Política Nos Estados, PSL se alia a ‘rivais’ de Bolsonaro

16:15  15 novembro  2019
16:15  15 novembro  2019 Fonte:   estadao.com.br

Armas usadas em massacre de família mórmon são americanas, afirma polícia do México

  Armas usadas em massacre de família mórmon são americanas, afirma polícia do México As autoridades mexicanas disseram nesta quarta-feira (6) que as armas usadas no massacre de uma família mórmon são americanas. A principal linha de investigação aponta para o confronto entre grupos de narcotraficantes que teriam matado as três mulheres e as seis crianças, na segunda-feira (4), por engano. O secretário de Segurança mexicano, Alfonso Durazo, disse que as evidências coletadas pelos especialistas nas cenas do crime permitem "reconhecer o calibre dos cartuchos 223 de fabricação Remington e de origem norte-americana".

Filiados à sigla mantêm cargos em gestões de legendas adversárias do presidente e que terão candidatos em 2022.

A falta de unidade que caracteriza a bancada federal do PSL — e que ajudou o presidente Jair Bolsonaro a decidir pela desfiliação do partido À frente de três governos, a legenda se divide, ora na oposição ora na situação. E chega a ser aliada de siglas que, em 2022, terão candidatos próprios

O Governador do Rio, Wilson Witzel, e o Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Industrial do Estado do Rio de Janeiro © Wilton Junior/ Estadão O Governador do Rio, Wilson Witzel, e o Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Industrial do Estado do Rio de Janeiro

A falta de unidade que caracteriza a bancada federal do PSL – e que ajudou o presidente Jair Bolsonaro a decidir pela desfiliação do partido – também é observada na posição dos representantes da sigla em seus Estados. À frente de três governos, a legenda se divide, ora na oposição ora na situação. E chega a ser aliada de siglas que, em 2022, terão candidatos próprios à Presidência ou que integram o Centrão, bloco partidário criticado por bolsonaristas nas redes sociais.

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Brasília - A falta de unidade que caracteriza a bancada federal do PSL - e que ajudou o presidente Jair Bolsonaro a decidir pela desfiliação do partido - também é observada na posição dos representantes da sigla em seus estados , segundo a Agência Estado . À frente de três governos, a legenda se

Brasília - A falta de unidade que caracteriza a bancada federal do PSL - e que ajudou o presidente Jair Bolsonaro a decidir pela desfiliação do partido - também é observada na posição dos representantes da sigla em seus Estados . À frente de três governos, a legenda se divide

A participação no primeiro escalão dos governos muda de acordo com o local. No Rio, o PSL comanda as secretarias da Ciência e Amparo à Pessoa com Deficiência da gestão de Wilson Witzel (PSC). No Rio Grande do Sul, a pasta de Desenvolvimento Econômico foi entregue à legenda pelo governador Eduardo Leite (PSDB). Em Minas, o governador Romeu Zema (Novo) nomeou para a secretaria de Segurança Pública, à época, um filiado da sigla, que hoje não faz parte do partido. Esses três partidos projetam disputar o Planalto daqui a três anos.

Após se elegerem governadores na onda conservadora que deu a vitória a Bolsonaro no ano passado, Witzel e o tucano João Doria, de São Paulo, já se descolaram do governo federal em busca do mesmo eleitorado. E já são tratados como adversários pelo presidente, que passou a falar abertamente sobre sua intenção de disputar um segundo mandato.

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  Jô Soares chama Bolsonaro de 'rei dos animais' em carta ao presidente Jô Soares chama Bolsonaro de 'rei dos animais' em carta ao presidenteA carta, publicada no jornal Folha de S. Paulo, neste domingo (10/11) começa, questionando, em latim "Até quando abusarás da nossa paciência?". A frase é uma referência ao escritor romano Cícero, que escreveu o questionamento em  relação a Catilina, militar que tentara derrubar a República.

A falta de unidade que caracteriza a bancada federal do PSL — e que ajudou o presidente Jair Bolsonaro a decidir pela desfiliação do partido — também é observada na posição dos representantes da sigla nos estados . À frente de três governos, a legenda se divide, ora na oposição ora na situação.

A falta de unidade que caracteriza a bancada federal do PSL - e que ajudou o presidente Jair Bolsonaro a decidir pela desfiliação do partido - também é À frente de três governos, a legenda se divide, ora na oposição ora na situação. E chega a ser aliada de siglas que, em 2022, terão

No Rio, berço político de Bolsonaro, a relação é de confronto depois que o nome dele surgiu na investigação da morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), ocorrida em março de 2018. O presidente reagiu e afirmou que Witzel vazou a informação à imprensa para prejudicá-lo. O governador nega.

Com Doria, o relacionamento também é distante, embora menos conturbado. Em São Paulo, o PSL não participa do governo nem faz parte da base aliada na Assembleia Legislativa. “Doria é um marqueteiro, que tem um projeto nacional. Tanto que ele não se refere aos cidadãos do Estado como paulistas, mas como ‘brasileiros que vivem em São Paulo’”, disse o deputado do PSL Douglas Garcia.

O parlamentar aliado a Bolsonaro, no entanto, reconheceu que a bancada paulista vota com o governo nas pautas ligadas à economia e ao enxugamento do Estado. “Mas votamos contra aquelas que dão aumento salarial a agentes públicos, por exemplo”, afirmou Garcia.

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  Partido que Bolsonaro vai criar já tem nome O primeiro episódio da série “Pelo Mar” mostra um pouco da minha ligação com o mar e também as ações que aprendi com meu patrocinador principal, a Oceano Surf Wear, uma empresa em que tenho orgulho em fazer parte. Através do projeto “Keep the Ocean Blue” fizemos diversas palestras as crianças durante o ano todo no sul do Brasil, além disso o projeto também já passou por Fiji, Indonésia, El Salvador, Peru e outros lugares, sempre passando a mensagem de conscientização ambiental para as pessoas. Participação: Sabrina Eggert (Oceano Surf Wear) Imagens: Lucas Mohr Edição: Lucas Mohr Direção: Petterson Thomaz #pelomar #keeptheoceanblue #oceanosemplastico #surf #recicle

Armas usadas em massacre de família mórmon são americanas, afirma polícia do México. As autoridades mexicanas disseram nesta quarta-feira (6) que as armas usadas no massacre de uma família mórmon são americanas.

247 - O PSL , ex-partido de Jair Bolsonaro e legenda cheia de intrigas e polêmicas, compõe governos estaduais juntamente com possíveis concorrentes de Bolsonaro ao Planalto em 2022. No Rio de Janeiro, o PSL está à frente das secretarias da Ciência e Amparo à Pessoa com Deficiência

Já Zema tem defendido um alinhamento ao governo Bolsonaro. O mineiro, apoiado pelo candidato derrotado à Presidência pelo Novo, João Amoêdo, tem como vice-líder no Legislativo um deputado do PSL, Coronel Sandro, que se declara independente. “Eu sou vice-líder do governo, mas nos consideramos um bloco independente. Há um alinhamento com a pauta econômica, privatizações, redução de impostos, redução do Estado, defesa das forças de segurança, mas somos contra as pautas de costumes”, disse o deputado.

No Rio Grande do Sul, o discurso de independência é o mesmo, apesar de os parlamentares do PSL apoiarem as pautas do governo Leite. “Já votamos contra, mas como é um governo de direita, em várias pautas a gente acaba acompanhando: pautas econômicas, privatizações, enxugamento da máquina, questões ligadas ao liberalismo econômico. Em algumas pautas fomos contra, como o aumento dos salários da diretoria do banco Banrisul. Mas, no geral, não é difícil acompanhar o governo”, disse o líder da bancada do PSL na Assembleia Legislativa, Coronel Zucco.

Centrão

O PSL apoia pelo menos outros cinco governadores, com participação direta ou não no dia a dia da máquina. No Pará, por exemplo, o presidente estadual do partido foi nomeado por Helder Barbalho (MDB) secretário de Justiça e Direitos Humanos. No Acre, Gladson Cameli (PP) escolheu o ex-prefeito de Acrelândia Tião Bocalom para a direção da empresa estadual de fomento ao agronegócio.

Em Goiás, a sigla fez indicações a cargos menores, do segundo e terceiro escalões. E os deputados estaduais estão na base de Ronaldo Caiado (DEM). Roraima e Rondônia são comandados por filiados do PSL e mantêm o partido em suas respectivas bases aliadas.

Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, assim como no Tocantins e no Amazonas, a postura oficial dos parlamentares é de neutralidade. Oposição mesmo só em relação às gestões consideradas de esquerda, como os governos comandados por PT e PSB.

Nesse xadrez, Santa Catarina é a maior surpresa. Apesar de ter sido eleito pelo PSL, o governador Carlos Moisés não é benquisto por bolsonaristas por defender pautas ambientais e por manter diálogo com movimentos sociais, como os de moradia, e representantes da causa LGBT. Após menos de um ano de governo, a bancada no Estado está rachada.

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Bolsonaro comemora desempenho da economia“Pelo sétimo mês seguido, o resultado na criação de empregos foi positivo, com 70.582 vagas criadas em outubro. No ano, foram gerados 841,5 mil empregos formais, melhor saldo dos últimos 5 anos”.

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