Mundo: Michelle Bachelet condena uso excessivo da força policial na Bolívia - - PressFrom - Brasil

Mundo Michelle Bachelet condena uso excessivo da força policial na Bolívia

04:10  17 novembro  2019
04:10  17 novembro  2019 Fonte:   poder360.com.br

Chefe de polícia da Bolívia diz que não há mandado de prisão contra Morales

  Chefe de polícia da Bolívia diz que não há mandado de prisão contra Morales Chefe de polícia da Bolívia diz que não há mandado de prisão contra MoralesMorales, que renunciou no domingo em meio a conflitos resultantes da polêmica eleição de 20 de outubro, denunciara anteriormente no Twitter o que chamou de mandado policial "ilegal" para sua prisão, alegando que "grupos violentos" atacaram sua casa.

O uso excessivo de força "é extremamente perigoso" e pode levar a uma degradação da situação, acrescentou Michelle Bachelet em comunicado. A CIDH destacou que a violência policial em Cochabamba deixou ainda um "número indeterminado de feridos". A presidente interina da Bolívia

os Direitos Humanos, Michelle Bachelet , denunciou hoje " o uso desnecessário e desproporcional da força " pela polícia e pelo exército" na Bolívia . Segundo adiantou Michele Bachelet , que foi Presidente do Chile entre 2014 e 2018, em comunicado, o uso excessivo da força pelas forças de

Michelle Bachelet foi presidente do Chile duas vezes, de 2006 a 2010 e de 2014 a 2018© Reprodução Twitter Michelle Bachelet foi presidente do Chile duas vezes, de 2006 a 2010 e de 2014 a 2018

A alta comissária da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, condenou neste sábado (16.nov.2019) o uso “desnecessário e desproporcional da força” pela polícia e pelo Exército para reprimir os manifestantes na Bolívia. Segundo ela, a conduta das forças de segurança pode conduzir o país a uma situação “degenerativa”.

Presidente do Chile por duas vezes –de 2006 a 2010 e de 2014 a 2018– Bachelet emitiu comunicado em que classificou como “extremamente perigoso” o uso excessivo da força contra os apoiadores do ex-presidente Evo Morales, que renunciou ao cargo no último domingo (10.nov.2019) em meio ao clima de instabilidade no país.

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  México denuncia México denuncia "golpe" na Bolívia e reconhece Morales como presidente "legítimo"O chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, disse que o governo do presidente Andrés Manuel López Obrador não reconhecerá um governo de caráter militar na Bolívia.

Bachelet destacou que 14 pessoas morreram nos seis dias seguintes ao exílio do ex-presidente Evo Morales no México e lamentou que as mortes parecem ser resultado do " uso desnecessário e desproporcional da força ". " Condeno essas mortes. Trata-se de um desenvolvimento extremamente

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet , denunciou hoje " o uso desnecessário e desproporcional da força " A líder interina da Bolívia , a senadora Jeanine Anez, foi reconhecida por alguns países, mas enfrenta uma batalha árdua na organização de novas eleições.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, enviou 1 representante à Bolívia para apoiar os esforços de negociação para uma solução pacífica para a crise social e política no país. Refugiado no México, Morales defendeu, em recente entrevista, que tanto a ONU como a Igreja Católica, se necessário o Papa Francisco, entrem nas conversas.

Morales diz ter sido deposto do cargo por 1 golpe de Estado que o forçou a exilar-se no México. Reconhecida por alguns países, a presidente interina da Bolívia, a senadora Jeanine Anez, tenta organizar novas eleições.

A Constituição boliviana estabelece que 1 presidente interino tem 90 dias para organizar uma eleição. Morales renunciou depois de protestos em todo o país por suspeita de fraude na eleição realizada em 20 de outubro.

O Tribunal Superior Eleitoral boliviano tinha confirmado a vitória de Morales em 1º turno, que daria o 4º mandato seguido ao governante. Uma auditoria da Organização dos Estados Americanos, no entanto, constatou irregularidades generalizadas na votação e na apuração.

Em 2016, Morales rejeitou o resultado de 1 referendo que o proibiria de concorrer a 1 novo mandato.

*Com informações da Agência Brasil

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