Mundo Indústria perde participação de setores tecnológicos e se torna mais concentrada

10:51  15 setembro  2021
10:51  15 setembro  2021 Fonte:   istoe.com.br

Sub-20: jogando no Morumbi, São Paulo perde para o Ceará

  Sub-20: jogando no Morumbi, São Paulo perde para o Ceará Tricolor sai na frente com golaço de Vitinho, mas leva a virada em duelo pelo Campeonato Brasileiro. Base são-paulina não jogava no estádio desde 2019A partida no Morumbi começou equilibrada, mas com o São Paulo passando mais tempo com a bola nos pés. O gol do Tricolor saiu aos 40 minutos, com um golaço. Pedrinho entrou na área e achou um passe para Vitinho, que, com tranquilidade, limpou um marcador e finalizou para balançar as redes.

“Essa perda de participação da indústria manufatureira na economia tem consequências de longo prazo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A indústria paga salários mais altos do que os demais setores (R$ 7.590 para profissionais com nível superior, contra uma média nacional de R$ 5.887) e tem forte poder de gerar crescimento”, explica o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. A cada R$ 1 produzido na indústria de transformação no Brasil são gerados R$ 2,67 na economia brasileira. O valor gerado pelos outros setores é menor. Na agricultura, esse mesmo R$ 1

Participação de setores de bens de capital e bens de consumo duráveis no Brasil é uma das mais baixas entre 28 países. A estrutura industrial do Brasil tem a vantagem de ser diversificada, acima da média dos países da OCDE, o que é importante, pois a diversificação setorial reduz a vulnerabilidade das economias, ao evitar a dependência em poucos setores . Os Estados Unidos possuem uma estrutura industrial menos concentrada que a brasileira: é a quarta mais diversificada entre os 28 países.

A estrutura da produção da indústria de transformação no Brasil desidratou em dez anos, com perda significativa da participação do grupo de setores industriais de bens de média e alta tecnologia no país e aumento da presença dos setores de baixa tecnologia. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base nos dados da Pesquisa Industrial Anual (PIA) do IBGE e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostram o alto preço que a economia e a sociedade brasileira pagam pela queda na produtividade do setor industrial, provocada pelo Custo Brasil e falta de política industrial.

Onda de automação na pandemia pode ser ruim para os trabalhadores

  Onda de automação na pandemia pode ser ruim para os trabalhadores Quando os clientes da Kroger em Cincinnati fazem compras on-line hoje, os produtos podem ser coletados não por um funcionário em seu supermercado local, mas por um robô em um armazém próximo. Os frequentadores do Dave & Buster's em Dallas que querem um cachorro-quente podem pedir e pagar com o celular – não há necessidade de chamar um garçom. E no drive-thru do Checkers, perto de Atlanta, os pedidos de hambúrgueres Big Buford e sanduíches de frango Mother Cruncher podem ser recebidos não por um caixa com um fone de ouvido, mas por um algoritmo de reconhecimento de voz.

“Essa perda de participação da indústria manufatureira na economia tem consequências de longo prazo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A indústria paga salários mais altos do que os demais setores (R$ 7.590 para profissionais com nível superior, contra uma média nacional de R$ 5.887) e tem forte poder de O setor de alimentos registrou o maior crescimento de participação na produção da indústria de transformação. Em 10 anos, passou de 10,29% para 17,97% e se tornou o principal setor industrial do país, seguido do Coque, que, no período, perdeu participação .

Os 30 setores industriais analisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em julho, estão confiantes na economia e na situação de suas empresas. Esse foi o terceiro mês consecutivo em que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) permaneceu acima dos 50 pontos para todos os setores . Indústria perde participação de setores tecnológicos e se torna mais concentrada em 10 anos.

A participação de setores produtores de bens de capital e de bens de consumo duráveis no Produto Interno Bruto (PIB) industrial passou de 23,8% para 18,7%, entre os biênios de 2007/2008 e 2017/2018. O Brasil perdeu 5,1 pontos percentuais de presença desses setores mais complexos. Eles produzem bens mais sofisticados, com alto valor agregado e contribuem para o aumento do nível de educação e de renda, ao contratarem profissionais mais qualificados. Além disso, esses setores elevam a capacidade tecnológica do país por serem mais intensivos em pesquisa e desenvolvimento e estimulam o desenvolvimento de novos produtos, criando novos mercados e gerando mais crescimento.

O economista-chefe da CNI, Renato da Fonseca, explica que, nos últimos anos, a estrutura industrial intensificou um movimento em direção a setores produtores de bens de consumo semiduráveis ou não duráveis, típicos do início do processo de industrialização. A participação desses setores tradicionais passou de 25,6% para 35% entre os biênios de 2007/2008 e 2017/2018e a presença de setores que produzem bens intermediários caiu de 49,3% para 44,4%. O resultado disso é que o Brasil tem uma das mais baixas participações de setores intensivos em tecnologia e inovação na comparação com países da OCDE. Ocupa a 23ª posição entre 28 países.

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Sua caracterização vai desde a redução do nível e da capacidade de produção em termos absolutos até à perda de participação relativa da atividade industrial na geração de renda. Desindustrialização também pode ser entendida como redução da abrangência e da complementaridade dos setores Como é sabido, estes produtos são mais facilmente substituíveis, têm baixo conteúdo tecnológico e as cotações são muito mais voláteis. Esta crescente especialização do padrão de exportação é a chamada reprimarização. Este é, presentemente, um dos grandes desafios da economia brasileira

mapear desenvolvimentos científicos e tecnológicos futuros capazes de influenciar de forma Da mesma forma, muita variedade de alternativas tecnológicas torna difícil a comparação entre elas. Nestes setores observa-se elevada participação no mercado de um número limitado de empresas Uma estrutura muito pulverizada pode retardar as inovações, enquanto setores mais concentrados

“Essa perda de participação da indústria manufatureira na economia tem consequências de longo prazo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A indústria paga salários mais altos do que os demais setores (R$ 7.590 para profissionais com nível superior, contra uma média nacional de R$ 5.887) e tem forte poder de gerar crescimento”, explica o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A cada R$ 1 produzido na indústria de transformação no Brasil, são gerados R$ 2,67 na economia brasileira. O valor gerado pelos outros setores é menor. Na agricultura, esse mesmo R$ 1, resulta em R$ 1,75 e nos serviços R$ 1,49.

Robson Andrade destaca que a retomada do crescimento da indústria brasileira e, consequentemente da economia brasileira como um todo, “passa pela intensificação das políticas de redução do Custo Brasil e por uma política industrial direcionada à inovação, a setores mais complexos”.

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concentram -se na manufatura agregada, isto é, desconsideram as marcantes heterogeneidades. deu-se início à implantação de setores da indústria pesada e de elevada intensidade em capital. concentrada setorialmente. Os setores manufatureiros começaram a perder participação no PIB em ao desempenho das indústrias de maior conteúdo tecnológico e ao setor de borracha e plástico

Indústria perde participação de setores tecnológicos e se torna mais concentrada . Geral 12:24. De acordo com a Unctad, países em desenvolvimento são os que mais vêm sofrendo com as implicações da pandemia no turismo. A estimativa é que tenham perdido entre 60% e 80% dos visitantes internacionais em 2020. “A distribuição assimétrica de vacinas amplia o golpe econômico que o turismo sofreu nos países em desenvolvimento, já que eles podem responder por até 60% das perdas globais do PIB”, afirma a entidade em relatório.

Um terço da produção nacional é baixa e média intensidade tecnológica

Atualmente, os setores de alimentos e coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que são intensivos em recursos naturais e de baixa e média-baixa intensidade tecnológica, respondem por 30% de toda produção manufatureira nacional.

O setor de alimentos registrou o maior crescimento de participação na produção da indústria de transformação. Em dez anos, passou de 10,29% para 17,97% e se tornou o principal setor industrial do país, seguido do Coque, que, no período, perdeu participação. Caiu de 14,61% para 11,98%. Em terceiro lugar estão os Químicos, com maior presença no setor industrial em uma década. O setor tinha 7,7% da participação no biênio 2007/2008 e passou a ter 8,75% em 2017/2018. Em quarto lugar, está o setor veículos automotores, que viu sua presença despencar de 10,84% para 7,4%. Foi a maior queda percentual entre os 23 setores considerados no estudo.

O economista-chefe da CNI, Renato da Fonseca, explica que a indústria brasileira se tornou menos diversificada, mas o principal problema para a economia brasileira é que esse movimento ocorreu no sentido de setores mais tradicionais. “Esse grupo, em geral, produz bens de menor intensidade tecnológica. A exceção é o setor de Farmoquímicos e Farmacêutivcos, que aparece no grupo por produzir majoritariamente bens não-duráveis”, explica.

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  Posse de bola, jogo franco, muitas finalizações e poucos gols: como joga o Vitória, próximo rival do Vasco Rubro-Negro tenta se afastar mais da zona de rebaixamento em período de mudança no comando técnico. Ramon Menezes foi demitido na última quarta-feira . © Pablo Siles marcou o único gol do confronto (Foto: Divulgação/Pietro Carpi/Vitória) Pablo Siles marcou o único gol do confronto (Foto: Divulgação/Pietro Carpi/Vitória) O Rubro-Negro baiano tem a oitava melhor defesa da Série B, com 14 gols sofridos em 15 jogos. O time de São Januário, por exemplo, levou 17 no mesmo período.

Entre os setores que produzem majoritariamente bens intermediários, os setores Químicos, Celulose e papel; e Produtos de borracha e plástico aumentaram a participação no PIB industrial nos últimos 10 anos.

Os demais setores (Metalurgia; Coque, derivados do petróleo e biocombustíveis; Produtos de metal e Produtos de minerais não-metálicos; e Madeira) perderam participação e cresceram abaixo da média da indústria de transformação. O setor de Metalurgia, que passou da quarta para a quinta posição, com queda de 9,96% para 6,67%, no mesmo período.

Todos os setores produtores de bens de consumo duráveis e de bens de capital perderam espaço na indústria de transformação brasileira. São eles: equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos; Máquinas, aparelhos e materiais elétricos; Máquinas e equipamentos; Veículos automotores e Outros equipamentos de transporte.

Participação de setores de bens de capital e bens de consumo duráveis no Brasil é uma das mais baixas entre 28 países

A estrutura industrial do Brasil tem a vantagem de ser diversificada, acima da média dos países da OCDE, o que é importante, pois a diversificação setorial reduz a vulnerabilidade das economias, ao evitar a dependência em poucos setores. No entanto, o fato de a diversificação ter uma participação menor dos setores de alta complexidade, é um problema. A participação de setores de bens de capital e bens de consumo duráveis no Brasil, de 18,4% no biênio 2016/17, é uma das mais baixas entre 28 países analisados, 27 países-membros da OCDE e o Brasil.

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Na Alemanha e na Coreia do Sul, por exemplo, as estruturas produtivas são menos diversificadas que a brasileira, mas os setores produtores de bens de capital e de bens duráveis representam um pouco mais da metade do valor adicionado da Indústria de Transformação.

Na Alemanha, os quatro setores com maior importância na estrutura industrial são: Veículos automotores; Máquinas e equipamentos; Produtos de metal; e Químicos, que juntos responderam por 52% do valor adicionado da Indústria de transformação no biênio 2016/17. Em seguida, aparecem Máquinas e equipamentos elétricos; Informática, produtos eletrônicos e ópticos; e Alimentos.

Na Coreia do Sul, a situação é similar. Os quatro setores em ordem de valor adicionado são: Informática, produtos eletrônicos e ópticos; Máquinas e equipamentos; Veículos automotores; e Químicos, que juntos responderam por 51% da Indústria de transformação sul-coreana no biênio 2016/17. Na sequência, estão: Produtos de metal; Metalurgia; Máquinas, aparelhos e materiais elétricos; e Produtos de borracha e plástico.

Os Estados Unidos possuem uma estrutura industrial menos concentrada que a brasileira: é a quarta mais diversificada entre os 28 países. Nos Estados Unidos, os quatro setores com maior importância na estrutura industrial são: Informática, produtos eletrônicos e ópticos; Químicos; Alimentos; e Farmoquímicos e farmacêuticos, que juntos responderam por 38% do valor adicionado da Indústria de transformação estadunidense no biênio 2016/17, seguidos por Outros equipamentos de transporte; Produtos de metal; Veículos automotores; e Máquinas e equipamentos.

No México, o setor de Alimentos é o mais importante em sua estrutura industrial, como no Brasil. No entanto, os três setores que completam o grupo dos quatro maiores são: Veículos automotores; Informática, produtos eletrônicos e ópticos; e Metalurgia. A participação dos setores produtores de bens de capital e de consumo duráveis no valor adicionado da Indústria de transformação mexicana é maior que no caso brasileiro: 38%, que corresponde à 5ª posição entre os 27 países da OCDE analisados e o Brasil.

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