Política: Suposta 'caixa-preta' do BNDES é saia justa para novo presidente - PressFrom - Brasil

PolíticaSuposta 'caixa-preta' do BNDES é saia justa para novo presidente

06:06  18 junho  2019
06:06  18 junho  2019 Fonte:   estadao.com.br

Caixa anuncia devolução de R$ 3 bilhões ao Tesouro Nacional

Caixa anuncia devolução de R$ 3 bilhões ao Tesouro Nacional Quer pagar R$ 20 bi neste ano. Total da dívida é de R$ 42 bi

Deputada se enfurece, coloca ex- presidente do BNDES contra a parede e o humilha - CPI da ' Caixa - preta ' A deputada Paula Belmonte destacou-se por uma

A caixa - preta da Caixa. A Caixa é investigada pelo patrocínio de dois atos pró-Dilma Rousseff. Suposta ‘ caixa - preta ’ do BNDES é saia justa para novo presidente . O futuro presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ), Gustavo Montezano, assumirá

Suposta 'caixa-preta' do BNDES é saia justa para novo presidente © Fábio Motta/Estadão O nome de Montezano foi indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes

RIO - O futuro presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, assumirá o cargo numa saia justa. Pelo lado da política, o principal objetivo do sucessor de Joaquim Levy, que pediu demissão no domingo, será abrir a “caixa-preta” das operações do banco, como disse na segunda-feira, antes do anúncio do nome de Montezano, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.


A tarefa não será fácil, seja porque, nos últimos anos, o BNDES já veio ampliando o conjunto de informações disponíveis, seja porque auditorias e operações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) ainda não comprovaram irregularidades envolvendo funcionários do banco.

Demissão de Levy é mal recebida no mercado financeiro

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Suposta “ caixa - preta ” do BNDES é saia justa para novo presidente . Cinco processos já foram realizados no banco desde a saída do PT do governo, mas não foram encontrados indícios de corrupção de funcionários. Houve resistência na venda de ativos do BNDES ?

Do presidente do BNDES nomeado pelo presidente bolsonaro: caixa - preta BOLSA BATE RECORDE DE NOVO - Продолжительность: 6:38 Seu Tube 190 410 просмотров. explodir caixa preta do BNDES - Продолжительность: 16:40 O Giro de Notícias 84 839 просмотров.

A divulgação de informações públicas sobre as operações foi crescendo pouco a pouco, desde o fim da gestão de Luciano Coutinho, ainda nos governos do PT – o processo foi acelerado a partir de 2015.

Houve ampliação das informações disponíveis, mas grande parte dos avanços se deu na apresentação dos dados no site do banco. Tanto que a primeira tentativa de Levy de abrir a “caixa-preta”, logo após a posse em janeiro, foi colocar na página do BNDES uma lista com os 50 maiores clientes. O ranking, compartilhado com entusiasmo nas redes sociais pelo presidente Jair Bolsonaro, não estava disposto como tabela no site, mas já havia sido publicado “Livro Verde”, lançado em julho 2017, na gestão de Paulo Rabello de Castro.

Fontes ouvidas pelo Estado ainda no fim do governo Michel Temer sugeriam que, após a ampliação dos dados disponíveis entre 2015 e 2018, haveria pouco a avançar em termos de redução de sigilo – a última rodada de avanço ocorreu no fim de novembro do ano passado, quando o site passou a informar o ritmo de desembolsos de cada operação de crédito e o retorno líquido de cada investimento em ações.

CPI do BNDES quer convocar Levy para dar explicações sobre demissão e ‘caixa-preta’

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O BNDES é uma caixa - preta indevassável. A instituição financeira se recusa a divulgar a lista dos devedores sob a alegação de “proteção ao sigilo bancário”. O banco também se nega a informar para quem e em que condições foram concedidos os empréstimos bilionários a juros camaradas nos

preta ” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ) feita nesta sexta-feira (18) pelo presidente Bolsonaro é uma mentira. A publicação serviu como cortina de fumaça neste momento em que a família do presidente está toda envolvida no escândalo junto com a família

A divulgação pública de informações além dessas esbarra numa questão legal, que passa por uma discussão sobre o que deve prevalecer: o direito ao sigilo bancário ou a obrigação à publicidade dos entes públicos. Em evento público em agosto do ano passado, o então diretor de Compliance do BNDES, Marcelo de Siqueira – que ficou no banco entre 2016 e 2018 e hoje é assessor do ministro Paulo Guedes no Ministério da Economia –, disse que a diretoria da instituição e os órgãos de controle haviam chegado a um consenso sobre como aplicar o sigilo bancário. A decisão era mantê-lo apenas em três esferas: planos de negócios e segredos industriais; análise de risco de crédito; e situação de adimplência.

Esse consenso foi atingido após o afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, em maio de 2016, com a mudança na orientação do BNDES. Antes disso, o BNDES ampliou a divulgação de dados a partir de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), num embate com o Tribunal de Contas da União (TCU). Questionado pelo próprio BNDES, o STF decidiu que o banco não poderia invocar o sigilo bancário para restringir acesso a informações sobre suas operações pelo TCU.

Maia se diz ‘perplexo’ com a demissão de Levy no BNDES

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Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ), receberá o futuro presidente da instituição de fomento, Gustavo Montezano, “aberta ao diálogo”, mas com preocupações em relação aos objetivos de abrir a suposta “ caixa - preta ” e de devolver empréstimos à União de forma acelerada.

de piroca e o kit gay -, a tese da “ caixa - preta ” do BNDES foi desmontada pelo ex- presidente do banco , Joaquim Levy. tomado as devidas providências, o ex- presidente do BNDES diz que o que há é apenas uma “distorção” pelo fato de , muitas vezes, empreiteiras serem donas de obras inteiras.

Embora a decisão do STF não tratasse da divulgação pública, o BNDES foi ampliando os dados disponíveis, incluindo valor das operações, taxas e prazos, inclusive sobre os polêmicos empréstimos para construtoras brasileiras tocarem obras em Cuba, na Venezuela e em países africanos. É possível encontrar os contratos desses empréstimos no site do banco.

Primeira a comandar o BNDES após a saída do PT do governo, a economista Maria Silvia Bastos Marques assumiu o cargo prometendo mais transparência. No início da gestão, o site do banco foi reformulado. A área de transparência ganhou mais dados e passou por melhorias na navegação.

Segundo uma fonte que acompanhou os trabalhos de transparência e auditoria nas últimas gestões do BNDES, e pediu para não se identificar, para ir além, o BNDES teria que passar por cima do “consenso” mencionado por Siqueira em agosto passado.

Isso exigiria mudar a lei federal de 2001 que regula o sigilo bancário. Do contrário, o banco e seus funcionários poderiam ser responsabilizados pelos clientes (as empresas que tomam crédito no BNDES) pela divulgação das informações. A divulgação da informação de atrasos no pagamento da dívida, sem que um cliente esteja em situação formal de calote pelas regras do Banco Central (BC), seria ilegal.

As declarações de Bolsonaro que levaram à demissão de Levy do BNDES

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Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ), receberá o futuro presidente da instituição de fomento, Gustavo Montezano, “aberta ao diálogo”, mas com preocupações em relação aos objetivos de abrir a suposta “ caixa - preta ” e de devolver empréstimos à União de forma acelerada.

Termos de Uso.  Presidente do BNDES entrega carta de demissão a Temer. “O calendário eleitoral exige me desligar de sua valorosa equipe em 31 de março próximo. Penso me engajar politicamente, sempre contando com seu consentimento e apoio”, escreveu Rabello de Castro

Para “abrir a caixa preta do BNDES”, Montezano poderá insistir em mais auditorias e investigações. Vários megaprojetos financiados pelo BNDES são objeto de suspeitas ou investigações de corrupção. Além dos empréstimos para obras no exterior e dos aportes no frigorífico JBS, fazem parte da lista a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, investimentos bilionários da Petrobrás e as obras da Usina Nuclear Angra 3.

Desde a gestão de Maria Silvia, a diretoria do banco instalou cinco processos de investigação interna, sobre as operações com o grupo Odebrecht e com o grupo J&F, do JBS. Já encerradas, as apurações concluíram que não há indícios de participação de funcionários em atos de corrupção.

Em março do ano passado, o escritório de advocacia americano Cleary Gottlieb foi contratado pelo BNDES para uma investigação externa sobre as operações com a J&F. Em dezembro, o banco anunciou que estava para contratar auditoria externa semelhante, desta vez sobre as obras no exterior. Na época, o então diretor Siqueira disse, em entrevista coletiva no Rio, que “a caixa preta foi aberta, temos uma caixa absolutamente transparente”.

Questionada sobre um balanço atualizado dessas auditorias no meio da tarde de segunda-feira, a assessoria de imprensa do BNDES não respondeu até o fechamento deste texto.

Previdência deve começar a ser discutida na comissão especial nesta terça

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BRASÍLIA - Ex- presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento ( BNDES ), Joaquim Levy diz que o governo precisa dar uma orientação clara do que Eu estava preparando estudos e fazendo um planejamento estratégico para quando entrasse o novo conselho do BNDES ( fossem tomadas as

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ) divulgou nesta sexta-feira (18) a lista dos seus 50 maiores clientes e todas as operações com eles realizadas nos últimos 15 anos. De acordo com o banco, os dados já estavam no site

Bullish

No caso das investigações da PF e do MPF, a Justiça Federal do Distrito Federal rejeitou, em maio, a denúncia contra cinco funcionários e ex-funcionários do BNDES na Operação Bullish, sobre as operações com o JBS. No mesmo caso, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e mais três pessoas se tornaram réus.

As investigações da Bullish apontaram irregularidades em operações de junho de 2007 a dezembro de 2009. No total, o BNDES contratou R$ 8,1 bilhões com o frigorífico, a maior parte em operações de compra de participação acionária. Os recursos ajudaram o JBS, do qual o BNDES é sócio até hoje, a fazer aquisições no exterior, tornando-se a maior processadora de carnes do mundo, ícone da política conhecida como “campeões nacionais”. Segundo o MPF, o BNDES teria perdido R$ 1,8 bilhão.

Ao rejeitar a denúncia contra os técnicos do BNDES, o juiz do caso alegou que os depoimentos “negam peremptoriamente qualquer interferência, influência, orientação, pressão, constrangimento ou direcionamento na tramitação dos processos” do banco. Como “prepostos do BNDES”, os técnicos foram “utilizados pelos demais réus apenas como instrumentos”. Além disso, segundo o juiz, embora a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) tenha identificado falhas no cumprimento dos contratos, não identificou prejuízo ao BNDES, “mas apenas renúncia a um lucro maior”.

Conforme um ex-executivo de alto escalão do BNDES, que pediu anonimato, novas auditorias dificilmente encontrariam irregularidades. Na visão dessa fonte, tudo indica que o banco foi usado em atos de corrupção por meio de decisões estratégicas dos governos do PT. Por exemplo, para tomar a decisão de dar prioridade ao financiamento das obras no exterior (do que a Odebrecht, entre outras, se beneficiou) e ao apoio ao setor de proteína animal (do que a JBS foi a principal beneficiada), o governo teria cobrado propina – em vez de cobrar porcentuais por cada empréstimo aprovado.

Câmara quer esvaziar papel do Ministério Público em pacote anticrime

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Um dia depois de Levy negar à CPI do banco público na Câmara, figurão dos governos do PT delata com detalhes como PT recebeu propina. As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor. Palocci confirma caixa preta do BNDES .

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Vídeo: Joaquim Levy pede demissão do BNDES (AFP)

Senado pode derrubar decreto das armas nesta 3ª feira.
Senado pode derrubar decreto das armas nesta 3ª feira (18.jun) O Senado Federal analisa nesta 3ª feira (18.jun.2019) decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza as regras de posse e porte de armas de fogo no país. Os senadores podem decidir se o derrubam ou não. Após isso, a pauta segue para a Câmara. Veja mais no MSN Brasil:Câmara quer esvaziar papel do MP em pacote anticrime (Estadão)Procuradores formam lista tríplice para chefe da PGR (Poder360)Parecer da reforma começa a ser discutido nesta terça (Exame.

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