Mundo Sob protestos, tocha da Olimpíada de Inverno de Pequim-2022 é acesa na Grécia

17:42  18 outubro  2021
17:42  18 outubro  2021 Fonte:   estadao.com.br

Ministro do Interior francês elogia campo para migrantes na Grécia, mas ONGs criticam

  Ministro do Interior francês elogia campo para migrantes na Grécia, mas ONGs criticam O ministro do Interior francês, Gerald Darmanin, defendeu "o modelo grego" de controle de fronteiras e espera que outros países do sul da Europa possam estabelecer estruturas de registro seguro de migrantes, como o campo recentemente inaugurado na ilha de Samos. ONGs criticam o novo modelo. “Queremos que o modelo grego seja aplicado em outros países mediterrâneos, como Itália, Espanha, Malta”, portas de entrada para migrantes e refugiados na Europa, disse Gérald Darmanin durante uma entrevista à AFP na segunda-feira (11).

Quer se manter informado, ter acesso a mais de 60 colunistas e reportagens exclusivas?Assine o Estadão aqui!

A cerimônia para o acendimento da tocha olímpica dos Jogos de Inverno de Pequim-2022, teve protestos de ativistas pedindo o boicote ao evento esportivo e contra a gestão de direitos humanos da China, em especial contra a minoria uigur, mas também em Hong Kong, nesta segunda-feira, 18, nas ruínas da cidade de Olímpia, na Grécia. Mesmo sem a presença de público, por conta da pandemia do novo coronavírus, uma bandeira com os dizeres "Não aos Jogos Genocidas" foi exposta no local.

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, esteve presente na cerimônia e pediu mais união. "Nestes tempos difíceis em que vivemos, os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 serão um momento importante para reunir o mundo em um espírito de paz, amizade e solidariedade".

(ERRATA) Chama olímpica dos Jogos de 2022 é acesa na Grécia

  (ERRATA) Chama olímpica dos Jogos de 2022 é acesa na Grécia Cerimônia aconteceu sem a presença de público    A cerimônia contou com a presença dos presidentes do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, e da Grécia, Katerina Sakellaropoulou. Alguns membros dos comitês grego e chinês também participaram do evento.

No domingo, 17, duas ativistas foram presas em Atenas, capital da Grécia, após tentarem pendurar uma faixa na Acrópole às vésperas do início do revezamento da tocha olímpica. A estudante tibetana Tsela Zoksang, de 18 anos, e a ativista exilada de Hong Kong, Joey Siu, de 22, têm cidadania americana e são membros da campanha "Não a Pequim 2022".

As duas, além de uma terceira pessoa, entraram na ruínas na capital grega como turistas. Elas colocaram uma bandeira do Tibete e uma faixa pedindo a liberdade de Hong Kong, e gritaram palavras de ordem contra a China e os Jogos na capital chinesa.

A chama olímpica será entregue à China em uma cerimônia no estádio Panatenaico, na capital grega, de onde irá para o país asiático e começará o revezamento que terminará no estádio Ninho do Pássaro, no dia 4 de fevereiro de 2022, data da cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno, que serão realizados até 22 do mesmo mês.

The flame for the Olympic Winter Games #Beijing2022 has been lit pic.twitter.com/aw1vFyS2dg

Pequim chega a 100 dias da Olimpíada de Inverno com alertas de Covid e direitos humanos .
OLIMP-INVERNO-PEQUIM-100:Pequim chega a 100 dias da Olimpíada de Inverno com alertas de Covid e direitos humanosPEQUIM (Reuters) - Faltando 100 dias para o início da Olimpíada de Inverno, Pequim está prometendo que os Jogos de 2022 serão "simples e seguros", mas os preparativos são tudo, menos simples, agora que a China se organiza para receber milhares de atletas e equipes enquanto combate focos de Covid-19.

usr: 1
Isto é interessante!