Política Economia da zona do euro tem retração histórica

14:47  31 julho  2020
14:47  31 julho  2020 Fonte:   msn.com

Acordo da UE reforça euro como porto seguro ‘confiável’

  Acordo da UE reforça euro como porto seguro ‘confiável’ O marcante acordo de recuperação da Europa é exatamente o que o euro precisa para continuar um rali que poderia levar a moeda comum para os maiores níveis dos últimos anos, de acordo com estrategistas. Após a estagnação desde que a crise da dívida soberana da zona do euro quase desmontou o bloco há menos de uma década, estrategistas projetam que a moeda comum pode voltar a ganhar terreno nos próximos meses, atingindo até US$ 1,30. Pela primeira vez, os estados membros vão emitir títulos conjuntamente, o que pode desafiar a hegemonia do dólar nos mercados financeiros.

discutir como reconstruir a economia da zona do euro mais afetada pela pandemia e onde investir os bilhões de euros que serão recebidos de Economia alemã tem retração histórica 30.07.2020. Pandemia leva maior economia da Europa a recuo de 10,1% no segundo trimestre do ano, queda

Uma contração histórica de 3,8% no 1º trimestre, na zona do euro , foi anunciada pela Eurostar, agência européia de estatísticas. Nunca antes aconteceu tamanha retração desde 1995, quando foi iniciada a medição histórica do Produto Interno Bruto da região.

Contração de 12,1% no PIB do segundo trimestre é a maior desde o início da série histórica, em 1995. Espanha, França, Portugal e Itália também anunciam quedas recordes em suas economias devido à crise do coronavírus.

França registrou 57% de queda no setor de restaurantes e hotéis © DW/M. Weident França registrou 57% de queda no setor de restaurantes e hotéis

A economia da zona do euro registrou no segundo trimestre deste ano uma queda histórica devido à crise provocada pela pandemia de covid-19, anunciou nesta sexta-feira (31/07) o Serviço Europeu de Estatística (Eurostat). De abril a junho, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona formada por 19 países caiu 12,1% em relação ao trimestre anterior.

24/07/2020 - Imagens do dia

  24/07/2020 - Imagens do dia Galeria de Fotos

Pandemia leva maior economia da Europa a recuo de 10,1% no segundo trimestre do ano, queda mais forte desde que começaram os registros. Governo espera mais grave recessão desde a Segunda Guerra.A economia alemã registrou no segundo trimestre deste ano uma baixa histórica devido à

Segundo previsões da Comissão Europeia anunciadas nesta sexta-feira, a economia da zona do euro irá diminuir 0,3% em 2012 devido a problemas relacionados com a crise da dívida. A entidade espera crescimento de 1,3% em 2013. O Comissário Europeu dos Assuntos Econômicos e Monetários

De acordo com a entidade, esta é "de longe" a contração mais alta desde o início da série histórica, em 1995. A Eurostat destacou, porém, que se trata de uma "estimativa preliminar", que se baseia em dados ainda incompletos, e que "será revisada".

Nesta sexta-feira, pelo menos quatro países da zona do euro anunciaram quedas recordes em suas economias: Espanha (18,5%), França (13,8%), Portugal (14,1%) e Itália (12,4%). Na quinta-feira, a Alemanha já havia anunciado um declínio de 10,1%. Já a Áustria teve um recuo de 10,7%, e a Bélgica, de 12,2%.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, se reuniu nesta sexta-feira com os líderes das regiões espanholas para discutir como reconstruir a economia da zona do euro mais afetada pela pandemia e onde investir os bilhões de euros que serão recebidos de auxílio da União Europeia (UE).

Economia alemã tem retração histórica

  Economia alemã tem retração histórica Pandemia leva maior economia da Europa a recuo de 10,1% no segundo trimestre do ano, queda mais forte desde que começaram os registros. Governo espera mais grave recessão desde a Segunda Guerra. © picture-alliance/dpa/S. Pförtner Provided by Deutsche Welle A economia alemã registrou no segundo trimestre deste ano uma baixa histórica devido à crise provocada pela pandemia de covid-19. O Produto Interno Bruto (PIB) de abril a junho caiu 10,1% em relação ao trimestre anterior, como anunciou nesta quinta-feira (30/07) o Destatis, a agência de estatística do governo federal.

A economia dos países em que circula o euro sofreu a maior retração desde o estabelecimento da moeda única europeia, revelou nesta sexta-feira o Países da zona do euro já tinham registrado retrações no PIB nos dois trimestres anteriores, o que, de acordo com a definição adotada por

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro encolheu 3,8% no primeiro trimestre de 2020 ante o quarto trimestre de 2019, sofrendo a maior contração da série histórica iniciada em 1995, segundo dados preliminares divulgados pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

A Itália, por sua vez, enfrenta neste ano a pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (Istat), com esse declínio "sem precedentes", que segue uma contração de 5,4% no primeiro trimestre, o PIB italiano "registra o menor valor desde o primeiro trimestre de 1995".

Em comparação com o segundo trimestre de 2019, a queda é ainda mais acentuada e chega a 17,3%. Para a recuperação econômica, o governo italiano injetará 25 bilhões de euros adicionais no orçamento de 2020, elevando o déficit público a 11,9% do PIB.

Já em Portugal, o PIB no segundo trimestre retraiu 16,5% quando comparado ao mesmo período de 2019, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE) do país.

Como a economia portuguesa é muito dependente do turismo, que corresponde a até 15% do PIB, ela foi fortemente afetada pelas medidas de isolamento. O Banco de Portugal prevê que o PIB do país vai contrair 9,5% em 2020, a maior recessão em um século. Já o governo estima que a queda será de 6,9%. No ano passado, o PIB português cresceu 2,2%.

Economia do México tem contração histórica de 17,3% no 2º tri

  Economia do México tem contração histórica de 17,3% no 2º tri Economia do México tem contração histórica de 17,3% no 2º triO Produto Interno Bruto caiu 17,3% entre abril e junho, contra recuo de 1,2% no primeiro trimestre do ano, de acordo com dados preliminares divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi).

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - A economia do México registrou contração histórica no segundo trimestre devido à paralisação da atividade produtiva pela pandemia de coronavírus, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira.

© Reuters/MOHAMED ABD EL GHANY Notas de euro em casa de câmbio do Cairo, Egito. BRUXELAS (Reuters) - A economia da zona do euro teve no primeiro trimestre a contração mais intensa já registrada em relação aos três meses anteriores, como esperado pelos mercados, de

A pandemia também está ameaçando a taxa de desemprego de Portugal, que subiu para 7% em junho, ante 5,9% em maio, quando dezenas de milhares de empregos foram perdidos em decorrência da pandemia.

Na França, o Instituto Nacional de Estatística (Insee) disse que o recuo de 13,8% no PIB é o maior desde que a atividade trimestral começou a ser medida, em 1949. Se comparado com o mesmo período do ano passado, a queda foi de 19%.

O instituto também revisou o PIB do primeiro trimestre, quando os bloqueios começaram a ser implementados, para uma contração de 5,9%, ante os 5,3% estimados anteriormente. Agora, a França acumula três trimestres consecutivos de queda e continua em recessão.

O forte declínio da atividade de abril a junho é, no entanto, menor do que o previsto pela maioria dos analistas e pelo próprio Insee, que projetava um decréscimo de 17%. "A evolução negativa do PIB no primeiro semestre de 2020 está relacionada à interrupção de atividades 'não essenciais' no contexto do confinamento em vigor entre meados de março e início de maio", afirmou o instituto em comunicado.

Países mais castigados pela Covid-19 na UE, França, Espanha e Itália registram recessão recorde

  Países mais castigados pela Covid-19 na UE, França, Espanha e Itália registram recessão recorde Eles foram os países mais castigados pela pandemia de Covid-19 na União Europeia (UE) e agora enfrentam duras consequências da crise sanitária na economia. França, Espanha e Itália anunciaram nesta sexta-feira (31) que enfrentam uma recessão sem precedentes, com quedas recordes em seus Produtos Internos Brutos (PIB). A França registrou uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 13,8% no segundo trimestre deste ano, o pior resultado desde 1949. Porém os números se mostram melhores do que as projeções dos economistas: o Instituto Nacional de Estatísticas (Insee) previa uma retração de 17% da economia francesa, por causa do impacto das medidas de restrição adotadas para enfren

Principais dados da economia da Zona do Euro , PIB, inflação, desemprego, dados de 2019, balança comercial, gastos e dívida pública. Dívida externa: 1,44 trilhões de euros (março de 2019). Saldo da conta corrente: 13,32 bilhões de euros (em maio de 2019). Você sabia?

A economia alemã registrou no 2º trimestre deste ano uma baixa histórica devido à crise provocada pela pandemia de covid-19. O PIB (Produto Interno Bruto) de abril a junho caiu 10,1% em relação ao trimestre anterior, como anunciou nesta 5ª feira (30.jul.2020) o Destatis

Sem surpresa, dados os bloqueios e as restrições de viagens que atingem o turismo internacional, houve uma queda de quase 46% no setor de transporte francês e de 57% no setor de restaurantes e hotéis. A construção civil teve uma queda de 26,2%, devido à suspensão geral das obras durante o confinamento.

O Insee registrou uma queda de 11% nos gastos das famílias de abril a junho, após uma queda de 5,8% no primeiro trimestre. As importações francesas, que já haviam caído 5,5% no primeiro trimestre, despencaram 17,3% no segundo trimestre. Os danos às exportações foram ainda mais acentuados, com queda de 25,5% no segundo trimestre, após recuar 6,1% de janeiro a março.

Ao divulgar os números, o Insee explicou que o ponto mais baixo da economia foi em abril, quando apenas trabalhadores considerados essenciais puderam exercer suas atividades. De acordo com o instituto, a atividade começou a aumentar novamente a partir de maio, quando as autoridades começaram a diminuir as restrições.

Até os números divulgados nesta sexta-feira, a maior queda trimestral do PIB francês havia sido no segundo trimestre de 1968, em consequência de uma greve geral em maio daquele ano.

LE/ap/afp/efe/dpa

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