficou com o bronze. Dobradinha no atletismo ! ??

O Rio se prepara para encerrar neste domingo seus Jogos Paralímpicos , os primeiros da América do Sul, que se anunciaram como um fracasso, mas que conseguiram seduzir o público, embora cheguem ao seu último dia de luto após a morte de um ciclista iraniano na véspera do encerramento. Após onze dias de competição dominados pela China, a cerimônia que colocará fim aos XV Jogos Paralímpicos de verão, e ao ciclo de mega eventos no Brasil, começará às 20H00 no Maracanã. Em um espetáculo de duas horas que celebrará a música brasileira , o Rio apagará sua última chama e passará o

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As provas da maratona marcam o último dia dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Alex Pires, Edilene Teixeira e Edneusa Santos são os brasileiros que viajaram ao Japão para representar o País na mais longa e desgastante prova do atletismo. Edneusa e Edilene disputam a corrida na classe T12 (pare deficientes visuais), enquanto Alex corre na classe T46 (para atletas com deficiência nos membros superiores). As provas começam a partir das 18h30 (de Brasília) deste sábado.

Se um dos corredores conseguir chegar entre os três primeiros, a campanha de Tóquio alcançará a dos Jogos do Rio de Janeiro em número de medalhas. O Brasil finalizou o penúltimo dia de competição com um total de 71 medalhas, sendo 22 ouros, 19 pratas e 30 bronzes. Em casa, os atletas brasileiro subiram ao pódio 72 vezes.

Brasil leva cinco ouros em um dia e salta para sexto lugar no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos

  Brasil leva cinco ouros em um dia e salta para sexto lugar no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos País, que estava na décima colocação geral, conquistou nove medalhas nesta sexta-feira, com destaque para a estreia vitoriosa do atletismo e mais pódios na nataçãoO grande destaque brasileiro foi o atletismo, que teve quatro campeões paralímpicos – Yeltsin Jacques (5.000m pela classe T11), Silvânia Costa (salto em distância pela classe T11), Petrúcio Ferreira (100m rasos pela classe T47) e Wallace dos Santos (arremesso de peso pela classe F55). O outro ouro veio na natação, com a vitória de Wendell Belarmino nos 50m livre da classe S11.

Sucesso brasileiro no final dos Jogos Olímpicos incentivou interesse dos cariocas pelos Paralímpicos . De acordo com o comitê organizador, cerca de 40 mil entradas têm sido vendidas por dia . O primeiro ouro no atletismo nos Jogos de 2016 saiu com estilo! Ane Marcelle dos Santos ficou em nono lugar e garantiu a melhor participação brasileira no tiro com arco em Jogos Olímpicos.

Foram 19 medalhas no último dia do atletismo no Parapan (Foto: Saulo Cruz/CPB). Saiba mais. Rodolffo "entrega" suposta traição de Gabriel Medina. Casagrande agradece Neto por apoio contra Ana Paula. Kajuru diz que é pai de filha de Túlio Maravilha e pede DNA. André Henning defende Neto e Datena após críticas à transmissão da Band. O atletismo do Brasil fechou com chave de ouro a sua participação nos Jogos Parapan-Americanos de Lima nesta quarta-feira. Com 19 medalhas no último dia da modalidade, os atletas brasileiros ajudaram o país a ficar ainda mais tranquilo do quadro geral.

Uma delas foi justamente Edneusa Santos, que conquistou o bronze e se tornou a primeira atleta do Brasil a ser medalhista paralímpica na prova da maratona. Prata no Mundial de Dubai em 2019, a baiana, que nasceu em Salvador e que possui baixa visão em razão de uma rubéola que sua mãe adquiriu durante a gravidez, é uma forte candidata a uma medalha no Japão.

Aolado de Edneusa estará Edilene Teixeira, que começou no esporte em 2017 porque queria perder peso. A catarinense, que nasceu em Jaguaruna, foi diagnosticada com retinose pigmentar, uma doença que foi lhe tirando a visão gradativamente durante a vida. Há dois anos, Edilene passou a frequentar as maratonas e conseguiu a chance de disputar a prova em Tóquio. Essa é a sua primeira Paralimpíada.

Vôlei sentado: Seleção feminina vence a Itália e segue invicta nos Jogos Paralímpicos de Tóquio

  Vôlei sentado: Seleção feminina vence a Itália e segue invicta nos Jogos Paralímpicos de Tóquio Brasileiras agora aguardam adversárias das semifinais, que sai da partida entre Estados Unidos e Comitê Paralímpico Russo . © Seleção feminina de volei sentado avança à semifinais de forma invicta (Foto: Wander Roberto/CPB) Seleção feminina de volei sentado avança à semifinais de forma invicta (Foto: Wander Roberto/CPB) + Carol Santiago leva segundo ouro nas Paralimpíadas e Gabriel Bandeira conquista quarta medalha em TóquioNo primeiro set, as brasileiras cometeram alguns erros que custaram o placar de 25 a 23 para as italianas. Foram cinco saques sem sucesso só na primeira etapa.

Principalmente um caixa vazio e a dúvida de quem deve pagar pelos Jogos Paralímpicos . O primeiro ouro no atletismo nos Jogos de 2016 saiu com estilo! Ane Marcelle dos Santos ficou em nono lugar e garantiu a melhor participação brasileira no tiro com arco em Jogos Olímpicos. No desfecho da cerimônia de abertura dos Jogos de 2016, coube ao ex- maratonista Vanderlei Cordeiro

Maratonista queniano Vincent Kipsegechi Yator é suspenso quatro anos por doping — Foto: Reprodução. Os testes positivos aconteceram logo após Vincent Kipsegechi Yator ter conquistado a melhor marca da carreira, na Maratona de Gold Coast, na Austrália, com o tempo de 2h09m59s. Todos os resultados de 10 de abril a 1º de outubro de 2019 foram descartados. A punição do queniano ficará em vigor até 1º de outubro de 2023. De acordo com a defesa do maratonista , a presença das substâncias no organismo se explicavam por conta do uso de medicamentos controlados prescritos.

Diferente do caso de Alex Pires. Com 31 anos e a experiência de já ter participado das principais competições internacionais, como Paralimpíada de 2016 e campeonatos mundiais, Alex afirma que está tranquilo e focado para conseguir a sua almejada medalha paralímpica. “Tenho lidado bem com isso, pelo fato de já ter participado de vários campeonatos mundiais e também dos Jogos do Rio, em 2016. Assim, não fico muito ansioso e foco bem nos treinamentos. Nesta semana, baixamos a carga de treino para que eu possa chegar o mais descansado possível, poder desempenhar nossa melhor corrida e ter um resultado satisfatório para mim e também para o Brasil.”

Com oito anos de idade, Alex Pires descobriu que possuía um encurtamento no braço esquerdo e que poderia perder o movimento caso fizesse uma cirurgia. Passou a praticar o atletismo em 2007, aos 18 anos. Por quase dez anos, competia nas provas de fundo e meio-fundo de pista, que lhe renderam as pratas nas provas de 1.500m no Mundial de Doha, em 2015, e nos 1.500m e 5.000m no Mundial de Lyon, em 2013. Começou a correr as maratonas com mais frequência a partir de 2016. Um ano depois, já no ciclo de preparação para Tóquio , Alex chegou a conquistar a medalha de ouro no Mundial de Londres, em 2017.

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Jogos Paralímpicos [1][a] ou Paraolímpicos[3][4] é o maior evento esportivo mundial envolvendo pessoas com deficiência.[5] Incluem atletas com deficiências físicas (de mobilidade, amputações, cegueira ou paralisia cerebral), além de deficientes mentais. No entanto, a venda de ingressos começou a aumentar a medida em que o evento se aproximava, juntamente com o apoio de celebridades locais e internacionais.[60][61] O interesse do público também aumentou com o sucesso dos Jogos Olímpicos e da delegação brasileira nos mesmos, além do valor médio dos ingressos ter

O Brasil está participando como anfitrião dos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016, no Rio de Janeiro, Brasil. O país estreou nos Jogos em 1972 e esta será sua 12ª participação . Pela primeira vez na história

A Prova

Com o início agendado para às 6h30 no Japão, os competidores esperam enfrentar um forte calor enquanto correm os 41,125 quilômetros da prova. Para conseguir suportar as condições climáticas, Alex Pires, que ficou com sétimo melhor tempo na Paralimpíada do Rio de Janeiro, acredita que a melhor estratégia é se manter entre os primeiros durante a corrida e apertar nos quilômetros finais da prova.

“Acredito que a melhor estratégia é ser mais conservador, estar no grupo da frente, mas não ser agressivo. Com isso, tentar me sobressair nos metros finais, principalmente depois do quilômetro 35, que é quando o atleta Com isso, tentar me sobressair nos metros finais, principalmente depois do quilômetro 35, que é quando o atleta que vence a prova acaba se sobressaindo dos demais. Essa é a melhor estratégia”, disse o atleta.

A estratégia de Pires vai ser aplicada, justamente, no trecho mais desafiador da maratona. Apesar do trajeto ser predominantemente de trechos planos, os atletas vão precisar encarar uma subida de, aproximadamente, três quilômetros a partir dos últimos 5 mil metros. A prova começa e se encerra no Estádio Olímpico de Tóquio. "Pela altimetria, nem aparenta ser tão forte, mas vai minando a resistência. Por isso temos que tomar bastante cuidado com a questão do calor, para que quando chegar neste trecho você ainda tenha perna para fazer força e subir bem e tentar vencer a prova”, avalia o brasileiro.

Se terminar a prova entre os três primeiros, será a quarta vez que um atleta brasileiro subirá ao pódio na maratona paralímpica masculina. Antes de Alex Pires, Tito Sena conquistou o ouro em 2012, nos Jogos de Londres, e a prata, em Pequim, em 2008. O primeiro atleta brasileiro a conseguir uma medalha foi Carlos Roberto Sestrem, que foi bronze nos Jogos Paralímpicos de Seul, em 1988.

Em 2016, nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, a única brasileira a “medalhar” na maratona foi a baiana Edneusa, que terminou a prova na terceira colocação.

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