Mundo Manifestação em Washington contra 'tirania' das vacinas obrigatórias

02:28  24 janeiro  2022
02:28  24 janeiro  2022 Fonte:   afp.com

Brasil recebe 1º lote da vacina pediátrica da Pfizer contra a Covid

  Brasil recebe 1º lote da vacina pediátrica da Pfizer contra a Covid SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil recebeu na madrugada desta quinta-feira (13) o primeiro lote de vacinas pediátricas contra a Covid. A carga com 1,2 milhão de doses de imunizantes da Pfizer chegou ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), às 4h38. A distribuição das doses começa nesta quinta, de acordo com o critério populacional, ou seja, será proporcional à população de crianças em cada estado e no Distrito Federal. A previsão é que o público infantil comece a ser vacinado na sexta-feira (14). As vacinas pediátricas da Pfizer serão aplicadas em crianças de 5 a 11 anos. A imunização começará por menores com comorbidade, deficiência permanente, indígenas e quilombolas.

Em nome de suas liberdades, seus filhos ou convicções religiosas, milhares de americanos se manifestaram neste domingo (23) em Washington para protestar contra o uso obrigatório de vacinas contra a covid-19.

Manifestação contra a obrigação de se vacinar contra a covid-19, em 23 de janeiro de 2021, em Washington © Stefani Reynolds Manifestação contra a obrigação de se vacinar contra a covid-19, em 23 de janeiro de 2021, em Washington

"A obrigatoriedade (de vacinas) e as liberdades não são compatíveis. São como óleo e água", proclama um orador nas escadarias do Lincoln Memorial, em meio a americanos de todas as idades, sem máscara e alguns acompanhados de crianças.

"Não sou antivacina, mas sou contra esta vacina", declara Michelle, uma fisioterapeuta de 61 anos da Virgínia, à AFP, chamando as doses de RNA mensageiro de "experimentais demais" e "apressadas".

Manifestação em Nova York contra fim da proibição de despejos

  Manifestação em Nova York contra fim da proibição de despejos Cerca de cem manifestantes exigiram nesta sexta-feira (14) em Manhattan que seja mantida a moratória contra despejos no estado de Nova York, em vigor desde o início da pandemia de coronavírus. Ela considera "inaceitável iniciar um processo de despejo contra 250 mil pessoas no estado de Nova York, em pleno inverno e em plena pandemia".A medida, que foi decretada pelo então governador Andrew Cuomo, tem sido prorrogada regularmente desde então, mas a atual governadora Kathy Hochul quer encerrá-la neste sábado, 15 de janeiro.

Michelle explica que não se vacinou e se beneficiou de uma isenção religiosa, mas para continuar trabalhando em Washington ela deve fazer o teste toda semana.

Therese é mais radical e se opõe veementemente a todas as vacinas. Ela explica que viajou de Michigan para protestar contra o que chama de "ataque" às liberdades.

"As vacinas não funcionam, estão mentindo para nós", afirma a mulher de cerca de 60 anos que também pede para ser identificada apenas pelo primeiro nome.

Mais acima nos degraus estão pessoas de jaleco branco, apresentadas como médicos do Texas que se revezam na fala. "Somos americanos e é isso que fazemos: lutamos contra a tirania!".

Manifestantes exibem cartazes com mensagens como "Meu corpo, minha escolha" ou "Deus é nossa rocha e derrotará Golias". Também há muitas mensagens contra Joe Biden, em meio a bandeiras com o nome de Donald Trump.

O dia em que a ciência venceu as mentiras

  O dia em que a ciência venceu as mentiras São Paulo se tornou uma referência mundial em vacinação – 97% dos adultos já estão com o esquema vacinal completoLembro de cada instante daquele dia: primeiro, a aprovação da CoronaVac, por unanimidade, pela diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Estávamos no Hospital das Clínicas, maior complexo de saúde da América Latina. Passava das 15 horas de 17 de janeiro de 2021, quando a enfermeira Mônica Calazans, que trabalha na UTI do Instituto Emílio Ribas, recebeu, no braço esquerdo, a primeira vacina contra a covid aplicada no Brasil. Era o início da mais ampla campanha de vacinação de nossa história.

Diante da exigência da prefeitura de Washington da apresentação do certificado de vacinação para ir a um restaurante ou ao cinema, Isaac Six, 34 anos, brinca: "Tudo bem, estamos economizando".

O homem acredita que as vacinas em geral "são maravilhosas, têm ajudado milhões de pessoas" em todo o mundo, mas "que as pessoas serem obrigadas a se vacinar, principalmente quando a vacina não impede completamente a transmissão", é "irracional".

Ao contrário de outros na manifestação, que veem a vacinação obrigatória como uma ameaça à democracia, Six está confiante no sistema democrático. O que o preocupa são as políticas adotadas "em contexto de medo e pânico" e "por decreto", diz.

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