Bebidas Borbulhas não convencionais: o resgate de bebidas alcoólicas ancestrais

11:06  24 dezembro  2020
11:06  24 dezembro  2020 Fonte:   estadao.com.br

9 pratos nada convencionais com cachorro-quente para provar

  9 pratos nada convencionais com cachorro-quente para provar Faça deliciosas receitas de cachorro-quente que vão além das tradicionais e surpreenda toda a sua família Para comemorar o Dia do Cachorro-Quente da melhor forma possível, o Guia da Cozinha elegeu 9 receitas de cachorro-quente extremamente saborosas e nada convencionais. Aproveite estas dicas e ideias diferentes, se inspire e faça o melhor dogão que você […] The post 9 pratos nada convencionais com cachorro-quente para provar appeared first on Guia da Cozinha.

Bebidas fermentadas nãoo convencionais , como as da Cia. dos Fermentados, estão em alta entre produtores. Foto: Ding Musa. Apesar de ser feito tal e qual um espumante clássico, no qual as frutas são maceradas e as cascas, mantidas em contato com o mosto, não poderia ser chamado assim por Feitas artesanalmente a partir de chás, frutas diversas e leveduras selvagens, recebem o mínimo de intervenção: não são filtradas, pasteurizadas, tampouco conservadas com sulfitos. “ Resgatamos modos de preparo ancestrais e aperfeiçoamos por meio de pesquisa, experimentos e controle de

Não são rótulos pensados para se beber em volume, são bebidas de personalidade. E não são assim facinhas como a apresentação pode dar a entender. São bem secas, com pouca ou quase nenhuma doçura, e por isso podem não agradar aos que gostam das sidras importadas que já estão presentes no mercado, que costumam ter mais dulçor. Seis restaurantes para visitar - ou pedir delivery - durante o recesso de fim de ano. De última hora: ainda dá tempo de encomendar pratos para a ceia. Borbulhas não convencionais : o resgate de bebidas alcoólicas ancestrais .

Já sem saber o que fazer com o sem-fim de jabuticabas colhidas no sítio da família em São José do Rio Pardo (SP) – foram tachos e mais tachos de geleia –, a chef Janaína Rueda, que não dá ponto sem nó, pegou o telefone e ofereceu 100 quilos da frutinha aos sócios da Cia. dos Fermentados, Fernando Goldenstein e Leonardo Andrade. “A gente aceitou na hora e colocamos tudo para fermentar.” Sessenta dias depois, as jabuticabas viraram um “espumante” tânico, comparável a um lambrusco demi-sec.

Apesar de ser feito tal e qual um espumante clássico, no qual as frutas são maceradas e as cascas, mantidas em contato com o mosto, não poderia ser chamado assim por não ser feito com uvas – coisas da legislação. Virou, então, o Borbulhante, que pode ser adquirido n’A Casa do Porco e também no site da Cia. (www.fermentarium.com.br; R$ 129). Animados com o resultado, o quarteto (some Jefferson Rueda ao time) está agora às voltas com um “espumante” de jaca, prometido para ficar pronto em fevereiro do ano que vem.

Coca-Cola lança bebida alcoólica Topo Chico no Brasil

  Coca-Cola lança bebida alcoólica Topo Chico no Brasil Coca-Cola lança bebida alcoólica Topo Chico no BrasilO Brasil será um dos primeiros países a receber a primeira bebida alcoólica da Coca-Cola, a Topo Chico. Segundo reportagem do portal “UOL”, o produto terá três sabores: morango e goiaba; lima limão; e abacaxi. As bebidas serão comercializadas em latas de 310 ml, e preço sugerido de R$ 4,99.

Una bebida alcohólica es aquella bebida que contine alcohol etílico (etanol). Dependiendo de la elaboración se pueden diferenciar entre bebidas fermentadas (cerveza, vino, hidromiel, sake y sidra) y las bebidas destiladas (estas incluyen los diferentes tipos de licores y aguardientes como pueden ser el ron, whisky, tequila Tequila : el tequila es una bebida de América Central y del Sur elaborada a partir de agave fermentado, que originalmente tenía algunas propiedades alucinógenas además de ser alcohólica . El tequila que se vende no tiene permitido tener sustancias adicionales además del alcohol.

Borbulhas não convencionais : o resgate de bebidas alcoólicas ancestrais . Tendências. Aprenda a fazer o famoso petit gâteau, bolinho denso e intenso.

Não é de hoje que Fernando e Leonardo investem na fabricação de “bebidas fermentadas não convencionais” – vide o recém-lançado livro Fermentação à Brasileira, com curadoria do Instituto Brasil a Gosto. Feitas artesanalmente a partir de chás, frutas diversas e leveduras selvagens, recebem o mínimo de intervenção: não são filtradas, pasteurizadas, tampouco conservadas com sulfitos. “Resgatamos modos de preparo ancestrais e aperfeiçoamos por meio de pesquisa, experimentos e controle de temperatura. Fermentação selvagem não é bagunça”, afirmam. Por seu fermentarium, já passaram “sidras” de carambola, de pera e de mate com frutas cítricas. Agora em cartaz estão as de maçã, de pêssego e de goiaba.

Seguindo o movimento iniciado pela Morada Cia. Etílica – que em 2016 lançou a Epó, primeira sidra artesanal brasileira –, a vinícola Vivente, famosa por seus vinhos naturais, produz sidras desde 2018, “mas acabamos bebendo toda a produção de estreia”, contam os sócios Diego Cartier e Micael Eckert. Só no ano seguinte, com nova safra, o produto foi colocado para jogo, “e vendemos tudo em duas semanas”.

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A bebida alcoólica é consumida apenas por via oral, e dentro da sociedade atual há um estímulo muito grande ao seu consumo. Independentemente desse fator, é importante a conscientização da sociedade em relação aos perigos que o uso da droga acarreta para quem a consome. O consumo de bebida alcoólica pode causar diversas outras enfermidades como a esteatose, que é o acúmulo de gordura no fígado, a qual pode evoluir para uma cirrose.

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Esqueça aquela bebida doce, oferecida no mercado como substituta mais barata do espumante. Mais ácida e bem seca na boca, é produzida com um tipo de maçã específica, a granny smith, cultivada nos Campos de Cima da Serra, região do Rio Grande Sul, por José Reckziegel, primo de Micael. “Assim como existem uvas viníferas e de mesa, acreditamos que a variedade da maçã também tem influência direta na qualidade da sidra”, afirmam.

O método de produção é ancestral: as frutas fermentam espontaneamente por leveduras selvagens e nada mais. Não há adição de açúcar nem filtragem. “Deixamos a natureza trabalhar, intervindo minimamente para que a bebida reflita as características de cada safra”, explicam. Para gerar borbulhas mais sutis, “que se inserem com elegância ao conjunto”, o líquido é engarrafado ainda em estágio fermentativo.

Para viking ver (e beber)

Com mel no lugar das frutas, o hidromel também parece flertar com o público sedento por novidades etílicas artesanais. Produtores têm investido no resgate e ajuste fino dessa bebida quase mística, considerada uma das mais antigas da humanidade – o elixir dos deuses e dos vikings. Mas Sandor Katz, guru dos fermentados e autor do livro A Arte da Fermentação, simplifica a definição: trata-se de um “vinho de mel”.

Bacardi desenvolve garrafa 100% biodegradável

  Bacardi desenvolve garrafa 100% biodegradável Embalagem se decompõe em 18 meses e não deixa resíduos nocivos ao meio ambiente; iniciativa irá eliminar, pelo menos, 3 mil toneladas de plástico produzidas anualmenteEssa mudança é possível graças à colaboração com a Danimer Scientific, líder no desenvolvimento e fabricação de produtos biodegradáveis. Os plásticos à base de petróleo utilizados hoje pela Bacardi serão substituídos pelo Nodax PHA, um biopolímero derivado dos óleos naturais de sementes como palma, canola e soja. Quando comparada com uma garrafa plástica regular, que leva mais de 400 anos para se decompor, a nova garrafa produzida com Nodax PHA se desfaz em até 18 meses sem deixar resíduos nocivos ao ambiente.

Borbulhas não convencionais : o resgate de bebidas alcoólicas ancestrais . racismo. indústria de bebida . Perdizes ganha mais um ponto cervejeiro: o taproom da Invicta. perdizes [são paulo]. cerveja. indústria de bebida . Kirin compra a New Belgium, quarta maior cervejaria artesanal americana.

As bebidas alcoólicas são muitas vezes conhecidas por serem apenas um fator de risco que pode influenciar o desenvolvimento de vários tipos de problemas de saúde. No entanto, se forem consumidas moderadamente e nas quantidades certas, este tipo de bebida também pode trazer alguns benefícios para a saúde, especialmente na redução do risco de doenças cardiovasculares, diminuição dos níveis de colesterol e melhora na circulação sanguínea.

Um dos mais recentes lançamentos é o hidromel fruto da parceria entre a Cia. dos Fermentados e a MBee, fornecedora da matéria-prima. Além do mel silvestre de Apis mellifera, que no processo de fermentação selvagem tem os açúcares transformados em álcool em quatro meses, no finalzinho da etapa, é acrescentado ao mosto um tanto de mel de abelha nativa jataí. O resultado é uma bebida levemente doce, com 12% de volume alcoólico. Tem aroma marcante de sua fermentação, notas de carambola e goiaba branca e, por não ser filtrada nem clarificada, apresenta leve turbidez.

O primeiro microlote do hidromel de jataí, com 150 garrafas, esgotou em 15 dias. A boa notícia é que o segundo lote (ainda nos tanques de fermentação) já está em pré-venda em mbee.com.br (R$ 119). A entrega está prometida para a segunda quinzena de fevereiro.

Produzido com mel silvestre da Fazenda Ambiental Fortaleza (FAF) e levedura de champanhe, o hidromel da Animali – produtora de “bebidas artesanais geladas”, há dois anos no mercado – é feito “para variar”, como estampa a latinha de 350 ml. Com apenas 5% de teor alcoólico, fruto da curta fermentação (o mosto passa de 15 a 20 dias nos tanques), tem a proposta de ser uma alternativa à cerveja. É leve, frisante e sutilmente doce (animalibebidas.com; R$ 60; 4 latas).

Justiça suspende a proibição de venda de bebidas alcóolicas em São Paulo

  Justiça suspende a proibição de venda de bebidas alcóolicas em São Paulo Justiça suspende a proibição de venda de bebidas alcóolicas em São PauloDe acordo com o G1, a entidade alega que o decreto do governo de São Paulo, além de não trazer explicitamente os motivos que levaram a proibir a venda de bebida alcóolica à noite, também prejudica a livre iniciativa e a livre concorrência, princípios expressos na Constituição brasileira.

“Nossa ideia é desmistificar o hidromel com uma versão menos alcoólica e mais acessível”, conta Rita Croce, sócia de Pedro Monteiro e dona das receitas. Ela conheceu a bebida anos atrás em uma cervejaria em Vermont, nos Estados Unidos, que oferecia hidromel on tap, ou seja, direto da torneira. Coincidência ou não, o hidromel da Animali é cigano, produzido na fábrica da cervejaria Dádiva, em Várzea Paulista.

Na contramão, a vinícola Villa Santa Maria, instalada no Vale do Baú, no interior de São Paulo, produz um hidromel mais encorpado e alcoólico (12%), fermentado por oito meses e com passagem por barricas de carvalho americano para ajustar a acidez. “Lembra um vinho digestivo, amanteigado”, descreve Guto Carbonari, um dos sócios. O mel silvestre usado para fazer a bebida vem do Mato Grosso do Sul, da fazenda de um primo apicultor. Depois de pronto, o hidromel passa por clarificação por meio de seis ou sete trasfegas (que descartam partículas em suspensão após decantação).

Já a Arven, de Campinas, além de água, mel e tempo – 40 dias, aproximadamente, entre fermentação, clarificação e maturação –, “tempera” seus hidroméis com frutas, ervas e outros ingredientes. Há quatro versões no portfólio, além da clássica, todas com 10% de teor alcoólico. A batizada como Silvestre combina erva-doce a cascas de laranja. Já a Insônia é incrementada com grãos de café.

Kombucha para maiores

Entusiasta das hard kombuchas, versões alcoólicas do chá verde fermentado – ainda pouco conhecidas por aqui –, Rodrigo Capote abriu em março o Atlântica, primeiro bar dedicado à bebida em São Paulo (ele fica no número 5 da efervescente Souza Lima, na Barra Funda).

Para adquirir graduação alcoólica, o chá de Camellia sinensis, já fermentado e saborizado, passa por um segundo processo fermentativo, dessa vez com leveduras de espumante e temperatura e pressão controladas.

As bebidas são produzidas ali mesmo, na fábrica instalada na lateral do bar. As torneiras do balcão jorram sabores como a Baco, com uva e lúpulo (6,2%), a Laranjeiras, com mix de frutas cítricas e flor de laranjeira (3,5%), e a de melancia com hortelã (4%). Há também versões disponíveis em latas, como a Manacá, de frutas vermelhas e hibisco (6%), e a Magnólia, com lavanda e casca de laranja (3%). A sidra da casa, vale dizer, é incrementada com lúpulo inglês e também está disponível on tap.

Setor de bares pede liberação da venda de bebidas alcoólicas em BH à noite .
Entidade que representa o ramo celebrou reabertura dos estabelecimentos, mas diz que comércio de álcool é fundamental para trabalhadores da noite

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