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Política Com a saída do presidente Bolsonaro, PSL prepara repaginada

12:25  16 novembro  2019
12:25  16 novembro  2019 Fonte:   correiobraziliense.com.br

Bolsonaro silencia sobre Lula e 2ª Instância: ‘Não vou entrar em canoa furada’

  Bolsonaro silencia sobre Lula e 2ª Instância: ‘Não vou entrar em canoa furada’ Bolsonaro silencia sobre Lula e 2ª Instância: ‘Não vou entrar em canoa furada’“Sou responsável por aquilo que acontece no Poder Executivo. Não vou entrar numa canoa furada. Tenho responsabilidade com todos vocês”, disse Bolsonaro aos populares que o aguardavam na entrada da residência oficial da Presidência.

Presidente espera atrair 30 deputados para Aliança, e grupo de Bivar prepara retaliação.

O presidente da República anunciou sua saída do PSL . Jair Bolsonaro se reuniu com os parlamentares para confirmar a mudança. Não foi definido quantos

  Com a saída do presidente Bolsonaro, PSL prepara repaginada © Editoria de Ilustração/CB/D.A. Press

O anunciado desembarque do presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) do PSL é um assunto tratado com sobriedade dentro do partido. Os caciques da legenda sabem que, diferentemente das eleições de 2018, não poderão mais associar a imagem ao chefe do Executivo federal, mas isso, asseguram, não os preocupa. Para o presidente nacional, Luciano Bivar (PE), a desfiliação é a chance de reposicionar a sigla no cenário político nacional, com a construção de uma narrativa classificada por interlocutores como racional, não radical nem extremista. O alinhamento com as pautas governistas liberais na economia e conservadoras nos costumes, no Congresso, não vai mudar, mas com senso de autonomia maior para construção de acordos com os partidos de centro, em um movimento que se refletirá nas eleições municipais de 2020.

Contas de Carlos Bolsonaro em redes sociais não foram banidas

  Contas de Carlos Bolsonaro em redes sociais não foram banidas Contas de Carlos Bolsonaro em redes sociais não foram banidasAté o momento, Carlos não se pronunciou sobre as contas desativadas para informar o motivo da saída. O jornal O Estado de S. Paulo tenta contato. As contas não foram excluídas ou banidas pelas redes sociais. O Twitter informou que não tomou qualquer medida em relação à conta do vereador na rede social. Facebook e Instagram não se manifestam a respeito de contas específicas.

Bolsonaro deve anunciar hoje a saída do PSL . A ideia da equipe de advogados é viabilizar a criação de um novo partido, que deve se chamar "Aliança Pelo Brasil", a tempo de lançar candidatos para a eleição municipal de 2020. Para isso, eles estimam que conseguirão entregar, até março do ano que

A saída do presidente do PSL ocorre na esteira das denúncias sobre o esquema de candidaturas de laranjas nas eleições de 2018, revelado pela Folha em fevereiro. A direção da legenda diz que o PSL "continua comprometido com as ideias e valores que elegeram o presidente Jair Bolsonaro "

No próximo ano, o PSL terá R$ 358 milhões a gastar no pleito de 2020, dos quais são R$ 245 milhões do Fundo Eleitoral e R$ 113 milhões do Fundo Partidário. Até 2022, o valor contabilizado será próximo de R$ 1 bilhão. Contudo, embora o apoio financeiro e o tempo de televisão para as eleições sejam fatores que não podem ser desprezados, não são os únicos elencados por aliados de Bivar como motivos para a expectativa de sucesso e de uma vida próspera para a legenda no cenário “pós-Bolsonaro”. Se o presidente da República tivesse optado por permanecer na sigla, a leitura feita é de que seria difícil costurar acordos e coligações no sistema majoritário, ou seja, para candidaturas de prefeitos. “O discurso adotado por ele e os filhos é um obstáculo para a formação de  alianças e entendimentos. A bolha ‘bolsonarista’ não permite costuras”, analisa o deputado federal Júnior Bozzella (PSL-SP), braço direito de Bivar.

Por ordem de Eduardo, deputado do PSL é ‘desconvidado’ de reunião com Bolsonaro

  Por ordem de Eduardo, deputado do PSL é ‘desconvidado’ de reunião com Bolsonaro Por ordem de Eduardo, deputado do PSL é ‘desconvidado’ de reunião com BolsonaroNa manhã desta terça-feira, 12, horas antes da reunião no Planalto, Tadeu foi informado sobre o "cancelamento do convite" para ir ao Planalto. Segundo o e-mail enviado pelo gabinete da deputada Bia Kicis (PSL-DF), o recuo foi uma "determinação do ‘presidente do PSL na Câmara’, o deputado Eduardo Bolsonaro".

O modo de o presidente Jair Bolsonaro lidar com o Congresso deve amortecer insatisfações políticas com sua saída do PSL e a criação de um partido, o Aliança pelo Brasil. Essa é a avaliação da maioria dos parlamentares ouvidos pelo Correio. Especialistas apontam que a crise com a primeira legenda e

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje a saída dele do PSL e confirmou a ida ao partido Aliança pelo Brasil, ainda a ser criado, segundo parlamentares do PSL após reunião no Palácio do Planalto. A reunião serviu para oficializar a decisão de sair do PSL aos aliados e discutir os meios da criação da

O planejamento é reposicionar a imagem do partido aos moldes de uma nova direita. “A que Bolsonaro defende é autoritária, remete à ditadura militar. O PSL, agora, pode ser o esteio de uma direita que ainda não nasceu e nortear o espectro político”, defende Bozzella. A legenda prepara um ousado planejamento para as próximas eleições. Bivar projeta um salto do controle da sigla em 30 municípios para 1 mil. Bozzella é mais modesto e acredita que o partido possa abocanhar entre 300 e 500 prefeituras. Entre as capitais, algumas pré-candidaturas estão postas. A deputada federal Joice Hasselmann (SP) será lançada em São Paulo, o deputado estadual Fernando Francischini (PR) disputará em Curitiba, e com aval do deputado federal Julian Lemos (PB), o radialista Nilvan Ferreira concorrerá em João Pessoa.

Em outras cidades, será estudado caso a caso, sempre com possibilidade de construir alianças. Mesmo em São Paulo, onde o PSDB tem uma base dominante, as conversas com os tucanos estão bem encaminhadas. Bozzella mantém conversas com o governador do estado, João Doria, a fim de construir o apoio em torno da pré-candidatura de Hasselmann. No Rio de Janeiro, os deputados federais Gurgel e Felício Laterça são cotados e terão seus nomes sugeridos por Bozzella ao governador do estado, Wilson Witzel (PSC), em jantar na semana que vem. “Witzel vem sinalizando uma aproximação no sentido de construir alianças a prefeituras. É do mesmo espectro político e partimos de um ponto de mesma ideologia para formar acordos e fortalecer nossa base, nos preparando para 2022”, explica o parlamentar.

Bolsonaro anuncia saída do PSL

  Bolsonaro anuncia saída do PSL Bolsonaro anuncia saída do PSLO senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) também sairá de imediato do partido, disse a deputada Bia Kicis. O deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) afirmou que a ideia dos deputados é permanecer no PSL até a criação da nova legenda.

No Rio, o PSL comanda as secretarias da Ciência e Amparo à Pessoa com Deficiência da gestão de Wilson Witzel (PSC). O parlamentar aliado a Bolsonaro , no entanto, reconheceu que a bancada paulista vota com o governo nas pautas ligadas à economia e ao enxugamento do Estado.

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro anunciou, esta terça-feira, que está de saída do partido que permitiu a sua eleição, o Partido Social Liberal ( PSL ), para criar um novo A decisão de romper com o partido terá surgido no princípio de outubro, após o presidente da força política, Luciano Bivar, o

No Rio Grande do Sul, o deputado federal Nereu Crispim terá a liberdade para discutir alianças com o governador do estado, Eduardo Leite (PSDB). Na Bahia, a deputada federal Dayanne Pimentel estará apta a construir alinhamento com o DEM, legenda presidida nacionalmente por ACM Neto, prefeito de Salvador. Sobretudo os presidentes de diretórios estaduais de seus partidos ganharão autonomia para propor costuras em suas bases para eleger prefeitos e vereadores. Entretanto, no Nordeste, onde partidos de oposição são fortes, não há expectativas de alinhamento com PT, PCdoB, PSB e PDT.

Estratégias

Em Goiás, estado em que o deputado federal Delegado Waldir preside o diretório, a projeção é emplacar 246 candidaturas para as prefeituras e câmaras de vereadores. “Temos 140 diretórios montados e vamos fazer da mesma forma nos outros lugares. Queremos ser o maior partido do Brasil”, destaca. A estratégia do PSL para 2020 será apostar em quadros “inteligentes e racionais”, tendo como ponto de partida, em alguns estados, a influência de parlamentares. Entre janeiro e fevereiro, a legenda vai contratar pesquisas para construir um planejamento dentro da Executiva Nacional, a fim de viabilizar os melhores candidatos a prefeito, vice e vereador.

Bolsonaro anuncia saída do PSL

  Bolsonaro anuncia saída do PSL Grupo Demônios da Garoa canta "Trem das onze" no programa Canja do iG

Jair é pai de Flávio Bolsonaro , Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro respectivamente Senador eleito pelo Estado do Rio de Janeiro, Vereador do Município do Rio de Janeiro e Deputado Federal eleito pelo Estado de São Paulo, este último conquistando o segundo mandato com a maior votação

Capitão reformado do Exército, Jair Bolsonaro ( PSL ), 63, disputa pela primeira vez a Presidência da República. Ele tenta se vender como outsider na Para se preparar para a corrida presidencial, Bolsonaro trocou no início do ano o PSC do Pastor Everaldo, pelo PSL , legenda que hoje conta

As maiores incógnitas residem em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde o “processo de destruição” foi maior, critica o deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP). Ele acusa Flávio, até então presidente do diretório fluminense, e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), ainda presidente do diretório paulista, de esquecerem suas bases e não construirem projetos. Em São Paulo, entre 200 e 300 diretórios foram desmobilizados. Ainda assim, mesmo com a confirmação da família Bolsonaro de ruptura com a legenda, há uma demanda de filiação à sigla nos municípios.

Em São Paulo, o partido trabalha, agora, para demover o clima de instabilidade que pairou até então. Em Araraquara, um dos diretórios desmobilizados será restituído, e as conversas com o Coronel Wagner Prado, pré-candidato no município, retomadas. Em Sorocaba, nono maior município do estado, o PSL vai iniciar negociação com o vereador Ricardo Manga (DEM), pré-candidato. Ele mantém diálogo com o Republicanos, mas está aberto a escutar a proposta pesselista. Em São José dos Campos, quinto maior município, a ideia é lançar a deputada estadual Letícia Aguiar. Outras prefeituras almejadas são Ribeirão Preto e Campinas.

Convenção nacional para definir planos

O planejamento do PSL para 2020 começará a ser mais bem traçado a partir da próxima terça, após convenção nacional, em Brasília, que vai reformular o partido e destituir o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ) das presidências dos respectivos diretórios estaduais. A partir daí, o partido iniciará outra estratégia fundamental para as pretensões no próximo pleito: as punições aos deputados considerados “persona non grata” na sigla. A ideia é agilizar o processo e anunciar as suspensões de 10 parlamentares em até 10 dias.

Grupo ameaçado de expulsão do PSL sofre ‘desarrazoada perseguição’, diz defesa

  Grupo ameaçado de expulsão do PSL sofre ‘desarrazoada perseguição’, diz defesa Grupo ameaçado de expulsão do PSL sofre ‘desarrazoada perseguição’, diz defesaSegundo os advogados que representam os bolsonaristas, o grupo sofre represália por ter se revoltado contra o “autoritarismo” na sigla. “Os representados sofrem indubitável e desarrazoada perseguição desde que se insurgiram contra o autoritarismo, e em favor da democracia e transparência intrapartidária”, alegou a defesa. Eis a íntegra da manifestação.

A confirmação sobre a saída foi dada por deputados que participaram de reunião no Planalto com o presidente .

Em meio à crise por disputa de poder na legenda, presidente afirma que pretende criar novo partido. Cerca de 30 parlamentares aliados de Bolsonaro devem seguir exemplo e deixar o PSL .O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (12/11)

Estão no radar do Conselho de Ética do PSL cerca de 20 deputados, mas metade deve receber uma punição mais branda, como uma advertência. Nesse caso, eles não teriam perda dos direitos políticos e ainda poderiam acessar sua parte do fundo partidário. Os outros 10, considerados mais extremistas, não. A intenção é suspender esses e tirar deles os direitos políticos, como o acesso ao fundo. Enquanto a expulsão abriria margem para eles buscarem outro partido, a suspensão os mantêm no PSL, mas sem acesso aos recursos.

A definição dos titulares do Conselho de Ética ocorrerá na convenção. O objetivo do comitê é “não retaliar por retaliar” e estender a mão para alguns dissidentes, dando a eles a oportunidade de voltar atrás na eventual decisão de abandonar o partido. A avaliação feita por alguns no PSL é de que deputados, como Daniel Freitas (SC) e Léo Motta (MG), foram coagidos — inclusive emocionalmente —, a participarem do processo que deu a liderança da legenda na Câmara a Eduardo, diz o deputado Júnior Bozzella.

Coação

O parlamentar admite a intenção de não fazer “caça às bruxas”. “Mas os mais radicais estarão suspensos até as eleições. Foi um AI-5 o que fizeram, tendo a milícia digital coagido até mesmo os familiares de alguns parlamentares”, diz. O desejo de Eduardo Bolsonaro de levar o fundo partidário para o Aliança pelo Brasil é criticado pelo deputado Coronel Tadeu (SP). “São tão conservadores que se preocupam muito mais com o fundo do que com a política”, critica.

O deputado federal Delegado Waldir (GO) sustenta que os recursos dos fundos eleitoral e partidário ficarão com o PSL, ainda que haja uma debandada em série. “O partido recebe esse dinheiro, e o direito foi conquistado nas urnas. A janela para os que quiserem sair é em 2022, seis meses antes das eleições. Antes disso, não existe a possibilidade de outra janela. O presidente não pode criar um partido e achar que vai levar todo mundo só porque ele e sua família querem um espaço para brincar”, afirma.

Obstáculos ao Aliança

Ainda que o presidente Jair Bolsonaro festeje a saída do PSL, partido pelo qual se elegeu, e a intenção de criar uma legenda, a Aliança pelo Brasil, duas questões podem atrapalhar os planos do chefe do governo. Uma delas é a legislação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cujo rito para criação de partidos é extenso e pouco imediato; a outra é a impossibilidade de os deputados federais deixarem a sigla fora do período conhecido como janela eleitoral — o que só ocorre em 2022.

“Quem acha que vai sair do PSL está enganado. Não pode, não há janela eleitoral. O grupo do presidente está prometendo o que não tem. Um partido político não se cria do dia para a noite, existem impugnações, assinaturas... E tem uma lista de 70 pretensas legendas querendo fazer o cadastro na Justiça Eleitoral”, afirmou o deputado Delegado Waldir (PSL-GO). A regra para a criação de legendas está prevista na Resolução nº 23.571/201, do TSE. “Só podem sair o presidente (Bolsonaro) e o senador (Flávio Bolsonaro), que foram eleitos pelo sistema majoritário.”

A intenção do chefe do Planalto de sair do PSL começou a se concretizar após a publicação de reportagens denunciando suspeitas de candidaturas laranjas do partido durante as eleições de 2018. O presidente nacional da legenda, Luciano Bivar (PE), e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, são alguns dos investigados.

Aliança pelo Brasil: Bolsonaro sinaliza que será o líder do próprio partido .
Aliança pelo Brasil: Bolsonaro sinaliza que será o líder do próprio partidoAté então, o chefe do Executivo não havia feito um pronunciamento sobre o assunto. Os membros da Executiva do partido devem ser os filhos, Flávio e Eduardo Bolsonaro.

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