Política PGR pede arquivamento de representações de deputados do PT contra Moro

07:12  04 junho  2020
07:12  04 junho  2020 Fonte:   poder360.com.br

Moro tinha ‘predileção’ em investigar o PT e protegia o PSDB, diz Carla Zambelli

  Moro tinha ‘predileção’ em investigar o PT e protegia o PSDB, diz Carla Zambelli Moro tinha ‘predileção’ em investigar o PT e protegia o PSDB, diz Carla Zambelli“No período em que o Sergio Moro foi juiz, a única pessoa que ele prendeu fora do PT e que era de grande escala foi o Eduardo Cunha. A gente não teve prisões do Mensalão tucano, [e nem] de vários mensaleiros tucanos que já estavam sem foro privilegiado”, disse em entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, do Rio Grande do Sul.

Denúncia foi apresentada por grupo de deputados . > Congressistas lançam carta de apoio a Weintraub, após pedido de impeachment. O texto se apoia em trechos do relatório produzido pela Comissão Externa de Acompanhamento do MEC, presidida pela deputada federal Tabata Amaral e

Um grupo de advogados acionou nesta 3ª feira (2.jun.2020) a Comissão de Ética Pública da Presidência da República contra o ex-ministro da Justiça Sergio Moro . O ex-juiz deixou a pasta alegando tentativa de interferência na Polícia Federal por parte do presidente Jair Bolsonaro.

O procurador-geral da República, Augusto Aras (esq.), com o ex-ministro Sergio Moro em evento no Palácio do Planalto © Sérgio Lima/Poder360 O procurador-geral da República, Augusto Aras (esq.), com o ex-ministro Sergio Moro em evento no Palácio do Planalto

O procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) defendendo o arquivamento de notícias-crime apresentadas pelos deputados Rui Falcão (PT-SP) e Gleisi Hoffmann (PT-PR) contra o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro.

Falcão pedia que Moro fosse investigado por prevaricação e condescendência criminosa. Disse que, ao pedir demissão, o ex-ministro relatou ter havido interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, o que teria sido também uma “admissão de condutas que podem ser consideradas penalmente típicas“.

Sergio Moro não assinou exoneração de Valeixo, informa Planalto à PF

  Sergio Moro não assinou exoneração de Valeixo, informa Planalto à PF Sergio Moro não assinou exoneração de Valeixo, informa Planalto à PFA exoneração do então diretor-geral foi publicada no Diário Oficial no último dia 24 de abril. Na publicação, tanto o nome de Moro quanto de Jair Bolsonaro são mencionados como encarregados pelo ato.

De acordo com a PGR , “não foi possível colher nenhum elemento” para comprovar o depoimento. As acusações são parte da delação de Ricardo Saud, ex-executivo da JBS. Segundo ele, Fábio Faria e sua esposa, Patrícia Abravanel, teriam participado de um jantar para negociar propina em favor do

para juízo de convicção quanto a elementos suficientes a lastrear eventual denúncia", afirmou. Na ocasião, a tramitação também foi questionada pelo ex-procuradora geral da República Raquel Dodge, que chegou a arquivar o inquérito pela parte da PGR , no entanto, Moraes não aceitou o arquivamento .

“[Moro] ciente das intenções e ações criminosas, não tomou as medidas inerentes ao seu ofício público“, escreveu o petista.

Gleisi também enxergou nas declarações de Moro ao deixar o governo confissões de prevaricação, mas o acusou também de praticar corrupção passiva e advocacia administrativa.

Aras, ao defender o arquivamento das representações, alegou que o inquérito que investiga os fatos narrados pelo ex-juiz da Lava Jato já engloba os possíveis crimes apontados pelos petistas. Ao pedir a abertura da investigação, o chefe da PGR apontou possíveis crimes tanto de Bolsonaro quanto de Moro, sendo eles: falsidade ideológica; coação no curso do processo; advocacia administrativa; prevaricação; obstrução de Justiça; corrupção passiva privilegiada; denunciação caluniosa; além de crimes contra a honra.

O inquérito é presidido pelo ministro Celso de Mello, a quem caberá decidir pelo arquivamento ou não das notícias-crime.

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HBO Max retira "E o Vento Levou" do catálogo por representações racistasA morte de George Floyd sob custódia da polícia de Mineápolis desencadeou protestos ao redor do mundo contra a desigualdade racial, ao mesmo tempo em que forçou as empresas a checarem o racismo enraizado em programas e filmes populares que são considerados insensíveis.

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