Mundo Rússia retomará importação de carne de 12 frigoríficos brasileiros

03:11  24 novembro  2021
03:11  24 novembro  2021 Fonte:   poder360.com.br

China libera importação de carne bovina do Brasil certificada antes de 4 de setembro

  China libera importação de carne bovina do Brasil certificada antes de 4 de setembro Exportações foram suspensas nessa data após a identificação de dois casos atípicos do "mal da vaca louca” no País e carga que já estava a caminho da Ásia foi barradaA Administração-Geral de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês) anunciou que aceitará pedidos de importação de carne bovina brasileira que tenha recebido um certificado sanitário antes de 4 de setembro, antes do embargo voluntário do Brasil, depois que o País detectou dois casos atípicos do "mal da vaca louca".

A Rússia retomará a importação de carne de 12 frigoríficos brasileiros. A medida, anunciada nesta 3ª feira (23.nov.2021), beneficia 9 produtores de carne suína e 3 de carne bovina.

O governo russo impôs restrições aos frigoríficos brasileiros em 2017, alegando o uso do aditivo ractopamina na alimentação das criações. Agora, reviu algumas dessas restrições considerando o trabalho do governo brasileiro “no cumprimento dos requisitos da Federação Russa e as garantias que foram apresentadas pelo órgão competente brasileiro”.

Segundo a Representação Comercial da Federação Russa na República Federativa do Brasil, o serviço de vigilância sanitária russo “continua verificando as oportunidades da ampliação da lista dos frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carne bovina à Rússia”.

Brasil vai exportar carne bovina à Rússia em meio a embargo chinês

  Brasil vai exportar carne bovina à Rússia em meio a embargo chinês Governo russo irá abrir uma cota de 300 mil toneladas de carne com tarifa zero de importação por 6 meses, mercado que pode ser utilizado pelo Brasil.Serão 200 mil toneladas de carne bovina e 100 mil toneladas de carne suína. A tarifa de importação hoje, até 530 mil toneladas, é de 15%.Tereza Cristina reuniu-se em Moscou com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Sergey Dankvert, que garantiu a realização de uma visita de inspeção ao Brasil, ainda no primeiro trimestre de 2022, o que possibilitará a habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, esteve na Rússia na semana passada e tratou do assunto com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Sergey Dankvert.

Na ocasião, Sergey Dankvert concordou em vir ao Brasil no 1º trimestre de 2022 para inspecionar os frigoríficos que têm interesse em exportar para a Rússia. O governo russo também anunciou que abrirá uma cota de 300 mil toneladas de carne (200 mil de carne bovina e 100 mil de carne suína) com tarifa zero de importação por 6 meses que poderia ser utilizada pelo Brasil.

Em contrapartida, Tereza Cristina disse que o Brasil pode ampliar as importações de trigo, malte e fertilizantes minerais russos, além de analisar a habilitação dos produtos de aves russos no Brasil. A ministra disse que a retomada das importações anunciada nesta  3ª feira (23.nov) é uma “ótima notícia para a agropecuária brasileira”.

A retomada das exportações para a Rússia ocorre no mesmo dia em que a China liberou a entrada da carne bovina brasileira certificada até 3 de setembro. No dia seguinte, a China anunciou o embargo à carne brasileira por causa da identificação de casos atípicos da doença conhecida como mal da vaca louca.

UE propõe banir importação de soja e carne ligada a desmatamento .
BRUXELAS, BÉLGICA (FOLHAPRESS) - A Comissão Europeia propôs nesta quarta (17) proibir a importação de produtos do agronegócio considerados fortemente ligados ao desmatamento e à degradação florestal, entre eles algumas das commodities mais exportadas pelo Brasil, como soja e carne bovina. A regra abrange inclusive o corte de árvores considerado legal na legislação do país de origem dos produtos. De acordo com a Comissão, isso se deve ao fato de que o desmatamento ilegal foi superado pela expansão de áreas agrícolas como a principal causa da destruição de florestas.

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