Mundo Ansel Elgort vive jornalista que investiga Yakuza em 'Tokyo Vice'

11:51  07 abril  2022
11:51  07 abril  2022 Fonte:   estadao.com.br

Palmeiras negocia com Fortaleza para estender empréstimo de Lucas Lima por mais um ano

  Palmeiras negocia com Fortaleza para estender empréstimo de Lucas Lima por mais um ano Meia não voltará ao Maior Campeão Nacional e pode continuar na equipe nordestina para a disputa da LibertadoresAtualmente, o atleta tem vínculo definitivo com o Maior Campeão Nacional até 2022. No entanto, durante 2021, foi cedido à equipe nordestina para a disputa do Brasileirão. O desempenho do jogador agradou e, por isso, o Leão pretende contar com ele no próximo ano.

Quer se manter informado, ter acesso a mais de 60 colunistas e reportagens exclusivas?Assine o Estadão aqui!

Um aamericano branco de 1,90 metro de altura dificilmente passa despercebido no Japão – mesmo em Tóquio, uma cidade gigantesca e visitada por muitos estrangeiros. Não são apenas as feições, nem a altura, mas a maneira de se vestir e o comportamento. No final dos anos 1990, então, era mais difícil não sobressair, como bem sabe o jornalista Jake Adelstein, que deixou o Missouri ainda adolescente para estudar japonês na Universidade Sophia e foi o primeiro estrangeiro do jornal Yomiuri Shinbun, um dos maiores do país, cobrindo crimes – mais especificamente, a Yakuza. Tokyo Vice, que tem como criador da série J.T. Rogers, amigo de infância de Adelstein e vencedor do Tony pela peça Oslo, conta essa história a partir de hoje na HBO Max.

Almejando contrato longo, João Pedro entra no radar do Palmeiras

  Almejando contrato longo, João Pedro entra no radar do Palmeiras Atacante do Cagliari está sendo observado pelo Maior Campeão NacionalO clube ainda não avançou com uma proposta oficial, mas já fez um primeiro contato e avalia a viabilidade do negócio. O atacante, por sua vez, já deixou claro que, se sair da Europa, pretende um vínculo de, ao menos, quatro anos.

Mesmo tendo como base a autobiografia do repórter, o Adelstein da ficção, lógico, não é exatamente igual ao da realidade. “Ele me deixou livre para fazer o que eu quisesse”, afirmou Rogers, em entrevista ao Estadão, por videoconferência. “Afinal, é uma série dramática e não uma memória”, explicou Rogers. Adelstein estava, porém, sempre à disposição do ator que o interpreta, Ansel Elgort. “Ele me levou ao julgamento de um pai pelo assassinato do filho”, explicou Elgort.

Em teoria, os dois ficariam do lado de fora. Mas Adelstein não costuma obedecer às regras, mesmo em um país em que as regras costumam ser tão obedecidas, e entrou na sala. “Eu quase não entendia japonês na época”, garantiu Elgort. “Mas foi uma maneira excelente de entender como Adelstein é.”

Diretor do Internacional descarta a saída de Edenilson: 'Não tem proposta'

  Diretor do Internacional descarta a saída de Edenilson: 'Não tem proposta' Volante tem o seu nome ventilado no mercado da bola, mas o Inter conta com ele para a próxima temporada+ Veja no aplicativo do LANCE! o resultado dos jogos da rodada

Acompanhar o jornalista foi apenas uma das lições de casa do ator, que estava saindo de meses intensos de canto e dança em Amor, Sublime Amor quando mergulhou no universo de Tokyo Vice. Foi na época das filmagens do musical de Steven Spielberg que Michael Mann foi contratado para dirigir o piloto da série – os outros episódios ficaram com Josef Kubota Wladyka, Hikari e Alan Poul. Spielberg tinha produzido Colateral, dirigido por Mann e estrelado por Tom Cruise e Jamie Foxx.

“Spielberg me disse que ele ia me fazer trabalhar duro, mas, se eu estivesse disposto a me dedicar, que seria ótimo”, lembrou Elgort. Em seguida, ligou para Foxx. A resposta foi a mesma: nada de corpo mole. O ator encarou quatro horas diárias de japonês – Mann queria que fossem nove, mas foi convencido pelo produtor Alan Poul de que Elgort ainda precisava aprender aikidô e a se comportar como jornalista.

No começo, o ator falava o básico. Mesmo quando chegou ao Japão, sua interação em uma loja de bonsais foi quase toda baseada na mímica – ele conta com orgulho que, hoje, consegue ter uma conversa. Mas aí a produção foi interrompida por oito meses por causa da covid-19. Nesse meio-tempo, surgiu uma denúncia de assédio contra Elgort. Segundo o jornal The New York Times, houve uma investigação interna, mas a decisão foi por mantê-lo no papel principal. Elgort continuou estudando. No set, ele contou com a ajuda de Ken Watanabe, um dos grandes atores japoneses, com experiência em produções americanas como O Último Samurai e montagens da Broadway como O Rei e Eu. Watanabe interpreta Hiroto Katagiri, um detetive que investiga os crimes da Yakuza e serve de guia para Adelstein nesse meio. “Ele precisa ficar próximo das gangues, então é como se tivesse duas caras”, explicou Watanabe.

Perto do Inter, confira os números da carreira de Alexander Medina

  Perto do Inter, confira os números da carreira de Alexander Medina Treinador argentino deve ser anunciado nas próximas horas como técnico do Colorado+ Veja no aplicativo do LANCE! o resultado dos jogos da rodada

A Yakuza hoje não tem mais a mesma força que no período retratado em Tokyo Vice, o final dos anos 1990. Mesmo assim, Watanabe admitiu não saber muito sobre a organização. “Não temos muita informação sobre esse submundo”, revelou. Segundo ele, o livro de Adelstein nunca foi lançado no Japão. Havia consultores no set sobre o trabalho policial e sobre a atuação dos gângsteres. A intenção de J.T. Rogers era fazer uma série criminal que não fosse glamourosa. “Eu queria que fosse baseada na realidade”, observou. “Não queria gângsteres e policiais descolados, mas a realidade do que era ser um soldado da Yakuza nessa época, violento, mas também com dilemas morais.” A série também não esconde o machismo nem o preconceito contra estrangeiros.

No caso de Jake Adelstein, o objetivo era mostrar como a ideia de ser o primeiro jornalista “gaijin”, como o personagem é chamado o tempo todo na série, escrevendo em japonês em um jornal japonês, também teve seu preço. “Como é ver cadáveres, pais chorando pelos seus filhos que se mataram, maridos que se foram? Ou sofrer violência física ao procurar a verdade? O que isso faz com você?”, perguntou Rogers.

Adelstein acha que vai chegar abafando. Ele tenta não ser um turista: estuda japonês avidamente, compra comida no combine (lojas de conveniência), vai aos restaurantes locais. Mas seu melhor amigo mesmo lhe diz que ele se acha melhor, como todos os americanos. Sua altura e sua face não são os únicos empecilhos na sua adaptação à cultura local. Para os americanos da equipe e do elenco, também foi um aprendizado. “Eles fazem tudo com muito orgulho e dão 100%”, contou Elgort. O verdadeiro Jake Adelstein, mesmo que ainda se destaque na multidão, continua por lá, como repórter e monge budista.

Spindel confirma ofertas, mas diz que Flamengo conta com Rodinei; diretor ironiza proposta pelo atacante Pedro .
Diretor de futebol do Flamengo cita desafios da temporada e diz que conta com o lateral-direito, assim como o atacante. Novos reforços devem vir após definição do treinador- O Rodinei é um atleta fantástico, um grande ser humano, sempre positivo. Teremos uma temporada complicadíssima, uma série de meses com nove ou 10 jogos e vamos precisar de um elenco qualificado e com quantitativo. Então contamos com o Rodinei, mas qualquer atleta que receba proposta oficial, o Flamengo irá analisar, ouví-lo e responder e tomar a decisão. Tiveram uma série de sondagens e ofertas, o Flamengo não aceitou e contamos com o atleta.

usr: 1
Isto é interessante!