Política: ‘Gabinete do ódio’ está por trás da divisão da família Bolsonaro - PressFrom - Brasil

Política ‘Gabinete do ódio’ está por trás da divisão da família Bolsonaro

04:30  20 setembro  2019
04:30  20 setembro  2019 Fonte:   estadao.com.br

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Moro bajula família Bolsonaro e critica revista Época: ‘Faltou ética’ O ministro da Justiça Sergio Moro usou o Twitter hoje para bajular a família Bolsonaro e criticar a reportagem da revista Época sobre o trabalho de coaching de Heloísa Bolsonaro, esposa do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Moro afirmou que é “um grande defensor da liberdade de expressão e de imprensa”, mas que “a matéria em […]

A equipe do “ gabinete do ódio ” não aceita interferências dos profissionais da Secretaria de Comunicação do governo. Segue ordens de Bolsonaro e de Carlos, que atua sob a inspiração do escritor Olavo de Carvalho. Flávio, vira e mexe, pede para o pai baixar o tom.

Quem é que propaga o ódio de verdade? Quem está por trás da estratégia do ódio ? "Há duas coisas que a esquerda sabe fazer como ninguém: matar e choramingar."

Estratégia para as redes sociais do presidente opõe os irmãos Carlos (à esq), que defende o confronto, e Flávio, de estilo mais conciliador © DIDA SAMPAIO/ESTADÃO -10/12/2018 Estratégia para as redes sociais do presidente opõe os irmãos Carlos (à esq), que defende o confronto, e Flávio, de estilo mais conciliador

BRASÍLIA – Quando o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) saiu de férias, em meados de julho, e viajou para a Bahia, auxiliares do presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto ficaram preocupados. A portas fechadas, no segundo andar daquele prédio erguido com colunas “leves como penas pousando no chão”, como gostava de comparar o arquiteto Oscar Niemeyer, um assessor chegou a dizer que, sem Flávio em Brasília, o “gabinete do ódio” ficaria incontrolável.

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Um jornal paraguaio, em matéria publicada na última quarta-feira, afirma que uma empresa, supostamente ligada à família Bolsonaro , está por trás do acordo

Meteoro Por Trás da Cena. A gente viu o preço disso, Bolsonaro foi eleito. Ciro Gomes era o único candidato do espectro progressista com chances reais de Convidada por Lorenzo Pazolini (sem partido), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, participou de uma

O comentário reflete a tensão que tomou conta do Planalto. No segundo governo de Dilma Rousseff, pouco antes do impeachment, em 2016, um pedaço daquela construção que abriga o centro do poder ficou conhecida como “Faixa de Gaza”, tamanha era a guerra de nervos entre a petista e seu então vice, Michel Temer. Agora, assessores de Bolsonaro batizaram o grupo responsável pelas mídias digitais do presidente como “gabinete do ódio”.

Nos bastidores, essa “repartição” é vista como responsável pelo afastamento cada vez maior entre Flávio – o primogênito – e seu irmão, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), também conhecido como “Carluxo” ou “zero dois”. Considerado o “pit bull” da família, Carlos é o responsável por criar estratégias para as redes sociais do pai e sempre defendeu a tática do confronto para administrar, em oposição a Flávio, dono de estilo conciliador.

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Meteoro Por Trás da Cena. Um dos projetos assinados por Bolsonaro torna obrigatório agressores de mulheres ressarcirem custos do SUS (Sistema Único de Saúde) decorrentes do atendimento à vítima de violência doméstica e familiar.

No dia 06 de Setembro o candidato à presidência Jari Bolsonaro levou uma facada no abdome durante sua campanha em Juiz de Fora. O caso logo repercutiu e o

Na prática, mesmo quando não está em Brasília, ele comanda o “núcleo ideológico”, emite opiniões polêmicas, chama a imprensa de “lixo” e lança provocações contra aliados do pai, como o vice-presidente Hamilton Mourão, tido por essa ala como “traidor”. Com a senha das redes de Bolsonaro, Carlos também dá ordens para os assessores Tércio Arnaud Tomaz, José Matheus Sales Gomes e Mateus Matos Diniz.

Os dois são da confiança do vereador e também do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) – o filho “zero três”, que Bolsonaro quer emplacar na Embaixada dos Estados Unidos –, mas Flávio tem horror a eles.

Filipe Martins, o assessor para Assuntos Internacionais de Bolsonaro, também faz parte desse grupo. Tércio, Matheus e Filipe despacham no terceiro andar do Planalto, ao lado do presidente.

Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio © DIDA SAMPAIO/ESTADÃO Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio

Léo Índio ‘espião voluntário’ do governo

Com carta branca para entrar no Planalto, o assessor parlamentar Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio, primo dos filhos de Bolsonaro, virou uma espécie de “espião voluntário” do governo. Léo Índio já produziu dossiês informais de “infiltrados e comunistas” nas estruturas federais, como revelou o Estado. O então ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, comprou briga com Carlos e com ele. Foi demitido.

Bolsonaro diz que vai jantar com Trump em NY

  Bolsonaro diz que vai jantar com Trump em NY Bolsonaro diz que vai jantar com Trump em NYO presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 20, que participará de jantar com o presidente dos EUA, Donald Trump, durante passagem no país para participar da Assembleia Geral da ONU, que será em Nova York.

Afinal, quem está por trás da campanha de fake news do Bolsonaro ? Ficha técnica: Produção executiva: Fernanda Flandoli Curadoria: Guilherme Melles Direção

E mais importante: garantirá a eleição de Sebastião Vieira Caixeta para corregedor nacional, contra Marcelo Witzel. Caixeta é apoiado por Luiz Fernando Bandeira de Mello, homem de Renan Calheiros. Bolsonaro e Toffoli: uma aliança de conveniência em Brasilia.

A equipe do “gabinete do ódio” não aceita interferências dos profissionais da Secretaria de Comunicação do governo. Segue ordens de Bolsonaro e de Carlos, que atua sob a inspiração do escritor Olavo de Carvalho. Flávio, vira e mexe, pede para o pai baixar o tom. Às vezes é ouvido, fato que provoca a ira do “zero dois”.

Mesmo investigado no caso de Fabrício Queiroz – o ex-assessor suspeito de comandar um esquema de “rachadinha” para pagar salários de servidores, na Assembleia do Rio –, o senador tem atuado como articulador político do Planalto, ao lado do general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo.

Em jantares com senadores, Flávio leva o irmão Eduardo a tiracolo, diz que o conhecimento do caçula sobre os EUA vai muito além do hambúrguer e tenta apaziguar atritos provocados por Carlos nas redes sociais.

“Esse núcleo ideológico atrapalha muito nossa vida aqui no Congresso”, disse o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP). “Desse jeito, o PSL vai acabar sofrendo uma derrota atrás da outra.”

Nos últimos dias, um tuíte de Carlos provocou polêmica. O vereador disse que “por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá no ritmo que almejamos”. Bolsonaro apoiou o filho. Flávio ficou em silêncio.

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  Heleno defende Bolsonaro por não comentar morte de Ágatha e questiona versão de motorista da Kombi Heleno defende Bolsonaro por não comentar morte de Ágatha e questiona versão de motorista da Kombi BRASÍLIA – O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, defendeu nesta quinta-feira, 26, o fato de o presidente Jair Bolsonaro não ter dado nenhuma declaração sobre a morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, atingida na semana passada, por um tiro no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. Para ele, quem tem de se manifestar sobre o caso é o governador do Estado, Wilson Witzel.

Lula: "Quem está tocando fogo na Amazônia são os milicianos do Bolsonaro " - Продолжительность: 1:58:03 CartaCapital 264 123 просмотра.

Meteoro Por Trás da Cena. Rodrigo seguiu o desabafo: "A igreja pregou TODOS os preconceitos a mim, com ódio . E nunca duvidei ou me revoltei com ele. Mas ninguém da minha família estava lá, ninguém soube (além do meu irmão que eu pedi ajuda) e da minha mãe que cuida de mim TODOS

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