Mundo A crise nacional é ‘made in Brazil’

11:02  19 outubro  2021
11:02  19 outubro  2021 Fonte:   estadao.com.br

Nova Delhi entra em alerta por crise iminente na produção de eletricidade

  Nova Delhi entra em alerta por crise iminente na produção de eletricidade O ministro-chefe de Nova Delhi, Arvind Kejriwal, alertou neste sábado (9) para uma crise iminente na produção de energia elétrica na capital indiana, já que as principais usinas a carvão da cidade só têm superávit por um dia. Vários estados no leste e sul da Índia foram atingidos pela escassez de carvão, forçando os fornecedores públicos a passarem por cortes inesperados de energia. A escassez no país, o segundo maior consumidor mundial de carvão, segue uma ampla falta de energia na China, que levou ao fechamento de fábricas e teve um grande impacto na produção e nos circuitos de abastecimento mundiais.

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Sem governo e sem roteiro, a economia brasileira pouco deve crescer no próximo ano, com ou sem desaceleração global. Inflação elevada, problemas de suprimento e desarranjos na cadeia produtiva afetam a China, os Estados Unidos e outros parceiros comerciais do Brasil. O quadro poderá piorar se os juros forem elevados para conter os preços no mundo rico. Isso dará ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Economia, Paulo Guedes, uma desculpa a mais para o péssimo desempenho nacional. Mas só os desinformados ou os cidadãos de extraordinária boa vontade levarão a sério essa conversa. Alguns problemas podem ser mundiais, mas o País já se destaca pela inflação fora dos padrões, pelo desemprego muito maior que o de outros emergentes e pela atividade emperrada.

Órgão técnico do governo contraria Bolsonaro e diz que crise energética requer atenção

  Órgão técnico do governo contraria Bolsonaro e diz que crise energética requer atenção Órgão técnico do governo contraria Bolsonaro e diz que crise energética requer atençãoA avaliação da Creg (Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética) contraria a declaração do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que, nesta quinta (14), traçou um cenário otimista para o setor após as recentes chuvas no país.

A indústria brasileira e também a agricultura têm sido prejudicadas, de fato, pela escassez de matérias-primas e bens intermediários. Fertilizantes estão mais caros e alguns segmentos industriais, como o automobilístico, têm reduzido a produção por falta de componentes importados. Mas, apesar dos problemas externos, o superávit comercial continua robusto. A economia chinesa perdeu impulso e cresceu no terceiro trimestre à taxa anualizada de 4,9%, depois de ter avançado 18,3% no primeiro e 7,9% no segundo. Mas o agronegócio faturou em setembro US$ 10,10 bilhões com as vendas externas, um valor recorde, graças aos preços 27,6% mais altos que os de um ano antes, porque o volume foi 5,1% menor.

No mês passado, a China se manteve como principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro. Suas compras, de US$ 3,27 bilhões, corresponderam a cerca de um terço das exportações do setor e o valor foi 42,8% maior que o de um ano antes. Houve aumento de receita nas vendas para os 20 principais países compradores, em setembro, e o resultado mensal do setor foi um superávit de US$ 8,85 bilhões.

Grande final da MPL Brasil acontece neste sábado (16)

  Grande final da MPL Brasil acontece neste sábado (16) A Mobile Legends: Bang Bang Professional League Brasil (MPL Brasil) terá a grande final neste sábado (16), em que as equipes Vivo Keyd, RED Canids e DreamMax E-sports vão disputar o título e a premiação de US$ 12 mil para o primeiro colocado. O Brasil foi a primeira região fora do Sudeste Asiático a receber um torneio da MPL e está mostrando um alto nível. A grande final terá a favorita Vivo Keyd, que saiu da etapa de grupos com 7 vitórias e já garantiu a vaga na final, enfrentando a vencedora da semifinal entre RED Canids e DreamMax E-sports.

Por enquanto, o comércio exterior brasileiro continua proporcionando boa receita e garantindo perspectivas satisfatórias para o balanço de pagamentos. Apesar de prenúncios de alguma acomodação da economia internacional, os mercados de fora seguem atraindo capitais brasileiros.

Esse movimento é atribuível a mais de um fator. A perspectiva de ganhos e a diversificação, frequentemente recomendadas pelos profissionais do mercado financeiro, são os mais evidentes, em condições normais. Mas, no caso brasileiro, o envio de recursos ao exterior tem sido motivado também pelas incertezas internas, associadas às tensões políticas e à insegurança quanto ao futuro das contas públicas. Na base dessas incertezas e temores são facilmente identificáveis o comportamento do presidente da República e as perspectivas de um ano eleitoral cheio de riscos.

A desaceleração prevista para a atividade mundial poderá trazer algumas dificuldades, mas as perspectivas da economia brasileira são determinadas basicamente por fatores internos. No mercado, as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto continuam em queda, segundo as informações sintetizadas no boletim Focus. As últimas estimativas apontam expansão de 5,01% neste ano, 1,5% no próximo e 2,1% em 2023. Em contrapartida, continuaram subindo as taxas de inflação esperadas para o biênio – 8,69% em 2021 e 4,18% em 2022.

Inflação elevada continuará erodindo a renda familiar já escassa, num quadro de desemprego ainda elevado. Não há como prever uma firme recuperação do consumo, até porque o Banco Central continuará usando a alta dos juros básicos para tentar conter o aumento de preços. Segundo o boletim, esses juros, agora fixados em 6,25%, chegarão a 8,25% até dezembro e estarão em 8,75% no fim de 2022.

Mantida a insegurança, o dólar seguirá supervalorizado no País e continuará alimentando a inflação. A diferença entre o quadro inflacionário brasileiro e aquele observado no resto do mundo é em boa parte explicável, portanto, por um câmbio influenciado pela insegurança gerada em Brasília. No desarranjo dos preços, assim como nos entraves ao crescimento, o Brasil é autossuficiente.

Valentino Rossi largará em último em GP de despedida na Itália .
Pole position ficou com o também italiano Francesco Bagnaia (Ducati), que segue à caça do líder do campeonato, o francês Fabio Quartararo (Yamaha), que largará apenas em 15º. Luca Marini (Avintia), meio-irmão de Rossi, partirá da terceira posição, seu melhor resultado em um treino classificatório. O heptacampeão faz sua despedida da Itália com um capacete dedicado a seus torcedores. O design inclui um coração na parte de cima e arquibancadas com os fãs nas laterais.

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