Mundo Água, malte, lúpulo… e lucro. Essa é a fórmula da Heineken

18:01  17 setembro  2021
18:01  17 setembro  2021 Fonte:   istoedinheiro.com.br

Esposa de Michael Schumacher fala sobre o estado de saúde do heptacampeão da Fórmula 1

  Esposa de Michael Schumacher fala sobre o estado de saúde do heptacampeão da Fórmula 1 Sem novidades há alguns anos sobre o estado de sáude do heptacampeão da Fórmula 1, Michael Schumacher, nesta quarta-feira (8), a esposa do alemão, Corinna, revelou que o ex-piloto está "diferente", segundo o site Race Fans. "É claro que sinto falta de Michael todos os dias. Mas não sou só eu que sinto falta dele: os filhos, a família, o pai dele, todos ao seu redor [] Todo mundo sente falta de Michael, mas Michael está aqui. De maneira diferente, mas ele está aqui, e isso nos dá força, eu acho", falou. © Fornecido por Bolavip Brasil Esposa de Michael Schumacher fala sobre o estado de saúde do heptacampeão da Fórmula 1.

Foi pelas mãos do conde Mauricio de Nassau, militar enviado pelo governo holandês para colonizar o estado de Pernambuco, em 1637, que o Brasil viu surgir sua primeira cervejaria, também pioneira nas Américas. O mestre cervejeiro Dirck Dicx, que veio com a embarcação, foi o responsável pela instalação da pequena fábrica na residência chamada La Fontaine, no Recife. O início da produção de uma cerveja encorpada com cevada e açúcar foi em 1640 e há relatos de que tenha durado por volta de 15 anos. Aí, a história da Holanda com a cerveja no Brasil dá uma pausa. Trezentos e cinquenta e cinco anos depois, o País voltou a ser rota dos holandeses. A Heineken desembarcou por aqui em 2010. Desde então, a companhia com sede em Amsterdam vem encorpando sua presença. Desde 2018, o Brasil é a maior operação da Heineken, que atua em 180 países. De quebra, tem sido uma pedra no sapato da gigante Ambev, a líder do setor, com 59% de participação, segundo relatório da Empiricus. Em 2017, a fatia da Ambev era de 70% do mercado de cerveja no Brasil. Com 23%, a Heineken incomoda a principal concorrente no segmento que mais tem crescido nos últimos anos, o premium. A fórmula “água, malte, lúpulo e nada mais”, mote da marca, caiu no gosto do brasileiro. Hoje, de cada dez cervejas desta categoria consumidas no Brasil, seis são Heineken, a garrafa verde com a estrela vermelha no centro.

Quem tem medo do imposto sobre dividendos?

  Quem tem medo do imposto sobre dividendos? Quem tem medo do imposto sobre dividendos?Barack Obama queria que os dividendos qualificados voltassem a ser taxados como renda ordinária (cuja alíquota máxima é de 39,6%) para contribuintes com renda anual acima de US$ 1 milhão. A administração do presidente Biden trabalha com essa mesma ideia, porém com muito mais crueldade: quer dobrar o imposto sobre dividendos qualificados pagos a quem ganha acima de US$ 400 mil anuais. As novas alíquotas, que chegariam a quase 50%, seriam aplicadas também aos ganhos de capital.

© Claudio Gatti "A gente tem objetivo que o consumidor beba com consciência. Isso é o que move nossa estratégia" Maurício Giamellaro, CEO da Heineken no Brasil. Claudio Gatti

Há 11 anos, a Heineken chegou ocupando 8% do mercado. Com a aquisição da Brasil Kirin, em 2017, por R$ 2,2 bilhões, a companhia pulou para 15% e hoje está próximo de atingir um quarto nas vendas, cenário nunca antes alcançado por uma companhia de cerveja no Brasil desde que Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira criaram uma fortaleza ao fundir Brahma e Antarctica, em 1999. Para subir ainda mais de patamar, a Heineken quer mostrar suas diferenças em relação à rival. Hoje, o foco da companhia é se apresentar ao consumidor com um olhar mais voltado à sustentabilidade do negócio, com adoção de metas ambientais, e ao consumo responsável. O plano passa pelo compromisso de ser carbono neutro em toda a cadeia de valor até 2040. Nas fábricas, o objetivo é de alcançar 100% de energia renovável até 2023.

Uma estatal à prova de mau tempo

  Uma estatal à prova de mau tempo Terceira maior companhia de saneamento do mundo planeja investimento de R$ 21 bilhões até 2025 na expansão dos serviços de água e esgoto. Empresa pretende despoluir o Rio Pinheiros até o fim de 2022.Entenda-se como “lição de casa” a série de obras feitas pela companhia e interligações entre os mananciais. Hoje, os sistemas Guarapiranga e Alto Tietê conseguem socorrer o Cantareira, por exemplo. Antes da crise hídrica, o Cantareira era responsável pelo abastecimento de água para 9 milhões de pessoas. Com a redistribuição, conseguiu reduzir para 7,5 milhões. Soma-se a isso uma mudança efetiva de hábitos de consumo da população, que se viu, há seis anos, obrigada a economizar água.

RESPEITO Se isso pesa na escolha da marca de cerveja, aumentar o market share é consequência e não o objetivo inicial. “A gente não quer necessariamente ser a maior cervejaria do País e sim a melhor”, disse à DINHEIRO Maurício Giamellaro, CEO da Heineken no Brasil. “A gente faz isso com respeito e qualidade, e não quantidade, o que nos diferencia de nosso competidor.”

É bem verdade que a pandemia de Covid-19, com a obrigatoriedade do isolamento social, contribuiu para o aumento do consumo da bebida, principalmente dentro de casa. Dados da Euromonitor International mostram que o ano de 2020 registrou índice recorde no volume de vendas. No ano passado, os brasileiros beberam 13,3 bilhões de litros. A marca só foi inferior a 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, com 13,8 bilhões de litros. A produção também cresceu. Segundo a série histórica da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (Cervbrasil), as cervejarias produziram 14,2 bilhões de litros em 2020 — um recorde histórico.

23 GPs, 3 rodadas triplas e fim em novembro: como Fórmula 1 planeja calendário de 2022

  23 GPs, 3 rodadas triplas e fim em novembro: como Fórmula 1 planeja calendário de 2022 O site britânico RaceFans revelou um esboço do calendário que a Fórmula 1 pretende adotar para a próxima temporada. Além do GP de Miami, maior novidade na programação, há também a previsão de realização de 23 GPs, além de três rodadas triplas, tema polêmico em 2021As equipes da Fórmula 1, no entanto, se mostraram completamente contrárias à adoção das rodadas triplas porque entendem que tal cenário é por demais desgastante para todos os funcionários envolvidos, já que praticamente não há descanso de uma etapa para outra em razão do curtíssimo intervalo. Mercedes e McLaren, por exemplo, consideram as rodadas triplas como um “enorme fardo” sobre os profissionais.

Para acompanhar a demanda e crescer ainda mais no Brasil, a Heineken investe no aumento da capacidade de produção. Entre 2019 e 2023, serão aportados R$ 2,6 bilhões, mais do que gastou, há quatro anos, para comprar a operação brasileira da Kirin. O maior montante, R$ 1,8 bilhão, será para a construção da 16ª unidade produtiva da empresa no País, em Pedro Leopoldo (MG) e que será uma das três maiores fábricas da Heineken no mundo. Na unidade de Minas Gerais serão produzidas cervejas da Heineken e do segmento mainstream. “Vai ser a maior cervejaria do grupo no Brasil e uma unidade muito tecnológica, voltada a questões ambientais”, afirmou Giamellaro. As obras tiveram início em agosto e a expectativa é que a linha de produção esteja pronta em dois anos.

  Água, malte, lúpulo… e lucro. Essa é a fórmula da Heineken © Fornecido por IstoÉ Dinheiro

Na ampliação da fábrica de Ponta Grossa (PR), os investimentos chegam a R$ 865 milhões. A partir dessa extensão, a unidade se tornará a terceira maior operação da Heineken no Brasil (atrás de Itu e Jacareí, as duas em São Paulo). Também é na fábrica paranaense que a companhia produz a Heineken 0,0, sem álcool, lançada em dezembro de 2019. O aporte também garantiu a geração de 600 empregos diretos e indiretos. Hoje a companhia tem 13 mil trabalhadores no Brasil. Com as ampliações, deve chegar, ao fim de 2023, a um crescimento de 50% no volume de produção de todo o portfólio da companhia. Somente do rótulo Heineken, o crescimento deve alcançar 75%. A companhia não revela os atuais volumes produzidos nas fábricas brasileiras.

'Crânio de Luzia' pega Heineken no limite da produção no Brasil

  'Crânio de Luzia' pega Heineken no limite da produção no Brasil BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com uma capacidade de produção perto do limite, já beirando os 90%, a cervejaria holandesa Heineken apostou em uma nova fábrica de Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, para desafogar a demanda. O empreendimento, com investimentos declarados de R$ 1,8 bilhão, começou a ser construído mês passado, mas acaba de ser interrompido pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Na avaliação do instituto, a obra pode causar danos à região onde foi encontrado o crânio de Luzia, o fóssil mais antigo das Américas.

Para entender o plano estratégico da empresa, de crescer de forma sustentável, é preciso saber também como está dividido o mercado de cerveja no Brasil. São quatro segmentos: mainstream (onde estão Amstel e Devassa); craft (com as marcas Lagunitas e Baden Baden); premium (onde figuram a própria marca Heineken, Sol e Eisenbahn); e economy (segmento de Kaiser, Schin e Glacial). Desses quatro, a Heineken lidera em três: premium, com share de 46% (e liderança folgada do rótulo verde); economy, com 45%; e craft (neste segmento, a holandesa não revela sua participação). A Ambev é superior no mainstream, que responde por quase 60% do mercado, e no qual a Heineken soma 33%.

E justamente para tentar ganhar mercado no mainstream é que ela trouxe em agosto para o Brasil a marca Tiger, de Cingapura, um dos principais rótulos da companhia no mercado asiático. “Ela vai trazer mais qualidade para o segmento puro malte mainstream. A gente começou a distribuição no Sul e hoje já é nacional”, disse o CEO. Ainda não está definido quando começa a produção no Brasil. Outro rótulo que a Heineken traz é a Blue Moon, esta no segmento craft, uma cerveja que tem grande projeção no setor nos Estados Unidos. A cerveja especial hoje está em São Paulo e no Rio de Janeiro e deve ser expandida durante o ano. A produção será em Itu.

Drugovich comanda treino livre da F2 em Sóchi. E Collet lidera TL da Fórmula 3

  Drugovich comanda treino livre da F2 em Sóchi. E Collet lidera TL da Fórmula 3 Os brasileiros começaram muito bem o fim de semana de atividades das categorias de acesso que acompanham a Fórmula 1 em Sóchi. Bem pela manhã, Caio Collet foi o mais rápido no treino livre da Fórmula 3. Minutos depois, Felipe Drugovich liderou o treino da Fórmula 2Collet liderou dobradinha da MP Motosport no circuito construído no Parque Olímpico de Sóchi. O paulista virou 1min54s087 na sua melhor volta e foi 0s083 mais rápido que Victor Martins. Frederik Vesti, da ART Grand Prix, foi o terceiro, à frente de Ayumu Iwasa, da Hitech, quarto colocado.

A presença maior em pontos de vendas como supermercados do que em bares foi, na avaliação do CEO da companhia, uma de tantas razões que explicam o crescimento na participação de mercado. Com a reabertura gradual, ainda que pelo menos 35% tenham fechado as portas definitivamente, o plano é garantir maior capilaridade nas mesas de bares. Hoje com atuação em 850 mil pontos de venda, a meta é alcançar 1 milhão de estabelecimentos no Brasil. “A companhia quer garantir que o cliente possa ter opção nos bares. A meta é que a gente continue crescendo duplo dígito no faturamento nos próximos cinco anos.”

A Heineken não revela a receita por país, mas, no cenário global, a companhia faturou 9,9 bilhões de euros no primeiro semestre (alta de 14,1% em relação ao mesmo período do ano passado), com lucro operacional de 1,63 bilhão de euros (crescimento de 109%).

Para Paulo Solmucci Júnior, presidente-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a volta dos bares vai ajudar no aumento da rentabilidade das companhias de cerveja. “A retomada do mercado de bares é uma dádiva, já que a margem é maior do que em mercados. Em julho, já alcançamos 80% do que foi observado em 2019”, disse o dirigente. Estudo da KPMG mostra que 60% do faturamento de bebidas vêm de bares e restaurantes.

E para ampliar a presença, a Heineken aumentou de 29 para 31 centros de distribuição no País (em Poços de Caldas e Rio de Janeiro). Também anunciou um novo desenho na distribuição feito pelo sistema Coca-Cola, que agora não irá mais distribuir a Heineken, que ficará a cargo da empresa, mas assumirá outras marcas, como Eisenbahn e Tiger, além de Kaiser, Bavaria e Sol. Na prática, serão dois modelos de distribuição, justamente para ampliar a presença no País. “É tudo Heineken, só que distribuído de maneira independente. O que a companhia ganha com isso é foco”, disse Giamellaro.

Novalak supera Doohan na Rússia e garante última pole da Fórmula 3 em 2021

  Novalak supera Doohan na Rússia e garante última pole da Fórmula 3 em 2021 Clément Novalak superou o companheiro de Trident Jack Doohan e garantiu a última pole do ano da Fórmula 3. Caio Collet obteve o sexto posto no grid da corrida principalA primeira corrida do fim de semana aconteceria às 2h55 (de Brasília, GMT-3) deste sábado, mas foi antecipada para 11h25 desta sexta-feira em razão da previsão de chuvas torrenciais que estão previstas para 25 de setembro. Nesta prova, marcada para logo mais, Arthur Leclerv vai largar na frente em razão da regra do grid invertido em relação aos 12 primeiros da classificação desta sexta-feira. Hauger, então, vai largar em sexto, Collet em sétimo e Jack Doohan, em 11º.

  Água, malte, lúpulo… e lucro. Essa é a fórmula da Heineken © Fornecido por IstoÉ Dinheiro

Nesse processo de expansão, há importantes desafios. Talvez o mais significativo deles seja em relação a insumos, como vidros e latas, e embalagens. No ano passado, a Heineken e outras companhias se viram obrigadas a reduzir a distribuição. Mas, segundo a Heineken, o impacto não foi grande e durou pouco tempo.

Para a presidente da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), Cristiane Foja, o mercado tem observado crescimento nas vendas nos últimos meses. “A perspectiva é positiva para o setor”, afirmou. “A gente acredita no aumento gradativo do convívio fora de casa. A recuperação no volume de vendas foi bem significativa.”

Com tudo isso, o momento é de aposta no mercado brasileiro. Para o superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Luiz Nicolaewsky, a pandemia ainda irá direcionar decisões, com olhar para o futuro. “As empresas estão olhando para frente com otimismo e incorporando inovações e novas opções para atender amplamente os clientes em suas preferências no consumo”, afirmou. E, pela fórmula da Heineken, a cerveja premium da garrafa verde só dará dor de cabeça aos concorrentes.

ENTREVISTA: Maurício Giamellaro, CEO da Heineken no Brasil

“A gente não acredita que vai chegar no coração das pessoas se não fizer diferente pelo planeta”

  Água, malte, lúpulo… e lucro. Essa é a fórmula da Heineken © Fornecido por IstoÉ Dinheiro

Qual o diferencial da Heineken em relação à concorrência?

Nossa estratégia é baseada no que a gente acredita e não no que nossos concorrentes podem ou não fazer. Por isso que nossa estratégia não é ser o maior e sim ser o melhor. Nossa grande diferença está no respeito, em crescer junto com nossos fornecedores e clientes. Quando o consumidor enxerga que o produto é produzido pela Heineken, pode até escolher outra marca, mas sabe que ali tem qualidade. Isso tem um valor muito grande.

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Qual tem sido o foco atual da companhia?

Começamos no Brasil, há 11 anos, basicamente explorando a parte de qualidade da cerveja brasileira, através da construção do puro malte. A gente foi a primeira empresa no mercado brasileiro de cerveja a falar da qualidade do líquido. Hoje a gente está feliz com nossa estratégia, que tem sido liderar o premium, e a gente tem mais do que o dobro do segundo colocado, acabamos de assumir no mercado craft e já temos a liderança do economy e do mainstream puro malte. A gente agora está trabalhando a massificação do mainstream, que é hoje a única fortaleza do nosso competidor. Enquanto nosso concorrente tem um jeito de gerar lucros, a gente quer gerar lucros com uma sustentabilidade maior e com respeito. Qualidade, respeito e paixão foram fatores que nos fizeram crescer em participação e no reconhecimento dos clientes.

Com 23% de market share, qual é o horizonte da Heineken em termos de participação?

Nosso horizonte não é o objetivo de market share. Nosso objetivo é melhorar a qualidade de nossas operações. Queremos estar em todos os pontos de venda no mercado brasileiro. Hoje a gente vende para mais de 850 mil pontos de venda e a gente quer vender para mais de 1 milhão. E fazer isso com qualidade. Participa-ção de mercado é consequência.

Qual a importância do tema sustentabilidade na empresa?

A gente não acredita que vai chegar no coração das pessoas se não fizer diferente pelo planeta. Estamos fazendo muita na área social e no consumo responsável. Prefiro vender nove unidades de Heineken para nove pessoas do que nove unidades a uma pessoa. A gente tem objetivo que o consumidor beba com consciência. Isso é o que move nossa estratégia.

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