Mundo “Coletes amarelos” tentam relançar protestos em aniversário de um ano do movimento

00:40  16 novembro  2019
00:40  16 novembro  2019 Fonte:   brasil.rfi.fr

Protestos, prisões e gás lacrimogêneo no 1º ano dos “coletes amarelos”

  Protestos, prisões e gás lacrimogêneo no 1º ano dos “coletes amarelos” Os manifestantes “coletes amarelos” estão nas ruas de Paris e outras cidades francesas neste sábado (16) para marcar o 1º aniversário do movimento de contestação social, iniciado em 17 de novembro de 2018. Como de praxe, os protestos têm confrontos com a polícia, depredações e gás lacrimogêneo. Pelo menos 23 estações de metrô estavam fechadas nesta manhã na capital francesa, nos bairros nos quais os manifestantes costumam protestar, como no entorno da avenida Champs Elysées. Antes mesmo do início da manifestação, as primeiras confrontações entre as forças de ordem e manifestantes black blocs ocorreram na Praça da Itália, de onde partia o ato, no sul da cidade.

Libaneses mantêm protestos e pedem novo governo. Os libaneses voltaram a sair às ruas na noite desta terça-feira para exigir um novo governo, enfrentando as forças de segurança que tentavam reabrir estradas bloqueadas.

O movimento dos coletes amarelos é um movimento de protesto de origem espontânea, que começou com manifestações na França em outubro de 2018 e, posteriormente, se espalhou para outros países.

  “Coletes amarelos” tentam relançar protestos em aniversário de um ano do movimento © REUTERS/Christian Hartmann

O movimento dos “coletes amarelos” completa um ano neste fim de semana. Apesar de terem perdido força com o passar do tempo, os organizadores esperam relançar a mobilização. Um protesto está previsto para este sábado (16) em Paris. As autoridades preparam um dispositivo de segurança especial para evitar atos de vandalismo.

Pelo menos três manifestações oficiais devem ser realizadas na capital francesa. No entanto, segundo uma lista de eventos divulgada nas redes sociais, mais de 200 ações estão previstas em todo o país.

O governo mobilizou um dispositivo de segurança especial para esse fim de semana, mesmo se o movimento perdeu força. Os últimos protestos dos “coletes amarelos” reuniram apenas alguns milhares de manifestantes, enquanto a primeira passeata, em 17 de novembro de 2018, mobilizou 282 mil pessoas.

Movimento dos "coletes amarelos" completa um ano e reivindicações têm efeito positivo na economia

  Movimento dos O diário econômico francês Les Echos desta sexta-feira (15) dedica sua capa e várias páginas ao movimento dos coletes amarelos, que completa um ano neste domingo (17). O jornal analisa as consequências dos protestos na economia francesa e no comportamento do chefe de Estado. A crise dos coletes amarelos começou com o aumento dos impostos sobre os combustíveis e evoluiu para uma ampla pauta de reivindicações. O presidente francês perdeu popularidade e que teve de adotar, ainda em 2018, medidas propostas pelo movimento para melhorar o poder aquisitivo da população. O chefe de Estado também saiu em caravana pelo país para debater diretamente com os franceses.

Manifestantes do movimento dos " coletes amarelos " iniciaram uma nova série de protestos em toda a França neste sábado (16/11), dia em que se comemora o primeiro aniversário das manifestações contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Apesar da queda na intensidade

“ Coletes amarelos ” tentam relançar protestos em aniversário de um ano do movimento . O movimento dos “ coletes amarelos ” completa um ano neste fim de semana. Apesar de terem perdido força com o passar do tempo, os organizadores esperam relançar a mobilização.

Mas as autoridades temem a participação de manifestantes radicais no protesto e atos de vandalismo, como os que marcaram boa parte das passeatas dos “coletes amarelos”. Além de reforçar a segurança nos arredores de alguns monumentos e prédios, como o palácio do Eliseu, sede da presidência, as marchas não poderão se aproximar de locais considerados estratégicos, como a praça do Trocadéro, diante da Torre Eiffel, ou a avenida do Champs-Elysées, palco cenas de destruição em protestos passados. Temendo ataques, alguns comerciantes também instalaram tapumes para proteger suas vitrines.

Além de Paris, manifestações são previstas nas principais cidades francesas, como Bordeaux, Lille, Lyon, Marselha, Nantes ou Toulouse. Os organizadores também convocaram os “coletes amarelos” para que paralisem rotatórias nas estradas próximas de locais como Besançon, Calais, Colmar, Dunkerque e Montpellier.

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Mais de metade da população apoia “coletes amarelos”

Segundo uma pesquisa de opinião divulgada esta semana, 55% dos franceses apoiam ou exprimem simpatia pelo movimento. No entanto, de acordo com o mesmo estudo, 63% das pessoas ouvidas não desejam que a mobilização seja retomada.

Os “coletes amarelos” começaram a se manifestar em oposição ao aumento de um imposto sobre os combustíveis. O movimento ganhou força rapidamente e se transformou em uma onda de protestos nacional contra o governo, com a queda do poder aquisitivo como uma das principais reclamações. A mobilização levou o presidente francês, Emmanuel Macron, a lançar um debate nacional, seguido de algumas medidas econômicas e sociais.

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