Política Bebianno diz à PF que Bolsonaro chancelou repasses a Bivar para entrar no PSL

19:20  04 novembro  2019
19:20  04 novembro  2019 Fonte:   poder360.com.br

Depois de convite de Doria, Bebianno vai se filiar ao PSDB

  Depois de convite de Doria, Bebianno vai se filiar ao PSDB Ex-ministro deixou PSL depois de se desentender com presidente Jair BolsonaroBebianno articulou a ida do presidente Jair Bolsonaro para o PSL, coordenou a campanha presidencial de 2018, mas deixou o partido e o governo depois de se desentender com o presidente.

Já Bebianno presidiu nacionalmente o PSL em 2018, coordenou a campanha presidencial e foi ministro de Bolsonaro (Secretaria-Geral) por menos de dois meses, tendo sido demitido ao se desentender com o chefe e um de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro , em meio à repercussão

Bolsonaro chancelou repasses a Bivar para entrar no PSL , diz . Já Bebianno presidiu nacionalmente o PSL em 2018, coordenou a campanha presidencial e foi ministro de Bolsonaro (Secretaria-Geral) por menos de dois meses, tendo sido demitido ao se desentender com o chefe e

Bebianno foi o 1º integrante do 1º escalão a deixar o governo Bolsonaro© Sérgio Lima/ Poder360 Bebianno foi o 1º integrante do 1º escalão a deixar o governo Bolsonaro

O ex-ministro Gustavo Bebianno (Secretaria Geral) disse em depoimento à Polícia Federal que o presidente Jair Bolsonaro chancelou 1 acordo para repassar 30% do fundo eleitoral do PSL (cerca de R$ 2,7 milhões) para o diretório do partido em Pernambuco.

Ao ser questionado por que o diretório de Pernambuco foi beneficiado com as maiores cifras, Bebianno disse que, no começo de 2018, Bolsonaro e o deputado Luciano Bivar fecharam 1 acordo para que o então pré-candidato a presidente entrasse no PSL. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo na manhã desta 2ª feira (4.nov.2019).

PSL divulga ferramenta com gastos após Bolsonaro pedir bloqueio de repasses

  PSL divulga ferramenta com gastos após Bolsonaro pedir bloqueio de repasses PSL divulga ferramenta com gastos após Bolsonaro pedir bloqueio de repassesA criação da ferramenta é uma resposta do grupo de Bivar às acusações de aliados de Bolsonaro sobre a falta de transparência nas contas do PSL. O objetivo, segundo pessoas próximas ao presidente do partido, é minar a estratégia jurídica do grupo bolsonarista, que pretendia sair do partido sem perder o mandato nem o fundo eleitoral usando, como argumento na Justiça, a suposta falta de acesso às contas partidárias.

Bebianno diz à PF que Bolsonaro chancelou repasses a Bivar para entrar no PSL

Bebianno é ex-ministro da Secretaria Geral e foi presidente do PSL em 2018. O estado do Nordeste é a base política do deputado Luciano Bivar , hoje Em seus depoimentos à PF , Bete declarou que mulheres foram chamadas a participar do pleito somente para cumprir a cota mínima obrigatória de

“Perguntado sobre quem seria o responsável pela definição das contas relativas aos fundos partidário e especial [eleitoral] para cada estado e seu correlato repasse para os candidatos durante o processo eleitoral, [Bebianno] respondeu que na forma do acordo político celebrado entre Jair Bolsonaro, Luciano Bivar, Fernando Francischini [então deputado federal pelo Paraná e aliado de Bolsonaro], Antônio Rueda [braço-direito de Bivar], Eduardo Bolsonaro [filho do presidente] e o declarante, parte relevante do fundo eleitoral, em torno de 30%, seria destinado para o estado de Pernambuco, estado original da fundação do PSL, e que os 70% restantes seriam distribuídos de acordo com o peso eleitoral de cada estado”, diz a transcrição de parte de seu depoimento divulgado pelo jornal.

Após acusações de Bolsonaro, Ministério Público pede explicações ao PSL

  Após acusações de Bolsonaro, Ministério Público pede explicações ao PSL Após acusações de Bolsonaro, Ministério Público pede explicações ao PSLA notificação foi feita ao PSL e a Bivar por e-mail. O documento reproduz o pedido feito por Bolsonaro, que quer a abertura de uma investigação para a apuração do uso dos repasses à legenda pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), "em nome da transparência, da moralidade e do resguardo e proteção do patrimônio público".

Bivar ], Eduardo Bolsonaro [filho do presidente] e o declarante, parte relevante do fundo eleitoral, em torno de 30%, seria destinado para o estado de Pernambuco, estado original da fundação do PSL , e que os 70% restantes seriam distribuídos de acordo com o peso eleitoral de cada estado”, diz a

Bebianno , diz a reportagem, informou que Bolsonaro ficou com o poder de definir o comando de todos os diretórios regionais do PSL , além de cargos na Executiva Nacional e o comando interno da legenda durante o período eleitoral. À época das negociações com a cúpula do PSL

Bebianno foi o coordenador da campanha presidencial de Bolsonaro nas eleições de 2018. Presidiu nacionalmente a legenda nesse período. No início da gestão, chegou a ser ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Em fevereiro, foi demitido do cargo.

O PSL de Pernambuco é chefiado por Bivar, que é presidente nacional do partido e foi 1 de seus fundadores. Bivar é citado nos esquemas de candidatas laranjas da sigla.

Em outubro, por causa de uma citação a Bivar, Bolsonaro disse a 1 apoiador para “esquecer o PSL” porque Bivar estava “muito queimado”. Agora, Bolsonaro cobra publicamente transparência do partido.

Bebianno foi chamado a depor para a PF pelos supostos repasses de verba às supostas candidatas laranjas de Pernambuco ter saído do diretório nacional do PSL, que na época era presidido por ele.

Aos investigadores, Bebianno disse que a decisão sobre as candidaturas nos Estados coube exclusivamente aos diretórios regionais. A Executiva Nacional era responsável apenas por formalizar o repasse de dinheiro.

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Luiz Philippe diz que foi preterido como vice de Bolsonaro por causa de dossiê .
Herdeiro da família real afirmou que o presidente contou a ele que o ex-mandatário do PSL, Gustavo Bebianno, espalhou mentiras sobre eleSÃO PAULO - Cotado por Jair Bolsonaro para ser candidato a vice-presidente na última eleição, o deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP) disse que o presidente reconheceu publicamente nesta terça-feira, 13, que escolheu o general Hamilton Mourão (PRTB) porque o ex-presidente do partido, Gustavo Bebianno, armou um dossiê contra ele.

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