Política Governo orienta depoimentos de assessores na CPI das Fake News

13:10  25 outubro  2019
13:10  25 outubro  2019 Fonte:   estadao.com.br

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  10 anos de 'League of Legends': veja depoimentos emocionantes de gamers 10 anos de 'League of Legends': veja depoimentos emocionantes de gamers"10 anos de LoL com muita história, muitos amigos e emoção demais em todos esses anos jogando esse jogo que eu amo", "diversão, realização, carreira, propósito. É difícil explicar a importância desse jogo na minha vida, mas ele me deu praticamente tudo que conquistei", "há seis anos conheci o LoL e hoje ainda me sinto vivendo um sonho", foram alguns dos depoimentos publicados na rede social.

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Com seis assessores de Jair Bolsonaro convocados pela CPI mista das fake news , o governo tenta reduzir o A CPI investiga a disseminação de notícias falsas nas eleições de 2018. Adversários tentam usar a comissão para encontrar irregularidades na campanha que elegeu Bolsonaro.

O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Filipe G. Martins, convocado na CPI das Fake News © NIlton Fukuda/Estadão O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Filipe G. Martins, convocado na CPI das Fake News

BRASÍLIA – Com seis assessores de Jair Bolsonaro convocados pela CPI mista das fake news, o governo tenta reduzir o desgaste com a presença deles no Congresso e avalia recorrer à Justiça para que tenham o direito de ficar em silêncio diante dos parlamentares. O Estado apurou que alguns dos servidores já foram procurados por auxiliares do presidente para receber orientações.

A lista dos que foram chamados inclui pessoas que trabalharam na comunicação da campanha eleitoral de 2018 e agora ocupam cargos no Palácio do Planalto, como integrantes do chamado “gabinete do ódio”. O termo é usado internamente no governo para se referir ao núcleo composto pelos assessores especiais da Presidência Tércio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes, além de Mateus Diniz, lotado na Secretaria de Imprensa. Os três são ligados ao vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente.

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247 - Na tentativa de reduzir mais desgastes, o governo Jair Bolsonaro avalia recorrer ao Judiciário para que seis assessores tenham o direito de ficar em silência na CPI mistra das fake news . O ocupante do Planalto procurou alguns auxiliares para dar orientações.

Hans River é desmentido em vídeo revelado pela jornalista da Folha Patrícia Campos Mello. Na verdade a CPI começou a desandar quando Allan dos Santos propago Na verdade a CPI começou a desandar quando Allan dos Santos propagou fake news em plena CPI e saiu de lá impune.

Entre os convocados também estão duas assessoras que trabalharam na AM4 Inteligência Digital, empresa contratada pela campanha de Bolsonaro. São elas Rebecca Félix e Taíse Feijó, que chegaram ao governo pelas mãos de Gustavo Bebianno, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, demitido em fevereiro após desentendimentos com Carlos.

A CPI investiga a disseminação de notícias falsas nas eleições de 2018. Adversários tentam usar a comissão para encontrar irregularidades na campanha que elegeu Bolsonaro. A oposição é maioria no colegiado e tem imposto sucessivas derrotas ao governo.

Rebecca coordenou uma equipe de comunicação digital na campanha de Bolsonaro, responsável pela atualização das redes sociais, e chegou a prestar depoimento em ação no Tribunal Superior Eleitoral que investiga o disparo de mensagens em massa por WhatsApp. A assessora foi demitida do cargo que ocupava no Palácio no último dia 17. Procurada pela reportagem, ela não quis comentar a convocação.

Taíse, lotada atualmente na Secretaria de Modernização do Estado, entrou no governo como assessora do gabinete de Bebianno, um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro. Na AM4, ela ajudou a operar a estratégia de comunicação digital do então candidato. A Secretaria-Geral não comentou a convocação da servidora.

Além delas, a comissão também aprovou anteontem a convocação do secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten, e do assessor especial da Presidência, Filipe Martins.

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'Nunca partiu de mim nenhuma ameaça a qualquer órgão de imprensa no Brasil', diz Bolsonaro .
'Nunca partiu de mim nenhuma ameaça a qualquer órgão de imprensa no Brasil', diz BolsonaroEm conversa com jornalistas, ele foi questionado pela BBC News Brasil se não teme comparações com Hugo Chavéz, que em 2007 não renovou a concessão da RCTV, emissora de maior audiência no país, após discordar da cobertura do canal sobre seu governo e acusá-la de ser "golpista".

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