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Política Moro recua e muda regra para deportação sumária

11:10  14 outubro  2019
11:10  14 outubro  2019 Fonte:   estadao.com.br

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Moro ainda voltou atrás na permissão para autoridades policiais manterem sob sigilo os motivos em casos de deportação , de expulsão e A revogação da Portaria 666 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que determinava a deportação sumária em até 48 horas de estrangeiros

Além da alteração no caso da deportação sumária , o novo texto também dá prazo para um estrangeiro recorrer da decisão em até cinco dias – antes, ele tinha apenas 24 horas para apresentar sua defesa. Moro ainda voltou atrás na permissão para autoridades policiais manterem sob sigilo os

Sérgio Moro refez portaria após primeiro texto ser alvo de ação proposta pela Procuradoria-Geral da República © FOTO Marcelo Camargo/Agencia Brasil Sérgio Moro refez portaria após primeiro texto ser alvo de ação proposta pela Procuradoria-Geral da República

BRASÍLIA - O ministro da Justiça, Sérgio Moro, voltou atrás em uma portaria publicada em julho que previa a deportação sumária de estrangeiros “perigosos” em até 48 horas. Agora, esse prazo será ampliado para cinco dias. O novo texto, ao qual o Estado teve acesso, também atenua regra que impede uma pessoa de permanecer no País e proíbe que alguém seja mandado embora caso isso coloque em risco a sua vida. A nova portaria será publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

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“Isso não muda a generosidade da lei brasileira com imigrantes ou refugiados, apenas impede o ingresso de pessoas suspeitas de envolvimento em condutas criminais gravíssimas e A portaria 666 do Ministério da Justiça alterou as regras para deportação sumária de “pessoas perigosas” no País.

Após críticas, Moro recua e muda regra para deportação de estrangeiros. ANÁLISEO Futuro das Reformas Econômicas – grátis para assinantes.

O recuo de Moro ocorre após a medida anterior ser contestada por especialistas e ser alvo da Procuradoria-Geral da República, que apresentou uma ação ao Supremo Tribunal Federal apontando desrespeitos à Constituiçãoe aos direitos humanos. Antes de julho, o prazo para um estrangeiro regularizar sua situação era de 60 dias.

Na ocasião, Moro justificou as regras mais duras como uma forma de impedir que pessoas suspeitas de condutas criminosas graves continuem no País. A portaria do Ministério da Justiça, que ganhou o número 666, chegou a ser considerada por parlamentares de oposição como uma tentativa de intimidação ao jornalista americano Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil e responsável por publicar supostas mensagens vazadas por hackers de integrantes da força-tarefa da Lava Jato. O ministro negou que essa fosse a intenção.

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Além da alteração no caso da deportação sumária , o novo texto também dá prazo para um estrangeiro recorrer da decisão em até cinco dias – antes, ele tinha apenas 24 horas para apresentar sua defesa. Moro ainda voltou atrás na permissão para autoridades policiais manterem sob sigilo os

Ao Estado, Moro disse que o novo texto torna mais claro trechos que não estavam bem “explícitos”. Segundo ele, as mudanças para ampliar o prazo de defesa, por exemplo, foram feitas “para evitar receios infundados”.

“O novo texto deixa expressas algumas medidas que estavam na portaria anterior, mas, como não estavam explícitas, havia dúvidas sobre o real alcance”, disse. “Um exemplo é a deportação sumária, em que, apesar de as condições para o rito estarem previstas no texto anterior, não estava claro que a deportação, nesse caso, não se aplicaria a pessoas que já obtiveram refúgio e também que tenham autorização de residência.”

A deportação é diferente da expulsão e da extradição. A primeira se aplica a estrangeiros que entram ilegalmente no País ou cuja permanência se torne ilegal. A expulsão, por sua vez, é aplicada a quem comete um crime em território nacional. Já a extradição é adotada quando autoridades do país de origem da pessoa requisitam seu retorno por alguma condenação, como ocorreu com o italiano Cesare Battisti.

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Texto original publicado por Moro em julho gerou críticas pelo prazo exíguo para a apresentação de defesa. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , atenuou as regras da portaria 666/2019 que previa a deportação sumária de estrangeiros considerados perigosos ou que "tenham

Sergio Moro recuou na questão imigratória. Nesta segunda-feira (14/10), o ministro da Justiça publicou uma portaria que flexibiliza as regras que tentou impôr em julho. Aumentou de 48 horas para cinco dias prorrogáveis o período de deportação sumária e incluiu outras garantias.

Bolsonaro

Em visita ao Estado, na quinta-feira passada, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o País tem adotado uma postura rígida em relação à permanência de criminosos estrangeiros em território nacional. “Mandamos embora um terrorista chinês, uns três paraguaios, fugiram para o Uruguai. Aqui deixou de ser refúgio de terrorista travestido de perseguido político”, disse. No caso dos paraguaios, o Brasil retirou o status de refugiado político deles, acusados de sequestro em seu país. O Paraguai havia pedido a extradição.

Além da alteração no caso da deportação sumária, o novo texto também dá prazo para um estrangeiro recorrer da decisão em até cinco dias – antes, ele tinha apenas 24 horas para apresentar sua defesa. Moro ainda voltou atrás na permissão para autoridades policiais manterem sob sigilo os motivos em casos de deportação, de expulsão e impedimento de entrada do estrangeiro no País.

A nova portaria também especifica que, para uma pessoa ser considerada “perigosa”, é preciso recair “razões sérias que indiquem envolvimento” em um dos crimes que justifiquem a deportação – terrorismo; grupo criminoso organizado ou associação criminosa armada ou que tenha armas à disposição; tráfico de drogas, pessoas ou armas de fogo; pornografia ou exploração sexual infantojuvenil. Antes, a norma previa apenas que qualquer “suspeito” desses crimes poderia ser enquadrado.

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Moro alterou portaria que prevê deportação sumária de estrangeiro. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , mudou as regras para deportação sumária de estrangeiros no Brasil, alterando a portaria 666 que havia publicado em julho deste ano e que foi duramente criticada

Para Defensoria Pública, ato 'viola' processo legal e direito à ampla defesa; Moro defende. Entidades criticaram nesta sexta-feira (26) uma medida do governo que definiu regras para deportação "Isso não muda a generosidade da lei brasileira com imigrantes ou refugiados

A alteração exclui ainda da lista de motivos para um estrangeiro ser deportado o envolvimento em torcida com histórico de violência em estádios.

Exceções

Em um de seus últimos atos como procuradora-geral da República, Raquel Dodge afirmou, na ação ao Supremo, no dia 13 de setembro, que a portaria 666 “fere os princípios da dignidade humana e da igualdade; viola os direitos à ampla defesa, contraditório, devido processo legal e presunção de inocência de estrangeiros; fragiliza o direito ao acolhimento; e ofende os princípios da publicidade, da liberdade de informação e do acesso à justiça”.

A nova portaria inclui ainda algumas situações em que o estrangeiro, mesmo na mira da Justiça, não poderá ser repatriado ou deportado. Não devem ser alvo da norma pessoas residentes no País registrados na Lei de Migração, de 2017, e refugiados reconhecidos legalmente pelo Estado brasileiro, de acordo com o Estatuto dos Refugiados (aprovado em 1997).

A Lei de Migração impede, por exemplo, expulsão de quem tem filho brasileiro sob sua guarda, dependência econômica ou socioafetiva e do estrangeiros que tiver cônjuge ou companheiro residente no Brasil.

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