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Mundo Senadora da oposição se declara presidente da Bolívia

03:15  13 novembro  2019
03:15  13 novembro  2019 Fonte:   dw.com

Rússia acusa oposição da Bolívia de desencadear onda de violência

  Rússia acusa oposição da Bolívia de desencadear onda de violência Rússia acusa oposição da Bolívia de desencadear onda de violênciaO presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou sua renúncia no domingo para reduzir a violência que atinge seu país desde o resultado polêmico da mais recente eleição, embora dizendo que fora vítima de um "golpe" e que enfrentava uma possível prisão tenha intensificado o receio de conflitos ainda maiores.

A parlamentar oposicionista e segunda vice- presidente do Senado Jeanine Áñez se declarou presidente da Bolívia nesta terça-feira (12).

A senadora boliviana Jeanine Áñez gesticula após se declarar presidente interina da Bolívia , em La Paz, Bolívia —12/11/2019 (Carlos Garcia Rawlins/Reuters). Em sessão extraordinária nesta terça-feira, 12, a presidente interina da Assembleia Legislativa Plurinacional, Jeanine Áñez

Após parlamentares da sigla de Evo Morales faltarem sessão para resolver vácuo de poder, Jeanine Áñez assume comando do país interinamente e promete convocar novas eleições. Tribunal Constitucional dá aval para manobra.

Añez é a segunda mulher a assumir a presidência da Bolívia© picture-alliance/dpa/J. Karita Añez é a segunda mulher a assumir a presidência da Bolívia

A senadora da oposição Jeanine Áñez se declarou nesta terça-feira (12/11) presidente interina da Bolívia numa sessão no Parlamento que não contou com a presença dos representantes do Movimento ao Socialismo (MAS), partido do agora ex-presidente boliviano Evo Morales, que renunciou há dois dias.

Chefe de polícia da Bolívia diz que não há mandado de prisão contra Morales

  Chefe de polícia da Bolívia diz que não há mandado de prisão contra Morales Chefe de polícia da Bolívia diz que não há mandado de prisão contra MoralesMorales, que renunciou no domingo em meio a conflitos resultantes da polêmica eleição de 20 de outubro, denunciara anteriormente no Twitter o que chamou de mandado policial "ilegal" para sua prisão, alegando que "grupos violentos" atacaram sua casa.

Urgente: Senadora se declara presidente da Bolívia . A oposição afirma que o pleito foi fraudado. O Movimento para o Socialismo (MAS), de Morales, tem maioria na Câmara e no Ainda assim, a Áñez declarou - se presidente e prometeu novas eleições. A posse da senadora oposicionista foi

LA PAZ (Reuters) - Uma senadora da oposição pode assumir a Presidência da Bolívia depois da renúncia de Evo Morales, que deixou o poder pressionado pela oposição e as Forças Armadas, deixando um vácuo institucional no país andino nesta segunda-feira. Em meio a uma onda de

"Assumo de imediato à presidência. A Bolívia precisa ser livre pacificada e democrática. A minha prioridade é convocar eleições o mais cedo possível", declarou Áñez, que faz parte do principal partido da oposição, Unidade Democrática, e era segunda vice-presidente do Senado.

Añez, uma advogada opositora de Morales de 52 anos, reivindicou o direito de assumir interinamente a chefia do Estado devido às renúncias do vice-presidente da República e dos presidentes e vice-presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados.

Segundo a Constituição, no caso de renúncia do presidente e vice, o poder passa para o presidente do Senado e o presidente da câmara baixa do Congresso, nessa ordem. Porém, todos eles renunciaram junto com Morales.

Morales diz que pode voltar para a Bolívia se o povo pedir

  Morales diz que pode voltar para a Bolívia se o povo pedir O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, que se exilou no México após ter renunciado, afirmou que poderia voltar para seu país se seus compatriotas pedirem. Ele também acusou a Organização dos Estados Americanos (OEA) de ter contribuído com sua saída do poder, que ele qualifica de "golpe de Estado”. Apesar de ter aceitado a oferta de exílio da parte do governo mexicano, Morales não descarta a hipótese de voltar para seu país. "Se meu povo pedir,Apesar de ter aceitado a oferta de exílio da parte do governo mexicano, Morales não descarta a hipótese de voltar para seu país.

A senadora boliviana Jeanine Añez se autoproclama presidente da Bolívia (Foto: Facebook/Divulgação). Sputnik Brasil - A parlamentar oposicionista e segunda vice- presidente do Senado Jeanine Áñez se declarou presidente da Bolívia nesta terça-feira (12).

A senadora da oposição Jeanine Áñez assumiu nesta terça-feira a presidência da Bolívia , cargo renunciado por Evo Morales no domingo, apesar de apoiadores do líder boliviano acusarem falta de quórum na sessão que alçou a parlamentar ao posto. "Na ausência do presidente e do

De maioria governista, o Parlamento boliviano deve se pronunciar sobre a sucessão. Nesta segunda-feira, os parlamentares receberam a carta de renúncia de Morales à presidência, na qual ele disse estar determinado a evitar a violência e expressa seu desejo de que a paz social retorne ao país.

Añez marcou então uma sessão nesta terça-feira para resolver o impasse. O MAS, porém, pediu "altas garantias" para poder assistir às sessões parlamentares. Segundo a líder da sigla na Câmara, Betty Yañíquez, vários deputados e senadores do partido queriam ir a La Paz para, mas não conseguiram sair de suas regiões devido a bloqueios em alguns lugares.

Mesmo sem quórum, Añez acabou sendo nomeada presidente do Senado e se autodeclarou presidente interina. Em comunicado, o Tribunal Constitucional da Bolívia reconheceu a nomeação da senadora e disse que a manobra está em conformidade com a Constituição do país, que foi promulgada em 2009 por Morales.

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La Paz, 11 Nov 2019 (AFP) - A senadora da oposição Jeanine Añez, segunda vice- presidente da Câmara dos Senadores , revindicou neste domingo (10) o direito de assumir a Presidência da Bolívia , após existir um vácuo de poder pelas renúncias do presidente Evo Morales e outras autoridades da

LA PAZ (Reuters) - Uma senadora da oposição pode assumir a Presidência da Bolívia depois da renúncia de Evo Morales, que deixou o poder pressionado pela oposição e as Forças Armadas, deixando um vácuo institucional no país andino nesta segunda-feira. Em meio a uma onda de

Añez é a segunda mulher a assumir a presidência da Bolívia, depois de Lidia Gueiler Tejada, que comandou o país entre 1979 e 1980.

Logo após a autoproclamação, o Brasil reconheceu Añez como presidente da Bolívia. "Nossa primeira percepção é que está sendo cumprido o rito constitucional boliviano, e queremos que isso contribua para pacificação e a normalização no país", afirmou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ao jornal Folha de S.Paulo.

No domingo, Morales anunciara novas eleições presidenciais na Bolívia, após a OEA apontar irregularidades no pleito de 20 de outubro, no qual havia sido reeleito. No entanto, pouco depois, pressionado por militares, renunciou ao cargo, do qual se afasta após quase 14 anos no poder.

A suspeita de fraude foi o estopim para uma série de protestos. A Bolívia atravessa uma crise social e política, em que foram registrados três mortos e mais de 400 feridos em confrontos.

Logo após a renúncia de Morales, a Bolívia virou palco de uma série de incêndios, saques e ataques a residências. A capital, La Paz, e as cidades de El Alto e Cochabamba, entre outras das maiores do país, registraram vários casos de distúrbios. A casa de Evo Morales na cidade de Cochabamba, no centro da Bolívia, foi depredada.

CN/lusa/efe/afp

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Michelle Bachelet condena uso excessivo da força policial na Bolívia .
Avalia que situação pode degenerar-sePresidente do Chile por duas vezes –de 2006 a 2010 e de 2014 a 2018– Bachelet emitiu comunicado em que classificou como “extremamente perigoso” o uso excessivo da força contra os apoiadores do ex-presidente Evo Morales, que renunciou ao cargo no último domingo (10.nov.2019) em meio ao clima de instabilidade no país.

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