Mundo Hong Kong confirma mais uma morte durante protestos

15:35  15 novembro  2019
15:35  15 novembro  2019 Fonte:   dw.com

Morte de estudante durante protesto aumenta tensão em Hong Kong

  Morte de estudante durante protesto aumenta tensão em Hong Kong A morte de um estudante em Hong Kong, que sofreu uma queda no fim de semana passado durante confrontos com a polícia, mobilizou os manifestantes pró-democracia a intensificarem os protestos nesta sexta-feira (8). O falecimento do jovem – o primeiro desde o início do movimento, há cinco meses – pode aumentar ainda mais a tensão na ex-colônia britânica, agitada por uma revolta contra a interferência de Pequim e para exigir reformas democráticas. Alex Chow tinha 22 anos e estudava ciências da computação na Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, onde nesta sexta-feira acontecia uma cerimônia de formatura.

Durante dois meses, Hong Kong teve grandes manifestações pró-democracia. A exigência era a escolha completamente democrática do chefe Novos protestos foram realizados em Hong Kong . Mais uma vez, a polícia usou spray de pimenta e cassetetes. A razão: as autoridades tentaram

HONG KONG , 08 NOV (ANSA) - O governo de Hong Kong confirmou nesta sexta-feira (8) a morte de um estudante universitário de 22 anos, que caiu do parapeito de um estacionamento durante os protestos pró-demoracia na última segunda-feira (4).

Em meio à escalada da violência, homem de 70 anos morre após ser atingido na cabeça durante confronto. É a segunda morte ligada às manifestações que afetam a região há mais de cinco meses. Governo prevê recessão.

Barricada de manifestantes diante de universidade em Hong Kong© Reuters/T. Peter Barricada de manifestantes diante de universidade em Hong Kong

Um homem de 70 anos morreu após ser atingido durante um confronto envolvendo manifestantes antigoverno em Hong Kong, informaram as autoridades locais na noite desta quinta-feira (14/11).

A mídia havia informado que o homem foi atingido na cabeça por um tijolo na quarta-feira em meio a um confronto entre manifestantes e um grupo de moradores da área. A vítima estaria tentando, com outras pessoas, remover as pedras colocadas pelos manifestantes em um bloqueio de rua.

Homem é queimado vivo e policial atira em manifestante em Hong Kong

  Homem é queimado vivo e policial atira em manifestante em Hong Kong Hong Kong vive nesta segunda-feira (11) um dos dias mais violentos desde o início do movimento pró-democracia, há cinco meses. Duas cenas, que viralizaram na internet, indicam o aumento da violência no território chinês: um homem foi queimado vivo e um policial atirou a queima-roupa em um manifestante. As duas vítimas estão em estado grave. Os incidentes aconteceram no bairro popular de Sai Wan Ho, ao norte do distrito financeiro Central. Segundo a polícia, o homem foi queimado vivo após uma briga com manifestantes. O ataque, de uma rara violência, foi gravado em vídeo e divulgado nas mídias sociais.

Foi confirmada , nesta sexta-feira (08), a primeira morte registrada durante os protestos de Hong Kong . A vítima era um estudante de 22 anos, que estava

Hong Kong , 15 nov (EFE/EPA).- (Imagens: Jerome Favre) O Departamento de Higiene Alimentar e Ambiental de Hong Kong confirmou nesta sexta-feira a morte de um funcionário, de 70 anos, que foi atingido por um tijolo durante mais um dia de protestos na cidade autônoma da China.

Um comunicado emitido pela autoridade de higiene ambiental de Hong Kong, para a qual a vítima trabalhava como faxineiro, afirma que o homem possivelmente foi atingido durante seu intervalo de almoço por um "objeto contundente", jogado por "manifestantes". A polícia classificou o ocorrido como assassinato.

Em um vídeo do momento do incidente é possível ver manifestantes vestidos com roupas negras atirando pedras e outros objetos contra um outro grupo. O homem é atingido por um objeto e cai no chão.

A violência em Hong Kong aumentou nos últimos dias. Na semana passada, as autoridades confirmaram a morte de um estudante que caiu de um prédio numa área em que ocorriam tumultos entre ativistas e a polícia. As circunstâncias da morte não foram esclarecidas, enquanto ativistas responsabilizam agentes da polícia.

Arco e flecha, tijolos e tacos de baseball – as armas usadas pelos manifestantes nos protestos em Hong Kong

  Arco e flecha, tijolos e tacos de baseball – as armas usadas pelos manifestantes nos protestos em Hong Kong Polícia ameaçou usar armas de fogo contra os manifestantes, que dizem estar respondendo ao uso excessivo da força pelos policiais.Até agora a polícia tem usado canhões de água e gás lacrimogênio contra os manifestantes no local, mas os policiais dizem que vão partir para armas de fogo se os manifestantes não pararem de usar "armas letais".

A polícia de Hong Kong fez novas detenções, neste domingo (13), durante mais um dia de protestos organizados em vários bairros por manifestantes do

HONG KONG (Reuters) - A polícia usou neste domingo canhões de água e gás lacrimogêneo contra manifestantes antigoverno em Hong Kong , no segundo dia seguido de protestos violentos na cidade controlada pela China. Os manifestantes, muitos com máscaras e vestindo preto

Na segunda-feira, um policial atirou à queima-roupa contra um jovem manifestante, ferindo-o gravemente na barriga. O rapaz está hospitalizado, e seu estado de saúde apresenta melhora.

Na mesma segunda-feira, um ativista radical tocou fogo em um simpatizante do governo durante uma discussão. O homem se encontra em estado crítico, da mesma forma que um adolescente de 15 anos que teria sido atingido na cabeça por um cartucho de gás lacrimogêneo.

Pelo quinto dia consecutivo, protestos eclodiram nesta sexta-feira em várias partes da cidade. Os manifestantes bloquearam várias ruas.

Os protestos antigovernamentais vêm ocorrendo há mais de cinco meses na região administrativa especial chinesa. Os manifestantes criticam, entre outras coisas, a crescente influência da China na antiga colônia britânica. Desde o retorno à China, em 1997, Hong Kong é governada de forma autônoma sobre o princípio "um país, dois sistemas".

Entenda os protestos em Hong Kong, explicados em 3 minutos

  Entenda os protestos em Hong Kong, explicados em 3 minutos Entenda os protestos em Hong Kong, explicados em 3 minutosAs manifestações tiveram início em junho em repúdio a um controverso projeto de lei, apresentado em abril, que permitiria a extradição de suspeitos de crimes para a China continental sob certas circunstâncias.

Milhares de manifestantes vestidos de preto juntaram-se numa enorme manifestação em Hong Kong , assinalando seis meses de protestos – um enorme sinal de apoio generalizado a um movimento que não parece diminuir quando entra no seu sétimo mês. “Vou lutar pela liberdade até morrer porque

Durante dois meses, Hong Kong teve grandes manifestações pró-democracia. A exigência era a escolha completamente democrática do chefe Novos protestos foram realizados em Hong Kong . Mais uma vez, a polícia usou spray de pimenta e cassetetes. A razão: as autoridades tentaram

Os manifestantes pedem eleições livres, uma investigação independente da violência policial, além de liberdade para os mais de 4 mil presos. Entre as reivindicações está também a renúncia da chefe de governo de Hong Kong, Carrie Lam.

Em Londres, a ministra da Justiça de Hong Kong, Teresa Cheng, foi atacada na rua por um grupo de ativistas e ficou "gravemente ferida", segundo informações de seu governo. Ela visitou a capital britânica para participar de negociações comerciais. Segundo relatos da mídia, a ministra foi xingada de assassina pelos agressores.

Devido aos protestos e à guerra comercial entre China e EUA, o governo de Hong Kong acredita que a cidade será afetada por uma profunda recessão. O Produto Interno Bruto (PIB) deve cair 1,3% em 2019, disseram as autoridades, o que seria a primeira retração econômica anual do território em dez anos. Até então, o governo previa uma queda de 0,1%.

MD/ap/rtr/dpa/efe

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Vitória esmagadora de candidatos pró-democracia em eleição pressiona líder de Hong KongHONG KONG (Reuters) - Os democratas de Hong Kong conseguiram uma grande vitória nas eleições de conselhos distritais, que tiveram um comparecimento recorde após seis meses de protestos antigoverno, aumentando a pressão para a líder da cidade sob controle chinês ouvir os apelos por democracia, nesta segunda-feira.

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