Mundo Freguesia fiel e receitas tradicionais mantêm padarias centenárias de São Paulo

17:17  11 outubro  2021
17:17  11 outubro  2021 Fonte:   folha.uol.com.br

Defesa Civil alerta para possibilidade de pancadas de chuva em BH

  Defesa Civil alerta para possibilidade de pancadas de chuva em BH Aviso se estende até por volta das 8h deste sábado (2/10), de acordo com o órgão

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na ensolarada manhã da última quarta-feira (6), Rogério Attorri, 89, parou o seu carro na rua São Domingos, no tradicional bairro do Bixiga, no centro da capital. Vestido de forma impecável e com uma peculiar boina, ele pegou a sua bengala e, caminhando lentamente, entrou na padaria São Domingos para comprar o seu filão, tal como faz quase todos os dias.

"Eu era criança e nunca saía daqui. Não é agora que vou deixar de vir. Eu não sei se é a farinha, a receita, não tem explicação", afirma, quando questionado sobre o motivo pelo qual sai da Consolação todos os dias para comprar seus pães na Bela Vista.

"Está todo mundo ansioso", diz pai de Willian sobre reencontro do filho com a Fiel

  Depois de mais de 18 meses longe de sua grande torcida, o Corinthians reencontrará a Fiel hoje a noite (05), em jogo contra o Bahia, na Neo Química Arena, em partida válida pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo promete ser especial para o meia Willian, que depois de quatorze anos longe do Brasil, vai reencontrar a Fiel pela primeira vez, finalmente liberada para estar presente no estádio. A princípio, quem não poderia estar mais animado é o pai e empresário do jogador, Severino Silva.

A São Domingos faz parte de um seleto grupo de padarias com mais de 100 anos de atividades na cidade de São Paulo. No caso, o estabelecimento aberto por Domingos Albanese, italiano da Calábria, abriu as suas portas em 1913, embora ele já fizesse pães antes disso.

"Mesmo com bengala e com as costas travadas eu venho. É hábito, desde criança", afirma o empresário Pedro Hiller, 73.

Apesar de receber muitos clientes que compram ali há dezenas de anos, Victor Albanese, 30, da quinta geração da família, afirma que essa tradição é passada de pai para filho. "Muitos vêm e trazem os netos, que também acabam gostando", afirma.

Nessas padarias mais tradicionais não é possível, por exemplo, tomar um café no balcão ou pedir um x-salada, algo que está fora de cogitação nos cardápios de lá. E essa segmentação é justamente um dos ingredientes de sucesso que fez com que esses empreendimentos continuassem de portas abertas mesmo após duas guerras mundiais e pandemias (gripe espanhola e agora, a do novo coronavírus).

Corinthians x Bahia: prováveis escalações, arbitragem e desfalques para essa partida do Brasileirão

  Corinthians x Bahia: prováveis escalações, arbitragem e desfalques para essa partida do Brasileirão Nesta terça-feira (5), Corinthians x Bahia se enfrentam pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 21h30. O duelo marca a volta da Fiel nas arquibancadas da Neo Química Arena.A capacidade permitida será somente 30% de sua capacidade. A equipe de Sylvinho quer seguir com as boas atuações visando o G-4. O Timão vem de um empate com o RB Bragantino por 2 x 2 fora de casa, mas que não fez a equipe paulista perder a sexta colocação, lugar na tabela de classificação que já ocupa há sete rodadas.

"Quem vem para um lugar desses quer encontrar justamente o ambiente daquela época e encontrar os produtos que vendemos aqui há mais de um século", afirma Leonice Albanese, 61.

E a tradição não é um componente que atrai apenas das pessoas com mais idade, segundo Alexandre Franciulli, 51, chef e padeiro que está à frente da padaria 14 de Julho, fundada em 1897. "Tem uma moçada que vem redescobrindo e têm gostado, sobretudo dos antepastos e da fermentação natural", afirma.

Há mais de dez anos Franciulli faz participações no programa "Mulheres", exibido pela TV Gazeta, ensinando receitas típicas italianas. A padaria que ele dirige foi fundada pelo avô dele, Rafaelli Franciulli.

Além de abrir a 14 de Julho, Rafaelli também comprou, no ano de 1960, a Italianinha, padaria aberta em 1896 por Filippo Ponzio. Sandra Franciulli, 41, irmã de Alexandre, comanda a Italianinha com outras três irmãs. "Não é incomum ver algumas pessoas se emocionarem ao entrar aqui e lembrar dos avós", afirma.

Reencontro com torcida emociona jogadores e Sylvinho: "Precisei me controlar"

  Reencontro com torcida emociona jogadores e Sylvinho: Um ano e sete meses. Esse foi o período em que o Corinthians ficou sem jogar ao lado da torcida, na Arena. Por causa da pandemia da covid-19 e da série de restrições adotadas na cidade e no estado de São Paulo, a Fiel ficou esse tempo afastado. Mas, agora, com a liberação de público nos estádios, o tão sonhado reenconto ocorreu. E de forma positiva. Vitória, de virada, por 3 a 1 sobre o Bahia. Antes do jogo, o pai de Willian disse que estava ansioso pelo reencontro do filho com a torcida. Após a partida, com os três pontos garantidos, os jogadores e o técnico Sylvinho comentaram e postaram nas redes sociais sobre a emoção de ter a volta da Fiel ao estádio.

Além dos tradicionais pães, que atravessam gerações, ela conta que o fermento natural utilizado é o mesmo.

Numa época em que pouco se falava de empreendedorismo, Filippo Ponzio, além da Lucância, que depois veio a ser a Italianinha, abriu outra padaria no bairro do Bixiga, a Basilicata, na 13 de Maio, em 1914. Há quatro anos a tradicional padaria ganhou uma repaginada e ampliou os seus negócios, e agora oferece um ambiente bem mais sofisticado, com direito a empório e restaurante, apesar de ainda manter a ambientação do século passado.

Quem ganhará uma ampla repaginada em breve será a também centenária Carillo, na Mooca, comandada pelos irmãos Guilherme, 37, e Gabriel, 36, bisnetos do fundador da marca, Raphaelle, que abriu a sua padaria em 1912. O endereço atual foi aberto pelo avô deles, Paschoal, morto em 2008.

Segundo Guilherme, a proposta é de ampliar os negócios sem necessariamente deixar a essência e tradição de lado. A reforma deveria ter sido feita em 2020, porém, foi barrada pela pandemia do novo coronavírus.

A mais antiga em atividade O domínio das padarias de origem de imigrantes italianos na região central, mais especificamente no Bixiga, se explica pelo fato de que essa foi a região para onde iam a maior parte dos imigrantes ao chegar em São Paulo.

Interesse em meia brasileiro pode causar "guerra" em tradicionais clubes ingleses

  Interesse em meia brasileiro pode causar Philippe Coutinho é o nome dele. Pois é, o brasileiro está sendo disputado por dois tradicionais clubes ingleses: Newcastle e Liverpool. Mesmo não estando no auge da forma técnica, o jogador do Barcelona disponta no mercado como possível reforço de um dos clubes ingleses. E cada um tem sua "vantagem" na hora de tentar convencer o brasileiro. Os Magpies estão cheios da grana, com a entrada dos novos gestores da equipe. Então dinheiro para eles não é problema. Ao contrário do Barcelona, time do craque brasileiro, que enfrenta uma crise financeira sem precedentes. Já o Liverpool pode levar a negociação para o lado passional. Afinal de contas, Coutinho jogou pelo clube.

Com o tempo eles se espalharam para outras regiões, como o Brás e também a Mooca.

Porém, o título de padaria mais antiga em atividade na cidade de São Paulo é dos patrícios portugueses. Cravada na região da Sé, a padaria Santa Tereza é a mais antiga em atividade na cidade de São Paulo, prestes a completar 150 anos.

Inicialmente ela funcionou atrás da igreja da Sé, antes de ir para o endereço onde está hoje. Alguns dos itens do cardápio resistiram ao tempo, como é o caso da canja e da monstruosa (e deliciosa) coxa creme.

"Tem cliente que pede sempre", afirma a empresária Juliana Maturama de Castro, 39. "Outro item que não pode faltar é o copo americano", complementa.

A família de Juliana é tradicional no ramo de padarias, porém, não tem ligação com os fundadores da Santa Tereza. Eles estão à frente do negócio desde 1995 e, antes mesmo de assumirem a padaria, sabiam a carga de tradição e simbolismo que a padaria carrega.

Quase sete em cada dez clientes da padaria são de pessoas ligadas aos órgãos do poder Judiciário instalados nos arredores. A ausência dos clientes provocada pela suspensão de trabalho presencial e também de turistas levou a uma queda de faturamento de 95%, o que forçou o enxugamento de parte do quadro de funcionários.

"O trânsito de pessoas parou. Diferente das padarias de bairro, que até tiveram aumento de faturamento já que podiam permanecer abertas e as pessoas iam até lá fazer parte das suas compras, a nossa clientela é de quem está na rua ou trabalha na região", afirmou.

Está na hora de dar as mãos para os povos originários

  Está na hora de dar as mãos para os povos originários Por Sérgio da Silva Reginaldo – Este artigo tem por objetivo apresentar um breve panorama da importância, no espaço da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), dos estudantes que são membros de povos originários e seguem suas tradições. Também tem o propósito de analisar o papel desempenhado pela instituição em retribuição a nossos povos no percurso de diversos cursos de graduação e pós-graduação. A ocupação desse espaço, que não foi criado para a circulação dos povos originários, significa a existência de um corpo estranho, diferente, transitando em meio a uma multidão que, ao mesmo tempo, está em busca dos mesmos objetivos, naquela que foi apontada, pela sétima

A reabertura da economia ainda não foi suficiente para que o estabelecimento voltar a funcionar aos domingos algo que não acontecia antes da pandemia, segundo Juliana.

Fermentos também são centenários

Tão ou mais antigos do que as padarias centenárias da capital são os fermentos usados por algumas delas. Conhecido pelos brasileiros como fermento natural, trata-se de uma técnica conhecida há milhares de anos e que foi trazida ao Brasil pelos imigrantes portugueses e italianos. Por conter apenas farinha e água, sem adição de aditivos nem conservantes, esse tipo de fermento é considerado muito mais saudável.

Mais recentemente, e, sobretudo, durante a pandemia, esse fermento virou modinha e é chamado de vários nomes: do afrancesado levain, passando pelo levito para os italianos por levito, sourdough pelos ingleses ou massa madre pelos espanhóis. Para os imigrantes ele tem um sugestivo nome: pé. Ou pezinho, dependendo de quem o pronuncia.

Apesar de ser o mesmo fermento -que, alimentado, multiplica e é misturado à massa dos pães- e suas sobras dão origem a um novo fermento, podendo ser renovado por séculos, o modo de lidar com ele mudou. Antigamente eles eram armazenados em caixotes de madeira, medida não permitida pelos códigos sanitários.

"Hoje as coisas mudaram. Hoje o pezinho é colocado em refrigeração, o que faz perder um pouco o azedume. Porém, precisamos seguir as regras sanitárias", afirma Sandra Franciulli, da padaria Italianinha. O mesmo pé da Italianinha é o da 14 de Julho, fundada pelo bisavô de Sandra, Rafaelli Franciulli.

Sylvinho fala em "jogo a jogo" para Corinthians chegar no G-4

  Sylvinho fala em Na noite desta quarta-feira, o Corinthians venceu o Fluminense por 1 x 0, na Neo Química Arena, em partida válida pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. E após a vitória, o técnico Sylvinho falou sobre o objetivo da equipe, que é chegar no G-4 da competição, para conquistar uma vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores. "Esperávamos um jogo muito difícil. Montamos uma estratégia em cima disso. Não queríamos um jogo de transição. Queríamos tirar isso e manter a posse, jogando no campo deles. Em partes conseguimos, em outras, não. Mas é um resultado muito importante. Novamente no estádio e com o torcedor, fica claro que ele empurra e ajuda bastante.

Alguns outros também nutrem o pezinho, como é o caso da São Domingos, e Basilicata.

Outras o abandonaram e retomaram o seu uso, como é o caso de Guilherme Carillo, 37, da padaria que leva o sobrenome da família na Mooca. "Antes meu bisavô fazia tudo com fermentação natural. Porém, teve uma época que ele abriu mão para usar o fermento biológico, que é muito mais prático", afirma.

Ele afirma que somente após a morte do avô é que ele e o irmão, Gabriel, decidiram voltar a produzir a partir do fermento natural. "Ele [fermento natural] dá muito mais trabalho, porém, é muito mais saudável e dá aquele azedinho no pão característico. Meu irmão se especializou bastante e ele é quem cuida", afirma.

Diversidade Segundo Fábio Biteli, docente de pós-graduação no Senac EAD (ensino a distância), essas padarias são a exceção e representam um pequeno nicho do negócio de panificação. Há tempos, a regra é a de um conceito mais amplo do que um local que venda apenas pães.

"A gente tem uma cultura na cidade de São Paulo de tudo funcionar 24 horas. E o formato, a tipologia das padarias na cidade de São Paulo é daquelas que não vendem apenas pão, mas ser um lugar onde você pode tomar café da manhã, almoço, jantar, buffet de sopas, lanches, pizzas, comprar carne para churrasco, carvão, gelo e por aí vai. Virou um modelo de negócios quase que parecido com um supermercado", afirmou.

Uma das pioneiras nesse segmento foi a Galeria dos Pães, nos Jardim América (zona sul), seguida por endereços como Bella Paulista, na região da avenida Paulista, e das redes St. Etienne e Dona Deôla.

Nomes trazem influências diversas Estrela, princesa, flor, bela, rainha, grão, princesinha, trigo, bread, bakery, pane e por aí vai.

Se antigamente os nomes das padarias remetiam apenas aos sobrenomes dos fundadores, e homenagem a santos ou para lembrar de cidades, estados, regiões ou países, sobretudo da origem dos imigrantes, com o passar do tempo eles foram sofrendo outras influências, segundo explica Alexandre Salvador, professor de marketing da pós-graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) de São Paulo.

Como fazer crème brulée de chocolate sem maçarico

  Como fazer crème brulée de chocolate sem maçarico Aprenda a fazer crème bruleé de chocolate com essa receita simples. Vamos te mostrar como improvisar um maçarico para facilitar o processo.Se você nunca provou, acredite: combina perfeitamente!

"Os nomes mais tradicionais trazem memórias afetivas e nostalgia. Atualmente vemos o crescimento de lojas de pão com nomes em inglês e francês, trabalhando um preço por quilo mais elevado e com uma proposta declarada de pães de qualidade superior, algumas nem vendendo pão francês", afirma.

Presente há 60 anos na zona norte, a Padaria Princesa dos Pães, na Vila Medeiros, sempre teve esse nome, segundo o gerente Adelino dos Santos Ferreira, 42. "Eu nem tenho ideia porque desse nome", diz.

Elias Oliveira Marques, 32, gerente da padaria Estrela Santa Cecília, no centro, afirma que não sabe o motivo pelo qual o estabelecimento leva esse nome, já que foi adquirido pelo avô. "O meu avô era baiano, quando ele chegou já era assim. E acabou deixando até para não atrapalhar a clientela", afirma.

E é justamente a influência da migração nordestina em São Paulo o motivo pelo qual os substantivos e adjetivos mais carinhosos anexados aos nomes das padarias, embora os estudiosos indiquem que eles estão mais relacionados às lanchonetes.

"Certamente tem uma referência mais sentimental e romântica", afirma Fábio Biteli, docente de pós-graduação no Senac EAD (ensino a distância).

Para Biteli, que leciona na pós-gradução "Gestão e Negócios em Serviços de Alimentação - foco em resultados", muitas vezes, ao batizar o nome do negócio com adjetivos e substantivos carinhosos, o proprietário não pensa em marketing. "Certamente tem essa coisa com a coisa do conforto, do que chamamos hoje do comfort food", diz.

No livro "Padarias - Nomes que Fazem História & Suas Curiosidades", o escritor Augusto Cezar de Almeida Neto diz que por intermédio do nome de uma padaria pode-se descobrir um pouco da história do estabelecimento.

A publicação traz um levantamento feito com 3.000 padarias do estado de São Paulo entre os anos de 1930 a 1980. Segundo a publicação, os nomes predominantes indicam a origem dos donos, homenagem ou indicação de localidade, nomes de pessoas da família ou citação a um tipo de pão.

Procurado, o Sindicato dos Industriais de Panificação e Confeitaria de São Paulo informou não ter um levantamento específico a respeito dos nomes dos estabelecimentos.

Padarias centenárias | Histórias

Santa Tereza, 149 anos

Fundada pela família dos portugueses Teixera e Vaz, originalmente ela funcionava na rua Santa Teresa, atrás da Catedral da Sé. Só depois de 1947 ocupou o endereço atual. Entre as receitas centenárias e que até hoje podem ser encontradas por lá estão a canja e a coxa-creme. Há 15 anos o piso superior, que antes abrigava um depósito, passou a ser ocupado por um charmoso restaurante. praça Doutor João Mendes, 150, Centro Histórico

Padaria Italianinha, 125 anos

Fundada por Filippo Ponzio, já se chamou Lucânia (como também é conhecida a região de Basilicata) e funcionava na rua do Glicério. No endereço atual, ela ocupava até a metade da rua Rui Barbosa. Com o alargamento da via, hoje fica onde antes era o depósito. Desde a década de 1960 é tocada pela família Franciulli. O destaque é o pão recheado com linguiça. rua Rui Barbosa, 121, Bela Vista

Padaria 14 de Julho, 124 anos

Fundada por Rafaellil Franciulli, um mecânico que ao chegar ao Brasil percebeu que tinham poucos carros e decidiu fazer pães, ela permanece no mesmo endereço desde que foi fundada. A data é em referência ao dia de abertura do estabelecimento, em 1897. Além de todos os quitutes italianos, ostenta como diferencial o cannoli, o "melhor do Brasil", segundo Alexandre, da terceira geração dos Franciulli. rua 14 de Julho, 76, Bela Vista

Padaria Carillo, 109 anos

Rafaelle Carillo era um provador de vinhos (sommelier é um termo francês) na Itália que, ao imigrar para o Brasil, veio trabalhar em padaria com seus três irmãos. Ela já funcionou em outros dois endereços na zona leste. Hoje ela é tocada por Guilherme e Gabriel, integrantes da quarta geração de Rafaelle. O diferencial é o pão italiano filão rua Demétrio Ribeiro, 29, Mooca

São Domingos, 108 anos

Domenico Albanese já fabricava pães antes de abrir a São Domingos, em 1913. A padaria é sinônimo de resistência. Para evitar um saque durante a Revolução de 1924, Albanese distribuiu produtos de graça. Em 1968 os então donos chegaram a receber uma notificação de desapropriação para dar espaço ao Minhocão. Após mobilização de autoridades, o Minhocão é quem teve de mudar o seu trajeto. Rua São Domigos, 330, Bela Vista

Padaria Lisboa, 108 anos

Desde que foi fundada pela família de imigrantes portugueses Martins, ela ocupa o mesmo endereço na zona leste. Apesar de nunca ter mudado de endereço, já passou por várias adaptações e reformas, apesar de ainda manter o estilo original. É comandada pela quarta geração da família. Além de um extensa lista de itens como pizzas e sanduíches, produz os tradicionais doces portugueses e entre os destaques estão as empadinhas. praça Silvio Romero, 112, Tatuapé Basilicata, 107 anos

Outra criação de Filippo Ponzio (que abriu a Lucânia, hoje Italianinha). Nos primórdios, além dos pães, o local era também um empório popular, além de um endereço conhecido para abrigos de imigrantes e tinha até cocheira para colocar cavalos. Após uma ampla reforma, em 2017, ficou bem mais sofisticado, com direito a empório e restaurante, apesar de ainda manter a ambientação do século passado. rua Treze de Maio, 596, Bela Vista

Como fazer crème brulée de chocolate sem maçarico .
Aprenda a fazer crème bruleé de chocolate com essa receita simples. Vamos te mostrar como improvisar um maçarico para facilitar o processo.Se você nunca provou, acredite: combina perfeitamente!

usr: 3
Isto é interessante!