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Mundo Esqueleto de general de Napoleão é encontrado no oeste da Rússia

17:40  07 novembro  2019
17:40  07 novembro  2019 Fonte:   revistaplaneta.com.br

Historiador russo que se vestia de Napoleão confessa ter matado amante após ser flagrado com braços dentro de mochila

  Historiador russo que se vestia de Napoleão confessa ter matado amante após ser flagrado com braços dentro de mochila Oleg Sokolov, especialista em Napoleão, foi retirado bêbado de um rio enquanto aparentemente tentava se desfazer de partes do corpo.Oleg Sokolov, de 63 anos, estava bêbado e caiu no rio enquanto tentava se desfazer de partes do corpo, informou a imprensa russa.

+ Arqueólogos encontraram os restos mortais em pista de dança (Foto: Facebook/Rabochiy Put). Charles Etienne Gudin lutou com Napoleão Bonaparte durante a fracassada Invasão francesa da Rússia , em 1812. Segundo historiadores, ele era uma dos generais prediletos do imperador francês.

Mais de 200 anos depois de ele morrer dos ferimentos de uma batalha na Rússia , arqueólogos acreditam ter encontrado os restos mortais de um dos generais favoritos de Napoleão Bonaparte enterrados em um parque debaixo das fundações de uma pista de dança.

  Esqueleto de general de Napoleão é encontrado no oeste da Rússia © Gudin: DNA confirmou a identificação. Crédito: pintura de Georges Rouget, 1839/Museu do Exército

Testes de DNA confirmaram que o esqueleto com uma perna encontrado sob uma pista de dança no oeste da Rússia era realmente de Charles Étienne Gudin, general de Napoleão Bonaparte. A informação, divulgada pelas redes noticiosas BBC e CNN, foi dada por arqueólogos franceses após a comparação desses restos mortais com os de Pierre César Gudin, irmão de Charles e também general napoleônico.

Gudin foi atingido por uma bala de canhão na batalha de Valutino, perto de Smolensk (cerca de 400 quilômetros a oeste de Moscou), durante a invasão francesa da Rússia em 1812. Forçado a amputar a perna, ele morreu três dias depois, de gangrena, quando tinha 44 anos. Seu coração foi levado de volta à França.

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Exames de DNA irão comprovar teoria de antropólogos. Especialistas acreditam que ossos pertencem ao general Gudin, um dos principais nomes da Gudin, militar próximo a Napoleão , morreu em agosto de 1812, durante a campanha russa. Os membros da expedição baseiam suas hipóteses no

Napoleão Bonaparte (em francês: Napoléon Bonaparte; Ajaccio, 15 de agosto de 1769 – Santa Helena, 5 de maio de 1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa.

O esqueleto foi descoberto em julho por uma equipe de arqueólogos franceses e russos, em um caixão de madeira sob as fundações de um edifício.

Liderada pelo francês Pierre Malinowski, historiador que teve o apoio do Kremlin, a busca pelos restos mortais de Gudin começou em maio. Malinowski disse à CNN que, depois de desenterrar os restos mortais, voou de Moscou a Marselha, com parte do fêmur e dentes do esqueleto dentro de sua mala, para comparar o DNA com os da mãe, do irmão e do filho do general.

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“Um professor em Marselha realizou testes extensivos e o DNA corresponde a 100%”, declarou Malinowski à CNN. “Valeu a pena o trabalho.”

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" Napoleão não foi à Rússia para conquistar", diz o historiador César Machado Domingues. Ele queria simplesmente aniquilar o exército russo e conseguir uma aliança forçada com o czar Alexandre 1º. O primeiro alvo era a cidade de Vilnius, atual capital da Lituânia, onde estava o comando das tropas

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“A morte do general Gudin na batalha de Valutino”, quadro de Henri Félix Emmanuel Philippoteaux, séc. 19© Fornecido por Três Editorial Ltda “A morte do general Gudin na batalha de Valutino”, quadro de Henri Félix Emmanuel Philippoteaux, séc. 19 Veterano de guerras

Na época de sua morte, em 22 de agosto de 1812, o exército francês removeu o coração de Gudin e o enterrou em uma capela no cemitério de Père Lachaise, em Paris.

Os pesquisadores usaram como base das buscas as memórias de Louis Nicolas Davout, outro general francês da era napoleônica, que organizou o funeral de Gudin e descreveu o local. Em seguida, o relato de outra testemunha desses eventos os levou ao caixão.

Aristocrata de nascimento, Gudin era um veterano das guerras revolucionárias francesa e napoleônica. Ele frequentou a mesma escola militar que Napoleão Bonaparte e acredita-se ter sido um dos generais favoritos do imperador francês. Foi uma personalidade em sua época: um busto semelhante a ele está no Palácio de Versalhes, seu nome está inscrito no monumento do Arco do Triunfo, em Paris, e uma rua na capital francesa leva seu nome.

A campanha militar napoleônica terminou em um recuo desastroso de Moscou em 1812. Depois de capturar a capital russa, após a retirada das forças russas, durante um inverno rigoroso, Napoleão percebeu que seu exército, considerado imbatível, também precisava voltar. O chamado “General Inverno” devastou as tropas francesas, impondo-lhes doenças, frio e fome.

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